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2/16/2018

Ter gatos é tudo de muito bom e alimentar chitas é algo incrível!




Sinto muito não poder informar a autoria deste material. As pessoas que divulgam notícias, fotos e vídeos devem colocar a autoria, até porque é obrigatório perante a lei. Estou publicando estes dois primeiro porque são muito bons e para que, alguém que conheça, possa nos dizer a autoria para o devido crédito.


Santuário de felinos na África

2/12/2018

Alimentos feitos de insetos fazem sucesso na Suíça com apelo à sustentabilidade

Querendo ou não, esta será a alimentação de todos os humanos... os carnistas estão perto de perder seu bifinho de todo dia..... 
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Comer insetos pode ser gostoso? Se depender do paladar suíço, a resposta é sim.

Produtos à base desses animais vêm se tornando um sucesso de vendas desde que foram lançados, em agosto passado.

Hambúrgueres e almôndegas produzidos com farinha de verme moído têm atraído tanta atenção dos consumidores que a procura desencadeou o desenvolvimento de novos petiscos com esse tipo de fonte proteica. Uma barrinha energética feita com grilos crocantes, passas e tâmaras é a nova moda, por exemplo.

A receita não chega a ser complicada. Insetos cultivados em criadouros higienizados na Suíça, Áustria e Bélgica são moídos e transformados em uma farinha. O pó, que é rico em proteína, é acrescentado em uma massa com outros ingredientes - como purê de grãos e temperos - e moldada no formato de uma carne de hambúrguer e almôndega.

A fabricante dos produtos à base de insetos argumenta que os alimentos são gostosos, saudáveis e sustentáveis. O supermercado que comercializa os itens está bem satisfeito com as vendas - a publicidade que os ingredientes inusitados geram que tem se mostrado muito boa para os negócios.

Defendendo o conceito de sustentabilidade no consumo, a marca mira nos jovens e capricha na aparência moderninha com uma divulgação gourmet, direcionada ao público hipster.

"O que queremos é abrir um novo mundo de possibilidades culinárias para nossos consumidores e convencê-los de que insetos são realmente deliciosos. Estamos cientes de que pode levar um tempo até as pessoas começarem a consumir insetos diariamente, mas estamos trabalhando por isso, todos os dias", afirmou Melchior Füglistaller, representante da empresa Essento, fabricante dos produtos.

"Estamos convencidos de que temos na Suíça consumidores que são amantes da boa comida, que têm uma mente aberta e provarão e gostarão dos produtos feitos com insetos. Não apenas por ser uma alternativa à carne, mas por razões culinárias mesmo", disse Andrea Bergman, representante da rede de supermercados Coop, à BBC Brasil.

Tabu e sustentabilidade
Populares na Ásia, os insetos são ainda geralmente um tabu na cozinha ocidental, apesar de serem ricos em proteínas e outros nutrientes. A vantagem de incluí-los na dieta é o fato de serem relativamente baratos em comparação às carnes de gado, suína e de frango. Boa parte do marketing de promoção desses alimentos está focado justamente no argumento de que é "verde", e portanto bacana, consumir insetos.

"O consumo de carne demanda muitos recursos", afirma Melchior Füglistaller, representante da empresa Essento, fabricante dos produtos. "Por exemplo, para se produzir um quilo de carne são necessários 15 mil litros de água e dez vezes mais ração do que seria necessário para alimentar insetos que produzissem a mesma quantidade de proteínas", argumenta.

Certamente o peso da carne no bolso influenciará a decisão dos suíços. Se um quilo de carne bovina moída e temperada para hambúrguer sai por 58 francos (R$ 190), no mesmo supermercado a apenas um corredor de distância é possível comprar o hambúrguer de inseto já embalado em porções de 170 gramas pelo preço de 52,60 francos (R$ 170) o quilo. Ou seja, o consumo de "carne de inseto" se traduz em uma economia de cerca de 11% para o bolso do consumidor.

Peso no bolso
Os hambúrgueres alternativos são também uma resposta ao padrão de consumo alto e "insustentável" dos suíços. A nação dos Alpes é uma das maiores consumidoras de carnes per capita no território da Europa. De acordo com um ranking organizado pela empresa de consultoria americana de alimentação Caterwings, a Suíça é o mercado onde a carne é a mais cara do mundo.

