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9/14/2018

MAIS MORTES: Missão à Turquia deve ampliar exportações do agro brasileiro

Gente, minha vontade é de me rasgar toda quando leio este tipo de coisa...... ô nojo!!!!
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A meta estabelecida pelo governo é elevar dos atuais 7% para 10% a participação nacional nas exportações mundiais do agro no prazo de cinco anos
O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, se reuniu nesta sexta-feira, dia 7, em Ancara, com o vice ministro da Agricultura da Turquia,

7/20/2018

Bois exportados do Brasil para a Turquia caem de navio que os transportava

Esta tragédia tem que acabar no mundo, não só em SP.... Tem protetor que acha que o PL31/2018 de SP vai acabar com o transporte naquele estado. Eu não aguento mais gritar sobre o assunto. Vão piorar de forma irreversível!!!!!
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Caso é mais um indicativo do quão cruel é a exportação de animais vivos, já que esse não foi o primeiro episódio do tipo.

7/15/2018

Um homem corta as quatro patas e a cauda de um cachorrinho antes de o deixar a morrer na floresta

Como pode uma pessoa ser capaz de fazer isto? Deus meu, onde está que não vê isto? dá um cartão vermelho neste mequetrefe lá na Turquia...
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Um homem corta as quatro patas e a cauda de um cachorrinho antes de o deixar a morrer na floresta
Um cachorrinho indefeso foi encontrado com as quatro patas e a cauda cortadas por um indivíduo cruel que o deixou a morrer numa floresta no distrito de

7/12/2018

Café na Turquia mantém leoa em aquário para entreter turistas

Juro que eu queria entender humanos que exploram animais para enriquecer..... Tanto na alimentação, nos "chamados esportes", nas tradições, nas religiões e tudo mais, está explícito os maus-tratos e a exploração destes seres que só estão no mundo para garantir o equilíbrio dos ecossistemas que nos proporcionam viver neste planete lindo....
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Videos na internet geraram uma série de críticas ao estabelecimento, registrado como "centro de reabilitação de animais".Manter um aquário com peixes para entreter os clientes de um bar ou

3/03/2018

Após polêmica exportação de gado à Turquia, pesquisadores cobram regras de bem-estar a animais de produção

O Brasil ficou desmoralizado no mundo. Esta história da Turquia não deixar ninguém filmar a chegada dos animais no porto é a maior prova da tragédia que aconteceu com estes animais...... 
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Manifesto assinado por professores de universidades públicas diz que Brasil descumpriu código sanitário da Organização Mundial de Saúde Animal e cobra regulamentação sobre o tema.

Um manifesto assinado por pesquisadores de sete universidades públicas brasileiras cobra do governo federal uma regulamentação “clara e detalhada” sobre o bem-estar dos animais de produção, ou seja, destinados ao consumo humano.

O documento foi elaborado após a polêmica exportação de 27 mil bois vivos para a Turquia no início de fevereiro, operação que só foi concretizada após uma batalha judicial entre a União e ativistas, que alegavam maus-tratos aos animais.

Os professores destacam na carta que o Brasil é o "celeiro mundial de proteína animal", mas, nesse episódio, descumpriu o “Código Sanitário para os Animais Terrestres” da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), do qual o país é signatário.

Para o professor Mateus Paranhos da Costa, do departamento de Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Jaboticabal (SP), que encabeça o manifesto, mais do que um “constrangimento” internacional, casos como esse podem prejudicar o agronegócio.

“O impacto mais sério é que os interessados, que são os produtores, o próprio Ministério [da Agricultura], os técnicos que estão trabalhando na produção animal, não estão percebendo o risco que ações como essa trazem para a imagem da cadeia produtiva e do negócio”, diz.

Procurado pelo G1, o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) não se manifestou sobre as críticas até a publicação desta matéria.

Costa explica que, apesar de não existir uma regulamentação internacional que faça referência ao bem-estar dos animais de produção, impondo restrições comerciais, ou outros tipos de sanções, cada vez mais esse conceito está sendo adotado por grupos econômicos.

“Há grandes importadores, grandes redes de supermercados na Inglaterra, por exemplo, que compram carne bovina no Brasil e que têm pré-requisitos sobre a produção. Então, a relação é particular, não comercial de Estado. Mas, existe uma pressão, principalmente por parte da Europa”, diz.

Não menos importante é a mobilização popular. O professor destaca que defensores dos animais conseguiram impedir – mesmo que por alguns dias – o navio de partir do porto de Santos (SP) com a carga viva, e fizeram o tema ganhar repercussão internacional.

“A comunidade também começa a fazer boicotes. A sociedade também se mobiliza, de um jeito que muita gente não concorda, mas usando as ferramentas que ela tem. A gente não pode ignorar isso: a mobilização popular é cada vez maior”, afirma.

