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1/29/2019

Internautas fazem ação para ajudar idoso com câncer que cuida de 200 animais abandonados em RO: 'eles me mantêm vivo'

Como entendo o que ele fala: "são eles que me mantem vivo". Como sabem, estou brigando também com um câncer e a idade nos leva, às vezes, perder nossas forças. Uma voluntária fez uma vaquinha para ajudá-lo a arrumar o abrigo. Vamos nessa, gente!!! Tem o tel. dele e da moça para confirmar a veracidade.  
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7/23/2018

URGENTE: A cadela PAPAYA está perdida e precisamos ajuda-la a reencontrar seus donos

Amigos, recebi este vídeo da amiga Lilian e entrei em contato com os donos da cadela que fugiu com medo de fogos de artifício. FOI em 27 de junho em  Areia, município da Paraíba, perto de Campina Grande. 

Ela estava com o casal em um posto de gasolina chamado "Posto da Santa" e ao ouvir os fogos, Papaya

5/26/2018

PROTETORA EM DIFICULDADE: Aposentada deixa de comer para alimentar animais

Quem puder ajudar, não deixe de fazê-lo.... A gente sabe como funcionam estas questões.
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Interessados em ajudar com doações, podem entrar em contato pelos telefones (12) 9 9223 7205 (Duchie), após às 22h, (12) 9 9137 9098 (Sandra)
Cães e gatos abandonados pelas ruas de Ilhabela ganharam, nas últimas décadas, mais que uma simples defensora. Dochie Dobrota, 61 anos, chegou a vender um computador, aparelhos eletrônicos e objetos da casa onde vive, além de ter suspendido o serviço de internet, para comprar ração para os 48 cães e 150 gatos que ela recolhe das ruas do arquipélago, nos últimos 20 anos, a maioria, em idade avançada e doente.

Apesar de já estar aposentada, Dochie (lê-se Duquiê) gasta a maior parte do salário que recebe como balconista em um supermercado, para adquirir ração e medicamentos. Ela conta: “Estou cansada, exausta, com idade avançada, mas preciso do trabalho para alimentá-los. E permanecerei assim enquanto tiver forças”. Muitos dos animais foram encontrados com doenças terminais, como câncer, e até mutilações. “Animais doentes, aleijados, ninguém quer adotar. Preferem os sadios, bonitinhos”, diz ela.

Para abrigá-los, ela construiu um canil e um gatil improvisados, erguidos com restos de madeira, cercas de arame e telhas de amianto, nos fundos de sua casa humilde, também feita de madeira, no alto de um morro, longe da vizinhança. Mesmo assim, já recebeu queixa de vizinhos incomodados com os latidos, apesar da distância de quase mil metros da casa mais próxima.

Em 2010, a prefeitura de Ilhabela demoliu o canil e o gatil erguidos por ela, sob a alegação de que a estrutura estaria irregular. “Não me notificaram, não avisaram. Simplesmente chegaram aqui e colocaram tudo abaixo, mesmo com os cães e gatos”, conta ela, lembrando sobre o desespero que passou para abrigar os animais. Anos depois, ela recebeu uma indenização, após ter ingressado com ação judicial contra a prefeitura, por danos morais, por intermédio de uma advogada que também trabalhou de forma voluntária no caso. O canil atual já está com sua estrutura comprometida e com risco de desabar.

Devido às dificuldades financeiras, Dochie depende de doações de voluntários para alimentar “seus filhos”, como ela gosta de chamá-los. “Recorro a amigos, a pessoas que gostam de animais. Tem mês que eles podem ajudar, mas nem sempre é possível”, reconhece. A aposentada conta que, para os bichos não morrerem de fome, pede dinheiro emprestado. “Deixo de comer ou vendo minhas coisas. Já vendi meu computador, cancelei a internet e já não tenho quase nada em casa”, desabafa ela, apontando para seu barraco de um cômodo, onde vive rodeada por diversos cães. Ela se recorda da última perda. “Uma cadela, já idosa, morreu recentemente de câncer”.

No início do ano, Dochie levou um grande susto. Caiu de uma altura de 40 metros, ao lado de sua casa, após tentar resgatar uma cadela que havia despencado pela ribanceira. Ao tentar descer, escorregou porque a vegetação não suportou seu peso. Foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros com escoriações leves, após duas horas de operação de resgate. “Faria tudo de novo, por amor que tenho pelos cães”.

Mesmo com a falta de condições financeiras, veterinários fazem consultas regulares aos cães e gatos sob seus cuidados, que são vacinados e vermifugados, sem cobrar pelos serviços. Para tentar melhorar a qualidade de vida dos bichos, Dochie pensa em abrir uma organização não governamental para conseguir ração. “Com CNPJ, consigo preços mais baratos para comprar ração e medicamentos, que são caríssimos”.