O preço médio do quilo de carne bovina está avaliado em US$ 49,68 (R$ 160). De acordo com dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o padrão de consumo dos suíços é insustentável.

Em um relatório publicado em novembro, o secretário geral da organização, Angel Gurría, criticou os hábitos dos consumidores. "A Suíça tem uma enorme pegada de carbono associada ao seu padrão insustentável de consumo. O consumo suíço está impondo significativa pressão (no meio ambiente) para muito além de suas fronteiras", escreveu.

O próprio país reconhece isso. Um relatório publicado pelo governo em junho passado apontou que os suíços precisam mudar seus hábitos alimentares em relação às carnes. "Carnes: Nós consumimos 3 vezes mais que o necessário", afirma o documento assinado pelo líder Alain Berset.

Os suíços consomem na média 150 gramas de proteínas de diversas fontes a cada dia. A consumidora Danielle Heer considera boa a ideia de promover a sustentabilidade, mas não deu uma nota alta ao sabor dos produtos à base de insetos. "Achei as barrinhas um pouco secas", avaliou.

FONTE: BBC

2/07/2018

PM Ambiental flagra aves, gatos e cães sem comida em Bauru

Sei que é chato repetir, mas, tenho que falar: quero ver ele pagar a multa...... De que adianta multar se estes caras entram na justiça alegando não ter condições e o juiz liberar? Gente, é sempre assim que acontece..... A justiça no nosso país é uma piada.... piada macabra, claro!!!!
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Dois gatos, dois cães e 400 aves (entre galos e galinhas) foram flagrados pela Polícia Militar Ambiental vivendo em ambiente inadequado e sem comida em uma empresa agropecuária situada na avenida Nuno de Assis, em Bauru. Parte dos animais, inclusive, estava ferida.

O proprietário do local, um homem de 47 anos, foi autuado pela prática de abuso contra animais. O valor das multas - aplicadas tanto pela PM quanto pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) - não foi divulgado em boletim de ocorrência registrado no Plantão Policial da cidade. Informações extra-oficiais, entretanto, apontam para uma autuação de cerca de R$ 1 milhão e 200 mil.

O flagrante ocorreu na tarde desta sexta-feira (2), após denúncia anônima. Os animais foram recolhidos por equipe da Vigilância Ambiental e permanecem sob cuidados de veterinários.

FONTE: jcnet

2/05/2018

Deputado quer evitar multas a quem alimentar animais nas ruas

Alimentar dá multa, mas e a prefeitura que deixa os animais abandonados ao Deus dará? e as multas para aqueles que largam  seus animais na rua?
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Márcio Fernandes estuda um projeto para rever lei sobre o tema
O deputado Márcio Fernandes (PMDB) estuda uma mudança na lei estadual, que trata da posse de animal, para evitar que pessoas sejam notificadas e multadas ao alimentar animais nas ruas.

Ele entende que não existem locais suficientes para abrigar (animais) aqueles que foram abandonados e que por esta razão tal punição é injusta. "Já estou estou estudando um projeto para rever esta lei estadual de 2005, pois as pessoas só querem ajudar e não podem ser multadas ou sofrerem notificações, infelizmente não temos locais apropriados e suficientes para abrigar todos estes animais", disse o deputado ao Campo Grande News.

Márcio citou que a maioria destes animais se trata de cães e gatos abandonados e que uma das alternativas viáveis é se investir mais nos programas de castração. "Apresentei uma emenda para o orçamento deste ano, no valor de R$ 1 milhão para implementar o programa em Campo Grande", disse ele.

O deputado ainda ponderou que tal programa poderia funcionar nos bairros mais pobres, onde aparecem mais animais abandonados. Nesta oportunidade, lembrou que eles ficam sem alimentação e estão sujeitos a maus-tratos, além de trazerem problemas de saúde.

Alimentação - Ana Paula Felício, bióloga de Gestão de Fauna do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), informou ao Campo Grande News que a proibição de dar comida a animais de forma geral, nas ruas, é porque altera seu comportamento biológico.