O manifesto
Enviado ao governo federal, o manifesto é assinado por Costa e por outros 13 professores de instituições, como Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), na Bahia.

No documento, o grupo aponta que o laudo técnico sobre as condições dos bois exportados para a Turquia, assinado pela veterinária Magda Regina, nomeada pela Justiça, é a única avaliação objetiva do caso, com indicadores científicos e foco no bem-estar animal.

A carta também cita que a nota emitida pela Comissão Técnica de Bem-Esta Animal (CTBEA) do Ministério da Agricultura, totalmente contrária ao laudo anterior, não apresenta nenhuma contestação bem fundamentada e não especifica como foi realizada a avaliação.

"Além disso, foi enfatizado na nota técnica que a exportação de animais vivos (incluindo o caso em análise) está regulamentada por uma série de atos normativos, que estão alinhados aos preceitos de bem-estar animal estabelecidos pela OIE. Se assim for, algo precisa ser mudado urgentemente, pois não há como negar a existência de problemas de bem-estar dos bovinos que participaram desta operação de embarque do navio Nada", diz o manifesto.

Falta regulamentação
Os professores também afirmam que existem poucos regulamentos técnicos tratando de bem-estar dos animais de produção no Brasil, destacando que a maioria é vaga, imprecisa e não oferece indicadores para uma avaliação prática, de forma ampla e precisa.

“Não determinam nenhum indicador objetivo do que é maltrato, ou do que é bem-estar. Não há elementos para qualquer pessoa fazer uma análise – inclusive, estou me referindo aos fiscais agropecuários federais – mais segura do que está acontecendo”, critica Costa.

O professor da Unesp explica ainda que o conceito de bem-estar precisa ser regulamentado justamente por ser complexo, uma vez que envolve não só o que o animal sente, mas o estado de saúde e nutricional, o conforto térmico, a segurança, entre outros quesitos.

“Eu tenho compromisso com a produção pecuária, mas com a produção responsável. Uma produção que gere renda ao produtor, condições dignas de trabalho para quem atua nessa área, mas que isso não seja feito ao custo de sofrimento, porque, se for, o risco de a sociedade rejeitar esse produto é grande”, conclui.

FONTE: G1

2/28/2018

Gatos (Kedi) é uma bela declaração de amor em forma de documentário

Estou tentando achar para ver pela internet, mas, não achei.... Alguém já viu? Agora, por causa dos bois indo para a Turquia, estou pesquisando tudo....
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Ambientado em Istambul, Kedi consegue ser um documentário leve, bonito e envolvente sobre os felinos em outra cultura.

Felinos são uma grande atração no mundo animal. Amando ou odiando, todos tem uma opinião a respeito dos bichanos, que exercem fascinação desde a antiguidade, sabidamente em locais como o Egito antigo e a Pérsia, por exemplo. Não por acaso, o Youtube Red, produtora da plataforma de streaming, escolheu Istambul, coração da Turquia e epicentro do eixo leste-oeste como palco para a realização de um belo documentário sobre esse nobre animal em 2016, que chegou ao Brasil, inclusive em alguns cinemas, em meados de 2017.

Gatos, ou Kedi em turco, conta a vida de diferentes felinos, todos na cidade de Istambul. Conduzido com sensibilidade extrema, inclusive na sutil passagem de uma morte, Gatos encontra sua maior qualidade ao expor diferentes gatos, com diferentes personalidades, em diferentes partes da cidade, com diferentes tutores humanos (gatos não tem dono, não se enganem) de diferentes extratos sociais. De uma dona de loja aparentemente bem de vida, a uma dona de casa de vida suburbana, a um senhor aposentado, um restaurante e até mesmo um pescador mais rude, cada um tem sua história, seu companheiro felino e um diferente motivo para amar essas criaturas tão envolventes.

Diferentes personalidades, com diferentes gatos, e diferentes vidas que colocam em cheque se o melhor companheiro do homem seria de fato o cão, em uma cultura tão antiga quanto fascinante como a Turquia se mostrando o cenário ideal para retratar o mais interessante dos animais domésticos, em um curto e delicioso documentário que é uma declaração de amor à raça como um todo e que certamente conversará de igual para igual com todos aqueles que já tiveram a sorte de amar e ser amado por esses incríveis seres que transitam entre o óbivo e o sutil e que marcam nossas vidas de forma indelével. 

FONTE: 1news

2/27/2018

Cientistas desvendam como funcionava o “portão do inferno” romano

Gente do Céu!!!! olha esta matéria..... Não sabia desta existência e como a coisa funcionava..... Sabe onde era? na atual Turquia......
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Em um templo pagão, uma força misteriosa ceifava animais, mas poupava sacerdotes. Agora, cientistas finalmente descobriram o truque por trás do ritual

Por vários séculos antes de Cristo, a cidade romana de Hierápolis, no atual território da Turquia, atraiu peregrinos de todos os cantos do Império. Lá, garantiam as autoridades pagãs, ficava a verdadeira entrada do inferno: um portal de pedra posicionado na frente do acesso a uma pequena gruta. Em volta, arquibancadas suntuosas abrigavam os fiéis que queriam assistir a um ritual comum – o sacrifício de animais.

