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2/19/2019

Vídeo: Resgate de animais em canil interditado termina após cinco dias

O resgate de mais de 1,5 mil cães de um canil interditado por suspeita de maus-tratos terminou na tarde deste domingo (17), em Piedade (SP). A Justiça também negou o pedido de mandado de segurança da dona do canil Céu Azul.


Fonte: G1/TVTEM

2/14/2019

Polícia encontra canil clandestino com mais de mil cães em Piedade - Sorocaba - SP

Gente do Céu, olha a construção que estavam fazendo para ter mais cães para explorar.... Lembra muito aquelas  fazendas de criação americanas..... Pior vai ser o que fazer com estes 1000 cães...
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Animais estavam em uma propriedade do bairro Goiabas e apresentavam sinais de maus-tratos
Cachorros estavam separados em baias sem higiene.  
A Polícia Militar Ambiental encontrou um canil clandestino no bairro Goiabas, em

12/19/2018

Garça é encontrada com lacre no bico

ATUALIZADA AO FINAL
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Que bom que existe um grupo tentando pegar a pobrezinha.
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Todo mundo sabe que jogar lixo no chão não é certo né. A sujeira na rua vai parar nos córregos, nos nossos rios. E quem mais sofre com isso é o meio ambiente. Em Sorocaba, uma garça foi encontrada com um anel de plástico enroscado no bico. Ela foi vista no fim de semana e de

3/13/2018

Zoológico é alvo de denúncias de maus-tratos - Sorocaba

Que prefeito meleca, não? e, sinceramente, ando muito descrente da justiça.... A denúncia vem sendo feita desde julho do ano passado às autoridades e as barbaridades continuam acontecendo. Publiquei ao final os vídeos citados na matéria mostrando aves vivas sendo jogadas para os felinos.... comida podre....
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Um urso abrigado em gaiola inadequada para o seu tamanho, relatos de "sustos" em macacos com práticas de afogamentos em um lago, pato vivo lançado para alimentar felino, cachorros de rua também usados para a alimentação de animais, uso de medicamentos vencidos nos bichos e até invasão de viciados em drogas. Estas denúncias de maus-tratos têm como cenário o Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, cartão postal de Sorocaba. Foram publicadas em vídeos e fotos na página do Facebook do ambientalista e ex-vereador Gabriel Bitencourt, e ganharam repercussão nas redes sociais.

Informada sobre essa situação e perguntada sobre quais serão as providências, a administração municipal deixou claro que a Corregedoria-Geral da Prefeitura de Sorocaba instaurou um processo para investigar essa denúncia em julho do ano passado. E o processo de apuração ainda não foi concluído, segundo consta de nota divulgada pela Secretaria de Comunicação e Eventos (Secom).

Na descrição dos vídeos e fotos, narradores informam que obtiveram as informações e as imagens em várias situações em que estiveram no zoológico, com gravação sem que as pessoas com as quais interagiam soubessem. Num dos trechos, o narrador conta que a prática de afogamento de macacos (traduzida pela expressão "dar um caldo") tinha o objetivo de causar susto nos animais para que eles não fugissem de uma ilhota, localizada no lago do zoológico, onde vivem.

O assunto também causou impacto na sequência de indignação pública provocada pelo abandono de dois cachorros, sábado passado, na rua Ministro Salgado Filho, na Vila Fiori. Nesse caso, a Comissão de Proteção Animal da OAB/Sorocaba enviou notícia-crime ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) para que o órgão determine investigação policial com o objetivo de identificar os autores do crime de abandono dos dois animais.

"Ave indefesa" 
Gabriel Bitencourt também publicou na sua página da rede social o artigo "Os zoológicos e sua realidade invisível". no qual diz que divulgou o teor de um áudio que havia recebido e que foi gravado no interior do zoo. "Nele, um dos funcionários contava, e defendia seu ponto de vista, que "dava caldos" rápidos afogamentos em macacos para que eles não fugissem da ilhota em que habitam", ele descreveu

Também afirmou que recebeu um vídeo que confirma "uma suspeita de muitos: vários tipos de animais vivos são dados como comida para aqueles que se encontram enjaulados no zoológico. O vídeo em questão mostra um pato que foi jogado vivo na jaula de um felino." E lamentou: "Choca ver uma ave indefesa, sem qualquer perspectiva de fuga sendo abatida pelo felino."

FONTE: jornalcruzeiro
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MATERIAL CITADO NO MEU COMENTÁRIO

Causa Animal Sorocaba 5 de março às 08:45 · Infelizmente foi abafado o caso de torturas em macacos dentro do Zoo Municipal de Sorocaba/SP. Mas provas da crueldade que acontece ali dentro continuam chegando. Estagiários confirmam que aves vivas são atiradas aos felinos e lobos. Há relatos absurdos de que cães de rua que viviam no entorno da portaria foram capturados e tiveram o mesmo destino. Pelo amor de Deus, vamos salvar os animais da barbárie.