"Os animais passam a maior parte do tempo em busca de alimentos e isto é de extrema importância pro convívio social do grupo, bem como para a cadeia alimentar animal". Ela ainda explicou que normalmente os alimentos fornecidos podem trazer graves danos à saúde deles, como: obesidade, intoxicações, cáries, etc.

"Toda vez que interferimos nos hábitos e no habitat dos animais, corrermos o risco da agressão, pois somos uma ameaça a eles. O animal reage ao instinto, se ele se sentir ameaçado ele irá reagir para se proteger. A orientação a sociedade é que não entregue alimento".

Parque Indígena - Após ser questionado pela população, o deputado consultou o Imasul sobre os motivos da proibição de entrada de animais no Parque das Nações Indígenas. Ele até chegou a abrir uma "enquete" em sua página no Facebook, para saber a opinião das pessoas, mas foi convencido de que o local não é apropriado.

"O Imasul me mandou um ofício explicando que lá (Parque das Nações Indígenas) nunca foi permitido porque se trata de uma área de preservação ambiental, além disto poderia ter contato com outros animais silvestres, como as capivaras", disse ele, que vai informar os eleitores sobre tal situação.

FONTE: campograndenews

Ursos polares não conseguem repor a energia gasta na caça, diz estudo

A tristeza é saber que humanos não entendem que a grande culpa é da sua própria espécie que se reproduz descontroladamente e pela ganância de quem não tem noção que a vida na Terra é temporária.....
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Pesquisa publicada na revista Science mostra que esses animais têm altas taxas metabólicas e por isso precisam de muita carne, mas mudanças climáticas os obrigam a percorrer mais terreno para obter presas; metade dos ursos estudados tinham déficit energético

Os ursos polares têm taxas metabólicas mais altas do que se pensava e isso explica por eles têm sido incapazes de conseguir alimentos em quantidade suficiente para suas necessidades, de acordo com um novo estudo.

De acordo com os autores, publicada nesta quinta-feira, 1, na revista Science, a pesquisa mostra quais são os mecanismos fisiológicos por trás do declínio já observado nas populações e nas taxas de sobrevivência dos ursos polares.

"Temos documentado, ao longo da última década, o declínio nas taxas de sobrevivência, nas condições de saúde e nos números populacionais do urso polar. Ao calcular as necessidades energéticas reais dos ursos polares e observar com que frequência eles são capazes de caçar focas, esse estudo identificou os mecanismos que estão levando a esses declínios", disse o o autor principal da pesquisa, Anthony Pagano, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.

Pagano explica que o declínio das populações de ursos já era associado às mudanças climáticas que estão reduzindo o habitat desses animais, forçando-os a ir cada vez mais longe para buscar comida durante o degelo. Mas a conta não fechava, porque não se sabia que os ursos precisavam de tanta energia - os estudos anteriores se baseavam em estimativas de uma taxa metabólica 50% mais baixa.

Para realizar o novo estudo, os cientistas monitoraram o comportamento dos ursos, a frequência de sucesso na caça e as taxas metabólicas de fêmeas adultas sem filhotes quando elas buscavam presas no gelo do Mar de Beaufort durante a primavera.

O monitoramento foi feito com coleiras hi-tech, que registravam em vídeo as andanças dos animais, rastreando seu deslocamento, seu comportamento e os níveis de atividade em períodos de oito a 11 dias. Foram utilizados também sensores de atividade metabólica para determinar quanta energia os animais gastavam em suas atividades.

Com isso, os cientistas descobriram que as taxas metabólicas registradas eram, em média, 50% mais altas do que as estimadas por estudos anteriores. Cinco dos nove ursos estudados perderam muito peso e não conseguiram caçar focas em número suficiente para suprir seus gastos de energia.

"A pesquisa foi feita no início do período que vai de abril a julho, quando os ursos polares capturam a maior parte das suas presas e conseguem acumular a maior parte da gordura corporal que eles precisam para sustentá-los pelo resto do ano", disse Pagano.

O cientista afirma que as mudanças climáticas têm efeitos dramáticos no gelo do mar do Ártico, forçando os ursos polares a percorrer distâncias maiores e dificultando a busca de presas. No Mar de Beaufort, as geleiras marinhas começam a recuar a partir da plataforma continental em julho, quando a maioria dos ursos se move em direção ao norte à medida que o gelo se retrai.