Guiados pelos sacerdotes – que, segundo o geógrafo grego Estrabão, eram homens castrados –, bois e vacas saudáveis andavam rumo ao portal. Quando entravam lá, se debatiam e caiam mortos, quase instantaneamente. Os sacerdotes, por outro lado, saiam vivos.

O público ia ao delírio. Afinal, geralmente é preciso matar o animal com as próprias mãos para sacrificá-lo. Uma morte assim, no automático, era a melhor prova de que Plutão, deus dos mortos e das riquezas do solo, havia gostado do presente.

Mas será que gostava mesmo? Em 2011, arqueólogos que exploravam o sítio arqueológico de Hierápolis perceberam que a gruta funciona a pleno vapor até hoje: se um passarinho entra lá de bobeira, cai morto na hora. Isso chamou a atenção de Hardy Pfanz, especialista em vulcões da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

As ruínas da cidade ficam diretamente acima de uma área de intensa atividade geofísica – as fontes termais da região, inclusive, eram usadas pelos romanos para fins medicinais. Pfanz descobriu que, sob o templo, uma fenda no chão libera constantemente dióxido de carbono (CO2) na gruta.

Durante o dia, o gás tóxico, por causa do calor do Sol, sobe e se dispersa na atmosfera. Durante a noite, porém, ele fica próximo ao chão – formando uma espécie de “lago” transparente de 40 cm de profundidade ao redor do portão. Os detalhes estão em um artigo científico.

O pior horário é o anoitecer, quando a concentração de CO2  bate 35%. O boi, que naturalmente anda com a cabeça mais baixa que um ser humano, ficava em contato com mais gás que o sacerdote. Tonto por causa da intoxicação, se inclinava até mergulhar o focinho completamente na faixa letal de 40 cm. E aí morria. Nas palavras de Pfanz: “Eles meio que sabiam que o hálito letal dos guardiões do inferno atingia uma altura máxima muito bem definida”. Calhou que a força sobrenatural não podia ser mais natural.

FONTE: exame

2/25/2018

Exportação de animais vivos para abate dispara e vira alvo de batalhas na Justiça no Brasil

O que é bom, é que esta guerra está sendo noticiado em todos os países do mundo e isto tem conscientizado muita gente. 
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Uma guerra por um mercado de mais de R$ 800 milhões pode ter sua primeira batalha encerrada nesta quarta-feira, quando 27 mil bois vivos oriundos do Brasil desembarcam na Turquia depois de 15 dias de viagem pelo mar.

O navio saiu do Porto de Santos no dia 5 de fevereiro sob forte pressão de grupos de defesa dos animais - eles afirmam que os bovinos sofreram maus-tratos. Após protestos e processos, a Justiça chegou a proibir a exportação de carga viva em todo o país, mas suspendeu a decisão após o governo do presidente Michel Temer (PMDB) recorrer.

No entanto, a guerra deve continuar nos próximos meses: a expectativa é de que as exportações de animais vivos cresçam 30% neste ano ao mesmo tempo em que diversas ações judiciais tentam impedi-las.

O Brasil é um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) - um mercado de R$ 5,3 bilhões ao ano apenas no Brasil. A maior parte desse montante é de carne processada e congelada, ou seja, os animais são abatidos no Brasil e depois levados aos países compradores.

Há cerca de 20 anos, porém, o Brasil passou a vender também os animais vivos. Eles são transportados de caminhão das fazendas ao porto, colocados em grandes embarcações, viajam milhares de quilômetros pelo mar e, depois, são abatidos no país comprador.

Esse tipo de exportação vem crescendo ano a ano. Segundo Associação Brasileira dos Exportadores de Animais Vivos (Abreav), o Brasil vendeu 460 mil cabeças de gado em pé - nome técnico para a modalidade - em 2017, movimento de R$ 800 milhões e crescimento de 42% em relação a 2016.

"Nós estamos crescendo todos os anos e, em 2018, vamos aumentar as vendas em 30%", diz Ricardo Pereira Barbosa, presidente da Abreav.

A maior parte dos animais vai para países mulçumanos por uma questão religiosa. A carne consumida pelos religiosos deve ser cortada pela técnica halal.

Nesse tipo de corte, os animais devem estar saudáveis ​​no momento do abate, segundo explica Michel Alaby, secretário geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. "O animal é morto de cabeça para baixo e todo o sangue deve ser drenado", diz.

O nicho deve ser abatido por um muçulmano que tenha atingido a puberdade. Ele deve pronunciar o nome de Alá ou recitar uma oração que contenha o nome de Alá durante o processo, com a face do animal voltada para Meca.