Quem se interessar em ajudar Dochie com doações, pode entrar em contato pelos  telefones  (12) 9 9223 7205 (Duchie), após às 22h,  (12) 9 9137 9098 (Sandra). Para doações em dinheiro: Banco Bradesco: agência 1013-8; CC: 10.510-4 - Dochie Dobrota.

FONTE: d.costanorte

3/19/2018

Abrigo uruguaio faz festa grandiosa anual para comemorar o quanto ajudaram os animais

Pesquisando no YouTube achei este espetáculo. É um abrigo de animais do Uruguai que todo ano faz uma festa espetacular para comemorar tudo e todos que ajudaram os bichos de alguma forma. Centenas de pessoas comparecem.  Eu morri de inveja porque sempre fiz isto durante o período que fui conveniada com a Prefeitura. Mensalmente, reunia as protetoras e pessoal do IJV e comemorávamos as adoções, as castrações e o avanço que estávamos conseguindo na causa..... Adoro isto!!!!! e mesmo este vídeo sendo de 2 anos atrás, consegui viver um pouco destes momentos espetaculares.... Não deixe de ver!!!!

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há cerca de 2 anos ·
El próximo Domingo 22 de Noviembre, 1200 animales que han sido víctimas de maltrato y abandono, se reúnen con más de 3.000 personas que de una forma u otra, han sido parte de su recuperación y su oportunidad de vivir.



Algumas fotos lindas do local. Vale a pena ver todas. É cada uma mais linda que a outra!!!!! Fiquei encantada!!!!!!






12/05/2017

ONG utiliza as redes sociais para sensibilizar população à proteção dos animais

É uma luta!!!! mas, se as ONG´s não mudarem a fórmula de sustentação, vão esgotar esta e vão fechar. Todas as ONG´s e protetores independentes, devem abrir algum meio de sustentação para deixar de depender de uma fonte tão insegura que é a doação voluntária.
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Projeto de AL acolhe mais de 400 cães e gatos vítimas de abandono e maus tratos

O projeto Acolher, organização não governamental, sediada em Maceió, vem nos últimos quatro anos chamando a atenção de todos que a segue nas redes sociais. Focada no resgate de cães e gatos e na proteção e defesa dos direitos dos animais, a ONG abriga mais de 400 bichinhos vítimas de abandono e maus tratos. E, apesar da dificuldade financeira, mostra a sociedade que, para praticar o bem, não há desculpas.

À Gazetaweb, a presidente da ONG, Naíne Teles, conta que a criação da entidade foi uma conquista que buscava há cerca de 9 anos. Naíne era protetora independente e sonhava em construir algo que possibilitasse conforto aos animais e parcerias com clínicas veterinárias da região, além de uma maior visibilidade.

Com o feito realizado, o projeto ganhou localização fixa. É no bairro Village Campestre II que seis funcionários ficam à espera dos novos hóspedes. Animais resgatados diariamente são levados para uma chácara onde recebem todos os cuidados necessários por aqueles que tanto se dispõem ao ato de cuidar.

Segundo Naíne, o número de animais resgatados por semana pode chegar a até 10, e a situação a que eles são encontrados causa certa insatisfação contra aqueles que não se mobilizam para ajudar.
"É de partir o coração encontrar os animais com fome, feridos e até ensanguentados. E a população sequer ajuda. Na cidade, cachorros e gatos são atropelados e muitos não recebem o socorro semelhante ao de um ser humano. São poucos os que param e ajudam", destaca.
Apaixonada por animais desde a infância, a ativista diz que 95% dos animais cadastrados no projeto foram agredidos, mutilados ou torturados, alvos da maldade humana; muitos foram vítimas de atropelamento; e outros tantos simplesmente padecem de doenças provocadas pelo abandono, negligência e pela falta de responsabilidade de seus antigos donos.

"No abrigo, acolhemos animais vítimas de facadas, pedradas e bala perdida. Como sequela, muitos vivem sem um olho, sem mandíbula e até paraplégicos. Sem contar os animais idosos e privados de alguma pata", frisa.

Naíne também destaca que, por se encontrarem neste estado, a ação de adoção diminui. Muitas pessoas preferem comprar ou até mesmo adotar animais "saudáveis".

A veterinária Margarete Navi dos Santos diz que os cuidados básicos para um animal com deficiência ou saudável são os mesmos. De acordo com ela, as pessoas, muitas vezes, hesitam, pois acham que o bicho vai dar mais trabalho, ou ter um custo maior. "É mais uma questão de adaptação, por parte do tutor e por parte do animal. Um cachorro paraplégico, por exemplo, vai dar gastos uma vez só, na hora de comprar um carrinho", explica.

Algumas deficiências exigem tratamentos específicos, como fisioterapia, ou o uso de fraldas. São gastos adicionais, mas, segundo a veterinária, não justificam o preconceito. "A nossa sociedade busca e exige a perfeição a qualquer custo. Mas, para quem possui um animal especial, a experiência se torna extremamente gratificante", diz Margarete.