Com o aquecimento do Ártico, mais gelo derrete nesse processo, obrigando os ursos a percorrer distâncias maiores que no passado. Isso faz com que eles gastem mais energia durante o verão, quando eles ficam em jejum até que o gelo volte, no outono, à plataforma continental.

Em outras áreas, como na Baía de Hudson, a maior parte dos ursos vai para a terra quando o gelo marinho recua. Ali, o aquecimento do Ártico faz com que o gelo marinho se rompa mais cedo no verão e volte a se formar mais tarde no outono, forçando os ursos a ficarem mais tempo em terra.

"De qualquer maneira, a questão continua sendo quanta gordura eles podem acumular antes que o gelo comece a recuar e quanta energia eles terão que gastar. Nós descobrimos que os ursos polares têm uma necessidade de energia muito mais alta do que o estimado", afirmou Pagano.

Na primavera, os ursos polares caçam principalmente as focas que nasceram recentemente e que são mais suscetíveis que as focas adultas. No outono, quando as jovens focas já estão mais velhas e espertas, os ursos não conseguem tantas presas. "Calculamos que os ursos podem capturar até duas focas no outono. Na primavera e no começo do verão, eles caçam de cinco a 10 focas", disse Pagano.

Os cientistas da Universidade da Califórnia em Santa Cruz têm estudado os ursos polares no Mar de Beaufort desde a década de 1980. Segundo Pagano, a estimativa populacional mais recente indica que o número de ursos polares caiu cerca de 40% na última década. Mas, segundo Pagano, era difícil estudar a biologia fundamental e o comportamento dos ursos polares em um ambiente tão remoto e hostil.

"Agora nós temos a tecnologia para descobrir como eles se movem no gelo, quais são seus padrões de atividades e suas necessidades energéticas, de forma que podemos entender melhor a implicações das mudanças que estamos observando no gelo marinho", afirmou Pagano.

FONTE: ciencia.estadao

2/04/2018

A coisa está braba: Vereador lança projeto “Alimente o Cão” - Charqueada - SP

Quando eu falo não é atoa.... como pode um vereador, que deveria respeitar o bem comum, fazer das ruas da cidade de quintal para atender um assunto de responsabilidade do próprio poder público? Ao invés de criar locais apropriados de proteção aos animais, ele estimula a exposição perigosa dos bichos. Minha Santa, a mediocridade desta gente foi exagerada!!!!!!  Pior que ainda tem protetor que bate palma e vota num mequetrefe deste.....
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O vereador de Charqueada, Romero Rocca (PSDB), deu inicio na segunda-feira, 29, ao projeto “Alimente o Cão”, que tem como objetivo alimentar animais de rua ou abandonados. Alimente o Cão consiste em comedouros e bebedouros de água para atender animais que se encontram soltos nas ruas de Charqueada.

“Alimente o Cão” é uma iniciativa pessoal do parlamentar que conta com o apoio do seu irmão e utiliza recurso próprio, conseguiu construir e instalar na praça do bairro Jardim Bandeirantes o primeiro comedouro público no município para ajudar os animais.

Como funciona?
Os comedouros são construídos com canos de PVC adaptados para fazerem às vezes de recipientes de água e comida. Dessa maneira, devem ser fixados em lugares estratégicos para dar assistência aos animais. E o melhor: qualquer pessoa pode abastecê-los com ração e água!

O intuito de Rocca é buscar parcerias para expandir a iniciativa.
“É com grande alegria que iniciei na cidade de Charqueada esse projeto “Alimente o Cão”. Temos em nossa cidade uma população grande de animais soltos e abandonados em nossas ruas, que em sua maioria passam fome e sede. Também é do conhecimento nosso que algumas pessoas tentam cuidar, porem acabam não conseguindo. Com essa iniciativa irei buscar novas parcerias para podermos construir mais comedouros e bebedouros e instalarmos em diversos pontos da cidade, onde a própria população poderá atuar abastecendo os recipientes e com isso matando a fome desses animais que sofrem a ação do tempo sem nenhum cuidado”, disse o vereador Rocca.