Segundo a Câmara Brasil Árabe, as exportações de gados vivos para cinco países árabes, como Iraque e Egito, cresceram 75% nos últimos dois anos - de R$ 273 milhões em 2015 para R$ 412 milhões no ano passado.

Alaby diz que a indústria brasileira já é a maior exportadora de carne halal no mundo - a maior parte dos animais é abatida ainda no Brasil, por mulçumanos contratados exclusivamente para a técnica. Porém, segundo ele, governo árabes querem aumentar o número de empregos na pecuária e, por isso, preferem fazer o abate nos próprios países.

Em meio a esse rápido e acentuado crescimento, grupos e ONGs de defesa dos animais têm feito denúncias de maus-tratos sofridos pelos animais transportados. Hoje, existem ao menos dois processos em São Paulo e outro na esfera federal contra as exportações.

Houve maus-tratos aos animais no navio?
O navio com 27 mil bois que desembarca hoje à Turquia chegou a ser impedido de sair do Brasil pela Justiça - a carga foi avaliada em R$ 64 milhões. A embarcação Nada, de bandeira panamenha, estava carregada de animais da Minerva Foods, uma das maiores produtoras de carne no Brasil.

O caso começou a chamar a atenção depois que moradores de Santos reclamaram do mau cheiro e de excrementos deixados pelos caminhões que passavam pela cidade. Depois, a ONG Fórum Nacional de Proteção e Defesa de Animal entrou na Justiça para impedir que o navio deixasse o país, alegando que os animais estavam sofrendo maus tratos.

O processo chegou ao juiz federal Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara Civil de São Paulo, que nomeou a veterinária Magda Regina, funcionária da Prefeitura de Santos, para realizar um laudo técnico sobre a situação dos animais dentro do navio.

O magistrado perguntou: "De que maneira são acondicionados em caminhões ou embarcações os animais transportados para o exterior?". No documento, a veterinária respondeu que havia entre 27 e 38 bois em cada veículo e que fitas adesivas foram coladas nos orifícios laterais, "visando dificultar inspeção externa de terceiros".

Ela escreveu: "Os animais, uma vez aprisionados dentro dos caminhões enfrentaram viagens entre 8 a 14 horas de trajeto. Muitos caminhões e suas caçambas dispunham de varetas com pontas metálicas conectadas ao sistema elétrico do veículo, cujo objetivo é impedir mediante descargas elétricas que os animais se deitem no assoalho do veículo".

Regina apontou que, durante o embarque que durou uma semana, as baias do navio não foram lavadas. "A imensa quantidade de urina e excrementos produzida e acumulada nesse período propiciou impressionante deposição no assoalho de uma camada de dejetos lamacenta."

Ela afirmou ainda que funcionários do navio lhe disseram que, após a lavagem, os dejetos são jogados no mar - cada boi produz cerca de 30 quilos de fezes por dia.

"Os dejetos acumulados pelo processo de limpeza têm então seu conteúdo descartado, sem qualquer tratamento, ao mar. Esse descarte ocorre periodicamente, dependendo da velocidade do navio em curso."

Segundo o laudo, o navio tinha três veterinários para cuidar dos 27 mil animais - um para cada 9 mil cabeças. Também apontou: "Em setor específico do navio, vulgarmente denominado Graxaria, foi constatada a presença de um equipamento destinado a triturar os animais mortos, cujo resultado do trituramento é também lançado ao mar", escreveu a veterinária.

Outra vistoria foi feita no navio ao mesmo tempo que Magda Regina realizava a sua. Os resultados, no entanto, são totalmente divergentes.

Os auditores fiscais do Ministério da Agricultura, Paulo Roberto de Carvalho Filho e Felipe Ávila Alcover, afirmaram que não houve maus-tratos e que o navio seguia todas as regras da Organização Mundial da Saúde Animal.

"Os animais apresentavam expressão de tranquilidade, ausência de dor, ansiedade ou estresse térmico. Se aproximavam com curiosidade do toque humano, sinal de que não são tratados com rudeza e acostumados ao arraçoamento por tratador", escreveram.

Disseram também que os bovinos estavam bem alimentados e que os decks da embarcação tinham piso adequado - a lavagem era feita normalmente, a cada cinco dias.

'Inferno na terra'
Enquanto o navio recebia os bois, manifestantes protestavam em frente ao Porto de Santos - reuniram até 500 pessoas.

O biológo Frank Alarcón, ativista da defesa dos animais, também conseguiu entrar na embarcação.

"Posso resumir o que vi em uma frase: um inferno na terra", diz. "Cada animal tinha 1 m² de espaço, e você sabe que um boi tem mais do que isso. Eles estavam mergulhados nas fezes, no vômito, na urina. Alguns se deitavam em cima de outros", afirma.