Causa Animal Sorocaba 28 de fevereiro às 13:47 · Torturar animais é crime. Pior quando a tortura é praticada em locais onde supostamente a lei deveria ser respeitada. O ZOO de Sorocaba /SP foi alvo de denúncias de que macacos estariam sofrendo afogamento forçado para fins de controle de comportamento. Ao tomar conhecimento das denúncias a prefeitura está tentando de todas as maneiras abafar o caso. A prefeitura quer que a demora pela apuração enfraqueça o caso e o leve para o esquecimento. Os ativistas da causa animal são taxados de malucos. As provas são desqualificadas. Só podemos recorrer à divulgação pelas redes sociais para ajudar os bichos. COMPARTILHE, os animais estão à mercê de sádicos.

12/26/2017

Morador de rua reencontra cão equilibrista em Sorocaba

Eu acredito no sentimento dele e o quanto o cão ajuda na sua sobrevivência.... As imagens não mostram a verdadeira relação dele com o cão.... Então, fica difícil avaliar se eles são, realmente, felizes juntos....
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Junior ficou conhecido nas ruas de Sorocaba (SP) por pedir esmola com o Spyke sobre os ombros. Cachorro desapareceu na semana passada, mas foi devolvido ao rapaz dois dias depois.

Há quem duvide da magia do Natal, mas esse não é o caso do Wilson Aparecido da Silva Junior, morador de rua que havia perdido o seu maior parceiro na semana passada: o cachorro Spyke. O G1 conversou com ele. (Assista ao vídeo abaixo)

Junior, como ficou conhecido pelas ruas de Sorocaba (SP) por pedir esmola equilibrando seu pet nos ombros e cabeça – manobra chamada por ele de “a arte do Spyke” -, agora está com o sorriso estampado no rosto ao reencontrar o amigo e saber que terá sua companhia durante a noite de Natal.

“Agora é só alegria. Estou muito feliz de terem encontrado o Spyke e me devolvido. Tenho ele desde os quatro meses de vida. Ele é meu amigão”, diz o rapaz, de 23 anos. Spyke sumiu na madrugada de quinta-feira (14) enquanto Junior dormia na calçada sob a cobertura de um comércio no bairro Campolim, na zona sul da cidade.


O apelo para encontrar o Spyke foi feito pelo publicitário Deijivan Hanavan, que ao ver a preocupação do homem sem saber o paradeiro do animal, resolveu ajudá-lo. "Ele estava parando as pessoas no sinal com uma foto do Spyke na mão para perguntar se alguém o viu. Também estava muito triste e disse que ninguém tinha visto o cão", relatou o publicitário no dia que postou o vídeo em uma rede social.



De casa para as ruas
Junior conta que saiu de Nova Fátima, cidade com pouco mais de 8 mil habitantes no interior do Paraná, para tentar a sorte em um município com mais oportunidades. Com 18 anos, ele conta que deixou a casa dos pais em busca de espaço, tanto no mercado de trabalho quanto “físico”. “A gente é pobre e a casa é pequena. Não tem muito espaço. Eu quis tentar uma vida melhor.”

O rapaz deixou a cidade paranaense com uma densidade demográfica de 28,75 habitantes por quilômetro quadrado e escolheu Sorocaba, com quase 700 mil pessoas, e mais de 1,3 mil habitantes por quilômetro quadrado, segundo Censo do 2010 do IBGE.

Morador de rua tem nome de cão tatuado no peito (Foto: Arquivo pessoal) 

A escolha foi por ter parentes na cidade paulista. E foi uma tia de Sorocaba que lhe deu o Spyke, ainda com quatro meses de vida. Entretanto, Junior relata que logo depois teve desentendimentos e precisou deixar a casa, ganhando as ruas junto com seu novo amigo.

“Não sou criado com a família daqui [Sorocaba]. Existe uma certa diferença... Como meu pai me falou: ‘Mesmo que a gente esteja certo, a gente tem que ficar quieto, escutar e deixar.’”

Foi neste momento que ele deixou tudo para trás, menos o Spyke, e passou a conviver na rua entre os carros em busca de algumas moedas. “Eu tento levar para as pessoas o amor entre um cachorro e um homem. Porque, às vezes, quanto mais eu conheço o ser humano, mais eu amo o meu cachorro. Quanto mais eu vivo nessa vida, mais eu amo o Spyke.”


Em busca de trabalho
Apesar da escolha de viver nas ruas, o dono do Spyke afirma que deseja sair dessa rotina e ter um lar onde possa morar com seu “amigão". Mas para isso precisa de um emprego para se manter financeiramente. Há cinco anos em Sorocaba, Junior conta que chegou a trabalhar como servente de pedreiro, ajudante e limpador de vidro, este último diz ter até especialização.

“A gente que tem só segundo grau e não tem muito curso, é muito difícil arrumar emprego. Já cheguei a entregar 40 currículos e não fui chamado.”


Enquanto aguarda uma oportunidade de trabalho e chance de mudar sua vida, ele continua apresentando aos motoristas em Sorocaba a “Arte do Spyke” por uns trocados. Sem saber onde vai estar na noite de Natal e como será sua ceia, uma coisa ele diz ter certeza: vai ser na companhia do Spyke. “Meu amigão está de volta. Estamos aí na atividade, levando o nosso amor, nosso carinho para as pessoas. Todo mundo tem problemas, o resto é o resto”, finaliza.

Fonte: G1 

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