FONTE: oregionalonline

1/29/2018

Cães desnutridos e machucados são resgatados em casa na Serra, ES

O que fazer numa situação desta? não tem outra solução.....
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Quase 30 cães foram encontrados desnutridos, sem pelo e machucados dentro de uma casa que fica no bairro Planalto Serrano, na Serra, Grande Vitória. Os animais foram resgatados na tarde deste sábado (27) em uma ação conjunta da Guarda Municipal Ambiental e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, da Serra.

Os cães foram encaminhados para o centro de reabilitação da Sociedade Protetora dos Animais (Sopaes), que fica na Barra do Jucu, em Vila Velha. Ainda não há informações sobre como a Guarda chegou até a casa, nem sobre os responsáveis pelos animais. As informações iniciais são da Guarda Municipal Ambiental da Serra.

O secretário adjunto de Meio Ambiente de Serra, Ronaldo Freire, informou que a família que estava com os 28 cães também vive uma situação de vulnerabilidade social. Por isso, para a família os cães não estavam em sendo maltratados. 

A secretaria lavrou um “auto administrativo”, justamente, para informar a família que não pode ter animais nesta situação. A Guarda e a secretaria decidiram não encaminhar a família para a delegacia e informaram que vão levar a situação para a Secretaria de Ação Social do Município.

Fonte:  G1

1/20/2018

Ufba proíbe alimentação de animais nos portões e cantinas

Sou a favor de ter um local fixo para alimentar os animais dentro de campus universitário porque facilita o manejo e abordagem dos animais quando necessário....
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Medida visa reduzir número de bichos e evitar proliferação de ratos e baratas

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) decidiu proibir a comunidade acadêmica de alimentar animais próximo aos portões, cantinas e restaurantes da instituição. A decisão, publicada na portaria 001/2018, em 2 de janeiro, vale para estudantes, técnicos, professores e trabalhadores terceirizados.

De acordo com o documento, assinado pelo reitor João Carlos Salles, a universidade tomou a decisão considerando a necessidade de diminuir a fixação de animais nos campi, assim como a proliferação de bichos que colocam em risco a saúde pública, como ratos e baratas.

Abandono
Segundo censo realizado pela Superintendência de Meio Ambiente e Infraestrutura da Ufba (Sumai) em outubro de 2017, 21 cães e cerca de 96 gatos vivem nos campi da Ufba em Salvador - eles ficam na Federação, São Lázaro, Ondina, Vale do Canela, Canela e Piedade.

Um grupo de voluntários formado por alunos, professores e outros funcionários da universidade, o Animais Comunitários da Ufba, cuida há cerca de 10 anos dos bichos ditos “fixos”, que estão nos campi há mais de 10 anos, e dos errantes, que são abandonados na instituição.

De acordo com a estudante de Medicina Veterinária Alva Oliveira, 43 anos, que também é voluntária do grupo, manter os animais no campus não é o desejo da comunidade.

“A gente quer solução. Queremos que esses animais sejam todos castrados e que arranjem um lar! A universidade não é lugar para eles”, defende a voluntária.

Ela afirma ainda que muitos animais, em especial os mais velhos e os gatos, não conseguem ser adotados, o que acaba aumentando a população de abandonados na instituição.

Crime
De acordo com a advogada Roberta Casali, vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB-BA, o abandono pode dar de três meses a um ano e quatro meses de prisão, além de multa. A pena é prevista no Artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98. “O abandono é considerado uma espécie de mau-trato”, conta a advogada, que é mestre em Direito Ambiental.

Roberta Casali explica ainda o que fazer se alguém for flagrado abandonando ou maltratando um bicho, seja ele doméstico ou domesticado, nativo ou exótico: “É indicado denunciar à PM ambiental, Ministério Público, delegacia de polícia e órgão ambiental, para fins de apuração da respectiva infração ambiental”.

Esclarecimento
A Ufba emitiu nota nesta terça-feira (16) a fim de esclarecer que a portaria “não visa a proibir a presença de animais, nem a proibir sua alimentação na Ufba, mas sim ordenar os espaços mais apropriados e organizar melhor esse importante cuidado”.