Para Ricardo Pereira Barbosa, presidente da associação das empresas exportadoras, não houve maus-tratos no navio. "Todos os barcos estrangeiros seguem a norma da Organização Mundial da Saúde Animal. Da nossa perspectiva, não houve maus-tratos", disse.

A Minerva Foods, dona da carga, afirmou que o manejo dos animais segue todos os procedimentos adequados para preservar o bem-estar dos animais durante o transporte, embarque e no decorrer da viagem.

Não é a primeira vez que a empresa se envolve em uma polêmica sobre essa modalidade de comércio. Em outubro de 2015, um navio com 5 mil animais dela naufragou em Barcarena, no Pará. Milhares deles morreram afogados - a companhia foi processada.

O que a Justiça decidiu
Depois do laudo técnico da veterinária, o juiz federal Djalma Moreira Gomes decidiu, em liminar, suspender a exportação de animais vivos em todo território nacional, até que os países de destino "se comprometam, mediante acordo inter partes, a adotar práticas de abate compatíveis com o preconizado pelo ordenamento jurídico brasileiro".

Na decisão do dia 2 de fevereiro, o magistrado afirmou que as condições de higiene no navio Nada "eram muito precárias". Para ele, o transporte deveria assegurar o bem-estar dos animais.

Gomes escreveu ainda: "É dizer, alguém sendo dono de uma cadeira e de um cão, poderia, sem qualquer recriminação de ordem jurídica, despedaçar a cadeira e atirar seus cacos na caçamba de lixo. Porém, seria inconcebível que mesmo sendo dono do cão, pretendesse fazer com o animal o mesmo o mesmo que fizera com a cadeira".

A proibição do transporte dos animais foi comemorada por ativistas e ambientalistas, mas acendeu um sinal amarelo no setor agropecuário e também no governo federal.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, encontrou-se com o presidente Michel Temer para falar do caso. "Este assunto é bastante complicado. Os bois já estão embarcados, sendo alimentados por ração vinda de outros países. Descarregar estes animais conforme a Justiça determinou traz um problema sanitário. Além de já ser um problema diplomático", afirmou à Agência Brasil no dia 4 de fevereiro.

Maggi é ligado ao setor agropecuário brasileiro - a empresa de sua família, a Amaggi, é uma das maiores exportadoras de soja do país. Boa parte de sua campanha para o Senado pelo PR em 2010 foi financiada por frigoríficos e por empresas de alimentos.

No mesmo dia, a AGU (Advocacia-Geral da União) pediu à Justiça a suspensão da liminar. Argumentou que a proibição "implicaria em grave lesão à ordem administrativa, à saúde pública e à economia pública, podendo submeter o setor agropecuário brasileiro a risco".

A AGU também afirmou que o navio tinha condições adequadas e que cabe apenas ao Ministério da Agricultura calcular o risco sanitário do transporte internacional de animais.

Às 19h50 do domingo, O Tribunal Federal Regional da 3ª Região acatou o pedido do governo Temer e liberou as exportações. O navio Nada saiu do país horas depois.

Na semana passada, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) multou em R$ 450 mil o Ecoporto Santos, onde o navio atracou. Segundo a Cetesb, o local não tinha licença ambiental para fazer embarque de carga viva.

O Ecoporto Santos afirma que vai recorrer e que foi surpreendido pela multa, "pois entende que a operação foi realizada em estrita observância às legislações que regulamentam está modalidade de operação".

A guerra continua
Outros três processos devem continuar nos próximos meses, colocando as exportações de animais vivos sob o crivo da Justiça.

"Nosso objetivo é barrar essas grandes exportações de animais. Elas se tornaram vultuosas. Não queremos destruir a economia, nós queremos só um pouco de respeito com os animais", explica a advogada Letícia Filpim, vice-presidente da Abra (Associação Brasileira dos Advogadas Animalistas).

Para o biólogo Frank Alarcón, as exportações em grande quantidade ferem os direitos dos animais. "Sem contar as questões ambientais, pois dejetos são jogados no mar, há pontos éticos: você submete animais de cognição complexa a enclausuramentos em locais minúsculos, sujos, e faz viagens marítimas por semanas", diz ele, que faz parte do Partido Animais. "Os animais são expostos a tempestades e calor intenso. Não há nada que amenize esse sofrimento."

Michel Alaby, da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, afirma que dados dos países compradores apontam que 3% dos animais chegam mortos ao destino.

A guerra jurídica não assusta Ricardo Pereira Barbosa, da associação dos exportadores. "Fazemos isso há 20 anos. Por que agora, que o mercado cresceu 42%, houve todos esses protestos? Estamos em ano de eleição e existem pessoas querendo se aproveitar da repercussão", afirmou, citando deputados estaduais que compareceram às manifestações.

Ele completa: "Nós vamos conversar com o governo para aprimorar a legislação. Mas mesmo com protesto, com reclamação, as vendas vão continuar".

