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9/15/2018

Voluntário recolhe lixo da Lagoa de Jacarepaguá e alerta para a importância da preservação do meio ambiente

Gente, é um exemplo que deveríamos todos seguir.... Tem tanta gente que mora naquelas bandas de Jacarepaguá e Barra que bem podia dar ma força ao Zé da Lagoa que além do trabalho voluntário, ainda cata latinhas para comprar gasolina para o motor do barquinho que ele mesmo fez...... Dose!!!!! onde andam a Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura e os órgãos estaduais?

9/14/2018

Foca-caranguejeira encontrada no Recreio volta para o mar Leia mais: https://oglobo.globo.com/rio/foca-c

Que coisa mais linda, não? ainda bem que os cariocas se comportaram civilizadamente..... Ninguém incomodou a foca que acharam que era um leão marinho.....
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Foca-caranguejeira encontrada no Recreio volta para o mar; veja o vídeo. Animal parou para descansar na orla carioca nesta sexta-feira
RIO — A mais ilustre visitante em terras cariocas neste feriadão deixou o Rio na manhã deste sábado. Hospedada há

7/28/2018

Pesquisadores fazem imagens raras de orcas no Rio de Janeiro

Estes animais são magníficos!!!! lindos!!!! majestosos!!!!!! Que possam viver longe dos humanos sem serem caçadas....
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Animais costumam nadar em águas frias. As duas fêmeas adultas mediam entre 4 e 5 metros de comprimento, segundo bióloga do projeto Ilhas do Rio.
Imagens raríssimas de duas orcas fêmeas foram registradas, na terça-feira (24), no

7/19/2018

Agora é lei: eutanásia de cães e gatos é proibida no estado do Rio

Gente, ainda tinha CCZ aqui do Rio que praticava extermínio de animais saudáveis? Gostaria muito de saber qual era para comunicar sobre esta lei, né mesmo? Em São Paulo tem uma lei do gênero, mas, eu sei que muitos municípios daquele estado ainda faziam matança.... Foi uma boa legislação. Agora, aqui no Rio, não sei mesmo algum CCZ que matasse animais recolhidos da rua. A

6/25/2018

RESGATE: Gavião ferido após se chocar com carro é resgatado no Rio

Tem gente que não acredita, mas, o Rio de Janeiro tem muito gavião, maritacas, tico-tico, pombos, e outros tantos a vontade..... Até gavião carcará já fotografei da minha casa.... Tenho sentido falta das rolinhas e pardais. Enfim, os perigos da cidade grande coloca eles em terríveis acidentes..... como este.... Tomara que se recupere bem.
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Ave foi encontrada em canteiro de via expressa
Um gavião com ferimentos em uma das asas, causados provavelmente após um choque com um carro, foi resgatado por agentes da Patrulha Ambiental da Prefeitura do Rio, nesta sexta-feira, no Bairro de Jardim América, na Zona Norte do Rio. A ave estava no canteiro de uma das pistas da Avenida Brasil, próximo a um motel.

O gavião foi resgatado após o Linha Verde do Disque-Denúncia (2253-1177), projeto voltado para o meio ambiente, ter recebido uma ligação de um homem que dizia ter encontrado a ave.

Ela foi encaminhada ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS) , onde após receber tratamento, será solta em seu habitat natural. Quem quiser solicitar ao linha Verde o resgate de qualquer animal silvestre ferido no Rio , pode ligar para o telefone 2253 1177.

FONTE: oglobo

6/13/2018

MAIS UM? Estado do Rio vai ganhar Conselho Estadual de Proteção dos Animais

Olha, nem vou falar nada porque cansei..... Não sei porque as pessoas não agem ao invés de ficar nesta masturbação mental..... A causa precisa de ação, pô!!!! Conselho (mais um feito para plataforma eleitoral) onde a maioria não sabe meleca nenhuma sobre a causa, me dá um entojo danado.... Vou vomitar!!!!
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Órgão será responsável por propor políticas de proteção dos animais e a lei foi publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira

O Estado do Rio deverá criar um Conselho Estadual de Proteção dos Animais (Conepa), que será responsável por propor diretrizes para a política de proteção dos animais. A determinação é da Lei 7.983/18, de autoria do deputado Paulo Ramos (PDT), que foi sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão e publicada no Diário Oficial do Executivo nesta segunda-feira (11/06).

De acordo com a medida, o conselho será composto por 22 representantes, sendo 11 integrantes de órgãos públicos estaduais e 11 representantes da sociedade civil, indicados pelos conselhos de Medicina Veterinária e de Biologia, e por associações protetoras dos animais. O Conepa também será responsável por promover palestras, debates e divulgação de informações sobre o tema.