De acordo com a nota, a determinação tem como objetivo prevenir incidentes como o ataque dos animais aos transeuntes. “Cabe reiterar e repetir, nesse sentido, que a restrição foi feita à alimentação em portarias e em lugares não recomendados pela vigilância sanitária, colocando para todos nós a tarefa de encontrar meios e lugares, de sorte que a população de animais não aumente de forma descontrolada, não venha por isso a ser ameaçada, e que ela tampouco ofereça risco à comunidade UFBA”.

FONTE: correio24horas
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ATUALIZAÇÃO:
ONG aciona MP-BA contra a Ufba após portaria que proíbe alimentar animais

12/17/2017

Justiça determina que animais de famílias desalojadas sejam alimentados

Que bom que os animais foram considerados graças a participação de uma ong de proteção animal. Parabéns companheiras!!! trabalharam muito bem!!!!
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Há uma semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que 20 famílias de Pinhão, no Centro-Sul do Paraná, fossem desalojadas atendendo ao pedido de reintegração de posse da madeireira João José Zattar S.A. Sem tempo para providenciar uma mudança adequada, os animais foram deixados na área de 290 hecteres. Agora, a Justiça determinou que representantes da ONG Abrace e Adote tenha acesso aos terrenos e alimente os animais deixados pelos antigos moradores.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MPPR), a Justiça também determinou cautelarmente que seja feito o arrolamento de bens na propriedade, incluindo todos os animais que nela permanecem. A medida pretende evitar que haja dissipação dos bens, de modo a garantir eventual reparação ou restituição aos proprietários.

Quando foi cumprido o mandado de reintegração de posse, gado, galináceos e animais domésticos não puderam ser retirados, e seus proprietários não têm notícias sobre o atual estado dos animais e se estão recebendo alimentação.

A Promotoria de Justiça de Pinhão, que requereu as medidas ao Judiciário, vem realizando sucessivas reuniões com representantes das comunidades afetadas e autoridades locais buscando resolver o impasse. Os moradores afetados pela desocupação (14 famílias) deverão apresentar ao Ministério Público uma lista contendo a discriminação da quantidade e espécie de animais que nela mantinham, para que seja providenciado transporte e local adequado para receber os animais.

Reintegração
A reintegração de posse do dia 1º de dezembro teve cenas marcantes. Máquinas foram usadas para remover casas, uma igreja, uma padaria comunitária, espaços de lazer da comunidade e até mesmo um posto de saúde.

Pinhão tem entre 13 e 14 mil pessoas em situação semelhante à dos posseiros que habitavam a localidade conhecida como Alecrim, com liminares e autorizações para reintegração em benefício da mesma empresa. Entre as famílias despejadas, estão cidadãos que moravam há mais de 20 anos na comunidade.

Os membros do MST que promovem o protesto são integrantes dos acampamentos Dom Tomás Balduíno e Vilmar Bordin. A manifestação é um apoio à comunidade do Alecrim em Pinhão. De acordo com o movimento, a comunidade foi surpreendidas por um grande aparato policial de reintegração de posse.

FONTE: paranaportal

11/18/2017

Passageira será indenizada por falta de alimentação kosher durante voo

Leitor Fernando nos mandou esta noticia ontem e daí ficamos pensando que isto abre um precedente para que possamos exigir comida vegana durante os voos, né mesmo? Ora se até MacDonald Kosher já existe, porque não vegano? ou já tem e eu não sei? Repara que a indenização foi por danos morais.... Gente horrorosa esta que mata bichos degolando sem ao menos insensibilizar....
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Uma companhia aérea terá de indenizar em R$ 6 mil, por danos morais, uma passageira que ficou sem refeição kosher, a alimentação permitida pelo judaísmo, durante um voo do Rio de Janeiro para Tel Aviv, em Israel.

A decisão é da 26ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo o processo, a companhia enviou um e-mail à passageira confirmando que ofereceria este tipo de alimentação especial, o que não ocorreu.

A relatora do acórdão, desembargadora Ana Maria Pereira de Oliveira, destacou a autora da ação ficou mais de 15 horas sem comer por causa da falha no serviço.

“O objetivo de ressarcir o dano moral é não apenas atenuar o sofrimento da vítima, mas também advertir o causador da lesão para que não pratique novas afrontas à honra das pessoas”, afirmou a desembargadora. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ. 

Processo 0149960-66.2016.8.19.0001

Fonte: Consultor Jurídico

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