FONTE: BBC
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ATUALIZAÇÃO:
Navio com 25 mil bois chega à Turquia após 16 dias de viagem

2/09/2018

Encontros de pit bull para testar a ferocidade são promovidos na Turquia

Gente do Céu, olha nas mãos de quem os cães desta raça estão..... Veja um encontro para treiná-los para lutas com alegação de testar sua ferocidade e vontade de lutar. Um criador da Turquia promove estes encontros para qualificar os pits para serem vendidos com padreadores. Que doideira, meu Deus! Não podemos esquecer jamais que protegemos cães e não raças.....
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Nenhuma luta com animais é permitida no Youtube, (instigado pelos humanos), mas esses cães estão sendo testados em sua agressividade e ferocidade. Todos temos que banir a criação destes cães no mundo inteiro. É horrível assistir estes vídeos sem que possamos fazer alguma coisa.

Fonte: LiveLeak

2/06/2018

Atualização sobre o gado que partiu do Porto de Santos

Gente, a sensação de fracasso passou na cabeça de muita gente, incluindo a minha. Mas, depois de uma noite de choro, limpamos a poeira e vamos em frente. Temos muita luta, principalmente, porque ainda está velando a decisão de proibir a saída de qualquer navio com animais vivos. É provável que percamos esta decisão, mas, até lá temos que nos organizar para ajudar às ONGs que estão à frente desta demanda. Vamos ver o que se consegue.....
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MATÉRIAS QUE DEVEMOS CONSIDERAR MUITO
Ministro diz que Brasil não vai avançar na questão de bem-estar animal nesse momento
Governo derruba liminar e navio com mais de 25 mil bois deixa o Porto de Santos
Justiça Federal denuncia abusos na exportação de gado vivo com imagens inéditas
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TEXTO MUITO BOM PARA FIRMAR CONVICÇÃO
 Ativistas animalistas do Brasil precisam de ajuda internacional

Nos últimos dias, ativistas pelos Direitos Animais no Brasil vêm sofrendo ataques e ameaças por parte de pecuaristas e outros atores que se beneficiam financeiramente da indústria da carne.
Em uma conquista histórica, ONGs animalistas conseguiram impedir judicialmente o embarque de animais vivos para exportação em todos os portos do Brasil.
Contudo, após descumprir as decisões anteriores, em manobra muito mais política que jurídica, os ruralistas, encabeçados pelo Deputado Federal Beto Mansur,  o Ministro da Agricultura e Pecuária, Blairo Maggi e o Presidente Michel Temer, conseguiram, em cerca de 24 horas, que a Desembargadora Federal Diva Malerbi voltasse atrás e alterasse sua decisão, determinando a imediata partida do navio NADA, com 25 mil bezerros e garrotes a bordo.

A embarcação, de bandeira panamenha, zarpou às 0:30 de 5/2/18 rumo à Turquia, onde serão engordados e mortos segundo as tradições locais.
A suspensão nacional dos embarques, porém, continua valendo. Mas os ativistas temem que seja apenas questão de tempo até que o poderio da bancada ruralista reverta também essa situação, apesar das fartas provas do sofrimento a que são submetidos os animais nessa modalidade de transporte. Uma veterinária indicada pela Justiça inspecionou o navio e emitiu um laudo que evidencia de forma chocante o que até então era banalizado, a pretexto de atender as normas de “bem-estar animal”, criadas pelo próprio governo brasileiro, interessado em fomentar esse mercado.

Fezes, urina, mau cheiro, calor, superlotação, privação de água e alimento foram algumas das condições inaceitáveis descritas no documento. Ainda assim, não foi possível deter o lobby do agronegócio.

“NADA” estava atracado no porto de Santos desde o dia 25/1, quando começaram a ser embarcados as dezenas de milhares de animais, de “propriedade” da empresa Minerva Foods. Desde então, enquanto advogados animalistas buscavam nos tribunais o impedimento da operação, ativistas tentavam bloquear, com o próprio corpo, a passagem das carretas que traziam os animais, ocasião em que eram registradas imagens dos animais sob maus-tratos no interior dos caminhões. Por diversas vezes, os ativistas – que acampavam em frente ao porto - quase foram atropelados e eram retirados de forma truculenta pela Guarda Portuária.