Mas são esses animais acolhidos pela ONG que fazem sucesso nas redes sociais. É que por meio da plataforma do Instagram, que Naíne compartilha com os mais de 14mil seguidores a rotina dos bichinhos e seus procedimentos na ida ao veterinário.

Na conta oficial do Projeto Acolher, estão publicadas mais de 3.769 fotos que detalham os animais em macas hospitalares recebendo algum medicamento, se deliciando nas refeições diárias ou até mesmo tirando um cochilo da tarde. Sem contar os inúmeros registros dos cuidados diários, como banho e procedimentos de tosa.

OS RESGATES
A rede de colaboradores, protetores, militantes e simpatizadores do Projeto Acolher é grande, mas, na prática, os resgates são efetuados por alguns poucos. As ocorrências são feitas via rede social e, geralmente, são casos de animais abandonados, atropelados ou sob maus tratos. Após os resgates, os pets são encaminhados a clínicas veterinárias parceiras para, em seguida, serem cadastrados na ONG. "Acompanhamos o tratamento até o final e logo após incentivamos a adoção", sintetiza Naíne, que faz questão de manter contato com os animais na nova família.

PEDIDOS DE DOAÇÕES
Com mais de 400 animais abrigados, o Projeto Acolher enfrenta dificuldades. Por não possuir vínculo com o governo do estado, a ONG sobrevive, exclusivamente, de doações. Conforme a presidente, as despesas para manter a saúde dos animais requer um alto custo, sendo necessário pedidos de ajuda, principalmente financeira.

"Dependemos da boa vontade de pessoas que amam os animais e acreditam no nosso trabalho", enfatiza Naíne.

E é por meio de campanhas no Instagram que os pedidos são realizados diariamente. Integrantes do Projeto Acolher disponibilizam números de contas bancárias para que seguidores possam depositar uma quantia em dinheiro. O valor é livre e, para a ativista, o importante é que "as pessoas ajudem a manter o abrigo na ativa".

Naíne informa também que as doações aparecem em forma de sacos de ração, medicamentos e equipamentos para o bem-estar animal, como casinhas e camas de espuma. "Aceitamos tudo que contribua para a saúde dos animais. Os custos são altos. E só conseguimos manter esse trabalho graças ao público e suas ajudas", limita-se.

Outro fator que entra nas despesas do mês e preocupa Naíne é o pagamento dos funcionários, afinal, mensalmente seis salários devem ser pagos. Somente com ajuda de doações em dinheiro, os pagamentos são feitos.

Mas, quem pensa que a arrecadação de verba se concentra apenas em depósitos em contas bancárias se engana. Com criatividade, o projeto produziu um calendário que vem, ao longo do ano, resultando em uma renda extra. O objeto contém a logo da ONG e pode ser adquirido por R$ 40.

Ir ao semáforo no intuito de pedir ajuda também virou rotina e um refúgio quando a situação financeira aperta. Funcionários mostram disposição ao irem, no calor de verão ou chuva de inverno, sensibilizar os motoristas que trafegam pelas vias de Maceió. Outro meio que vem ajudando a ONG seguir firme e forte são os bazares beneficentes. Eles são feitos com frequência e reúne peças de todos os gostos para aqueles que tanto simpatizam pela causa.

"Fazemos tudo com amor e carinho e toda a quantia apurada é investida em medicamentos, tratamentos específicos de saúde, rações e produtos de higiene, além de ser utilizada para pagar contas de água e energia da Chácara", diz Naíne.

SONHO POR UM ESPAÇO
Mesmo tendo uma estrutura ideal, a chácara onde os animais estão abrigados impõe dúvidas à presidente da ONG, Naíne Teles. É que a chácara é alugada, e o medo do proprietário solicitar o despejo do espaço é imenso. "Nosso sonho é ter um lugarzinho próprio. Estamos com 400 animais e temos medo do proprietário pedir a residência ou colocá-la à venda", comenta.

E, mesmo a meio a tantas dificuldades, a ativista mostra que o amor ao que faz move qualquer barreira. "Estamos de pé porque me dedico exclusivamente ao projeto Acolher. Meu dia a dia, de domingo a domingo, é voltado aos animais", diz Naíne, que completa: "O projeto e os animais são minha vida e tudo o que tenho, e ele está de portas abertas para aqueles que querem conhecer e ajudar".

FONTE: gazetaweb.globo

11/22/2017

Idosa cuida de aproximadamente 60 animais domésticos

As pessoas que se dedicam de alguma maneira a cuidar e defender os animais, quando envelhecem sofrem muito porque queriam ter força para continuar. E vou falar, também, por mim..... Se pudéssemos ter forças para continuar, como seriamos felizes!!!!! agora quando se perde a saúde, aí sim, ferrou geral!!!!! Enfim, se alguém puder, ajude a senhora a doar os tantos animais....
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