Com a partida desse navio, é preciso que o mundo saiba o que ocorre com a “carne” brasileira e que o país siga impedido de embarcar novos animais, sobretudo no momento em que mais três imensos navios boiadeiros se aproximam da costa brasileira.
Além disso, é necessário destacar o impacto ambiental causado pela exportação de gado vivo, se considerarmos, por exemplo, as toneladas de dejetos e corpos despejados no oceano ao longo da viagem.
Por essa razão, aqui do Brasil, pedimos que ativistas pelos Direitos Animais no mundo façam ecoar mais esse grito de desespero dos animais. Ainda, como último ato de compaixão, que possam acompanhar o desembarque desses animais, aqueles que sobreviverem às viagens nos navios da morte a partir deste lado do planeta. (João Rodrigues filho - advogado)

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TEXTO IMPORTANTE A SER LIDO PARA MAIOR COMPREENSÃO
Escravização animal, economia política e poder mundial
[Dr. phil. Sônia T. Felipe]

Os donos do gado encarcerado no NADA devem ter feito as contas. Se desembarcassem, gastariam fortunas para retransportar quase 30 mil animais de volta para o campo de onde foram levados no dia 25 ou 26, mais a água, a comida e os custos de desova dos mortos por exaustão, além de o espaço que eles precisariam para seguir na "finalização", para serem abatidos neste território, já estar preparado para receber outros 30 mil que partirão daqui a meio ano.

Matar todos e destinar seus restos para a indústria de rações, destino usual de todos os restos da matança "humanitária", teria sido problemático, porque esta indústria deveria estar com uma demanda de quase sete mil toneladas de matéria morta para ser processada em 24 horas, ou acondicionada sob refrigeração para não ser desmontada pela cadaverina e a putrescina, gases altamente tóxicos e letais a quem os respira diretamente, liberados pela descarboxilação de proteínas animais. Por isso, cadáver fede do jeito que fede, sem distinção de raças, classes, ideologias ou espécies biológicas. Claro, uns fedem mais que os outros. E dizem que o nosso é um desses.

Devem ter calculado tudo e comparado ao custo de forçar a viagem com a maior parte da "carga" estropiada pela sede, a fome e os machucados dos tombos em piso escorregadio. Então, com a planilha excel em mãos, seguiram para o chefe do poder executivo, cujas campanhas também tiveram contribuições do agronegócio, como, aliás, as tiveram as de mais de 300 candidatos e 21 partidos nas últimas eleições, auxiliados pela JBS-"Feriboi".

Em águas oceânicas, NADA como um tritura-dor para desovar todos os cadáveres, ainda que ao destino mortal cheguem apenas uns 10 mil dos quase 30 mil que já estão sacolejando e derrapando em urina e fezes naqueles porões assombrados pela acidez do ar e dos dejetos. Estes animais terão sofrido torturas indescritíveis por mais de 25 dias quando e se forem desembarcados vivos no Porto de Iskienderun, na orla mediterrânea da Turquia.

Os que estiverem fraturados pelas quedas inevitáveis e já não puderem subir nem descer as rampas imundas e escorregadias do navio para os caminhões, serão içados por uma perna só, mesmo se for a perna fraturada, para fora do porão. Nenhum deles terá tratamento suave. Abate "halal" é hoje um nome tão comercial quanto "abate humanitário". A única diferença é que em um lado do mundo temos os cristãos "humanitários" e em outro lado temos os islâmicos "halal".

Ao final do almoço, todos lambem os beiços cheios de gordura animalizada, pois sem distinção de credo, raça ou ideologia, todos engolem nacos de animais que passam pelo inferno antes mesmo de rumarem para fora do corpo dilacerado.

Os ativistas escrevem, na maior frustração: "Perdemos!". Prefiro manter a lucidez e seguir constatando que os únicos perdedores de fato são os animais mortos para comilança, seja deste lado do mundo ou do outro lado do mundo. Nós não perdemos nada.

Nós aprendemos a abrir bem os olhos para finalmente enxergar que a política internacional e a economia da escravização de animais estão muito bem assentadas no meio do prato de cada cidadã e cidadão que segue a dieta omnis vorax mortal. Comer carnes, laticínios e ovos é uma escolha política mais poderosa do que votar nas eleições, fingindo que na tecla verde está embutido o poder do indivíduo. Não. Nosso poder está embutido na compra de restos mortais animalizados para a rotina dietética sangrenta. Sem inocência. Sem perdas. Só perdem os inocentes. Animastê!
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André Trigueiro no seu programa de domingo na CBN


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Um vídeo para todos mandarem para amigos que não sabem do que rola em matadouros

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Matéria do Globo News/EstudioI.... André Trigueiro mandou ver....

12/05/2017

Soldado tortura gato na porta do Clube dos Oficiais do Exército Turco

Fala sério, pelo amor de Deus!!!!!! como um "serumano" pode se comportar de forma tão covarde?
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As imagens tiradas na frente do Clube dos Oficiais do Exército da Erzincan explodiram nas mídias sociais ao máximo. No incidente refletido na câmera de segurança, a tortura inacreditável que um soldado fez com um pequeno gato provocou enorme reação. Taner H., supostamente
bêbado durante o episódio e depois de ter sido denunciado por cidadãos, foi detido e encaminhado ao judiciário hoje pela manhã.  

Depois que a violência se difundiu nas mídias sociais em um curto período de tempo, houve uma grande reação dos cidadãos erzinques. Muitas pessoas que assistiram o vídeo foram parar na frente dos alojamentos militares até altas horas da noite para saberem qual será a penalidade militar que o soldado receberá.  


O governador de Erzincan, Ali Arslantaş, fez uma declaração escrita sobre o assunto dizendo: "Foi entendido que ele havia bebido muito, mas, imediatamente exigimos a atuação da justiça".  

O ministro do Interior, Süleyman Soylu, também fez uma declaração no Twitter. Soylu, que primeiro compartilhou a mensagem disse: "Imediatamente dei ordem para o caso ser investigado e quero que saibam que estou bastante interessado na investigação judicial e administrativa".  

De Istambul, o deputado Sezgin Tanrıkulu, respondeu ao primeiro-ministro Binali Yildirim à presidência do Parlamento sobre a questão.  "Quando as penalidades na Lei de Proteção dos Animais 5199, que são inadequadas e disfuncionais na prevenção de crimes contra animais, serão organizadas para satisfazer a consciência pública?  

Fonte: Hurriyet
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"


Porto de Santos manda animais para uma morte cruel

Pois é... mais um porto brasileiro a mandar animais para uma morte cruenta e sem insensibilização.... Queria ter 30 anos menos, saúde e disposição para lutar contra esta meleca.... Ativistas amigos, metam bronca aí em Santos.... são 27 mil animais indo para a Turquia para morrerem do jeito que todos nós sabemos.... Apoiem a campanha. Acompanhem o assunto AQUI.
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Há quase duas décadas cais santista não movimentava "carga viva".

Mais de 27 mil bois que eram criados em fazendas no interior de São Paulo estão sendo embarcados no Porto de Santos, no litoral do Estado, em um navio com destino a Turquia. A megaoperação deve durar até cinco dias e marca a retomada de movimentação de "carga viva" no complexo portuário santista após quase duas décadas.

A operação teve início na noite de quarta-feira (29), mas foi intensificada ao longo de quinta-feira (30), quando o cais passou a receber por hora três caminhões com 90 cabeças de gado cada. Os animais são procedente de fazendas localizadas em Altinópolis e em Sabino, distantes 500 quilômetros do litoral, aproximadamente.



Assim que chegam ao terminal portuário, os caminhões se posicionam de modo que os animais entrem em um corredor e depois passem por uma plataforma até embarcar no navio Nada, capaz de receber até 30 mil bois. A embarcação, de 12 decks (andares), possui veterinários e vaqueiros entre os 80 tripulantes.

"Essa operação tem muito a ver com o momento que o porto vive. O exportador começou a procurar alternativa e Santos sempre foi colocado como um porto difícil e caro, mais dedicado a outras cargas. Ela mostra que há como atender essa demanda", explica o diretor comercial do terminal Ecoporto, Luiz Araújo.


Os trabalhos foram planejados nos últimos meses e contaram com o apoio da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pela equipe da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).

A aparente inexperiência na movimentação de animais Porto de Santos preocupou os envolvidos na operação. "Os fiscais do Mapa estão monitorando tudo. Tudo está muito limpo, diferente do que nós imaginamos anteriormente. O fluxo de carretas também está ocorrendo normalmente, sem problemas", afirma Araújo.


A Codesp, que participou desse planejamento, prospecta oportunidades. "O porto tem que atender todas as demandas. Foi colocada uma nova possibilidade e ela está sendo adotada. Toda a cadeia logística está se mostrando favorável", explica o diretor de Relações com o mercado da estatal, Cleveland Sampaio Lofrano.

A perspectiva é que, em janeiro de 2018, um novo embarque de cabeças de gado deva ocorrer no cais santista. Tudo depende do resultado desta operação, prevista para terminar até segunda-feira (4), após o recebimento de todos os animais que deverão ser transportados até o porto em cerca de 300 caminhões.

As cabeças de gado tem como destino o Porto de Iskenderun, no Mar Mediterrâneo. A navegação dura aproximadamente 15 dias e os animais serão alimentados com pelo menos 60 toneladas de ração, que também foram embarcadas em Santos. Na Turquia, eles seguem para fazendas e, posteriomente, para consumo.

O Nada, conforme informações oficiais, é considerado o maior navio em operação no mundo voltado para o transporte de animais vivos. Construído em 1993 para carregar contêineres e cargas de projeto, foi adaptado na última década. A embarcação tem 201 metros de comprimento e 32 metros de largura (boca).

A última vez que o Porto de Santos movimentou esse tipo de "carga" ocorreu em 2000, mas na direção inversa. Na ocasião, foram importados ao país pelo menos 647 avestruzes provenientes da Espanha, que foram descarregados no cais do Paquetá. No Estado, "cargas vivas" tem maior movimentação no porto de São Sebastião.

Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Fotos: Renan Fiuza/G1)

Fonte: G1

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