“Os protetores de animais precisam ter um instrumento para elaboração e realização de políticas públicas em prol dos animais, e um conselho é uma oportunidade. Essa é uma luta que mobiliza muitas pessoas, que precisa do apoio do poder público para que a proteção aos animais seja efetiva”, avaliou

FONTE: odia

5/16/2018

FURADA: Vereador vai ao Conselho de Vets e fica sabendo que castramóvel não é urna eleitoral

Gente, me fala só uma coisa: como um vereador faz um "projeto de lei" desnecessário, inconstitucional (com a cumplicidade pela assinatura do Prefeito Crivella que o transformou em lei) e só depois vai no Conselho de Veterinária para saber o que tem pra fazer para um castramóvel funcionar? E ainda tem gente que aplaude toda esta imoralidade!!!!!! Ainda bem que o Presidente do Conselho, esclareceu as exigências impostas por Resolução a respeito deste tipo de programa de controle populacional. 

Jesus, alivia meu karma de falar e ninguém querer ouvir!!!!!! Quero ver o projeto funcionar no que ele chama de áreas carentes..... Fala sério!!!!! o trailler da SUIPA levou tiro e foi roubado porque a violência destes locais é grande..... E o "bonitão" ainda quer que a prefeitura assuma a montagem e despesa do funcionamento do castramóvel só para ele fazer campanha política? Usar o nosso dinheiro? Socorro, me tira o tubo!!!!!!
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Da esquerda para a direita: assessor da presidência do CRMV-RJ, André Siqueira; vereador e autor do projeto de castramóvel na cidade do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Ramos Filho; e presidente do CRMV-RJ, Romulo Spinelli
O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Romulo Spinelli, e o assessor da presidência do CRMV-RJ, André Siqueira, reuniram-se, nesta quinta-feira (10), com o vereador e presidente da Comissão dos Direitos dos Animais, da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Ramos Filho (PODE), autor do projeto de castramóvel, sancionado esta semana pelo prefeito da cidade, Marcelo Crivella.

O presidente do CRMV-RJ, preocupado com o referido projeto, posicionou-se firmemente quanto aos objetivos propostos e ao funcionamento deste castramóvel. Spinelli ressaltou, também, que o projeto deverá seguir rigorosamente a Resolução CFMV nº 962/2010, e ser submetido à análise e aprovação do Conselho Regional. (grifo nosso)

Além disso, deverá ter a presença obrigatória de um médico veterinário responsável técnico, cumprir a finalidade de controle populacional, educação, saúde e guarda responsável. O projeto de castramóvel terá de contemplar, ainda, um programa prévio e apresentar relatório final de cada campanha realizada ao Conselho Regional. (grifo nosso)

O vereador, no entanto, mostrou-se sensível às ponderações e disse que cumprirá rigorosamente a legislação do Sistema CFMV/CRMVs, além de garantir que o veículo será utilizado exclusivamente para o atendimento de áreas carentes da cidade.

Fonte: CRMV
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Leia mais:
ILEGALIDADE: Rio vai contar com unidade móvel para castração de animais de rua

COMÉRCIO DE ANIMAIS: Pavuna sofre com violência, comércio ilegal e transporte irregular

Esta feira de Pavuna é uma sucursal da de Caxias, ponto máximo de tráfico de animais aqui no município do Rio de Janeiro.... Se a polícia resolve? Respondo na próxima, pode ser? 
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Parte do bairro convive com problemas que decorrem da desordem urbana e da ausência do poder público na região
Rio - Na estação do metrô da Pavuna, na Zona Norte do Rio, circulam diariamente 44 mil passageiros. O caminho para embarcar no transporte é árduo. Todos precisam enfrentar a desordem urbana e a ausência do poder público. As irregularidades vão desde a venda de produtos roubados e piratas até a comercialização de animais, celulares, tablets e peça de carros, além da exploração de máquinas de caça-níqueis.

Inaugurada em 1998, a estação terminal da Linha 2 é cercada por três grandes complexos de favelas: Chapadão, Pedreira e Acari, todas de facções rivais e principais rotas de roubo de cargas no Rio. O acesso pode ser feito pela Rua Judite Guerra (Lago da Pavuna) ou pela Avenida Pastor Martin Luther King Júnior. Fica ainda a poucos metros da 39ª DP e está na área de atuação do 41° BPM (Irajá).

Na região, há também pontos irregulares de vans e de mototáxi. Como constatou O DIA no cadastro do Detran, alguns automóveis estão com a vistoria atrasada e em péssimas condições de uso. Já os mototaxistas transportam pessoas em motos sem placas, sem capacetes e sem serem incomodados.

Motoristas de ônibus também cometem infrações de trânsito, como estacionar em local proibido, e param fora do ponto. Entre as barracas espalhadas pelas calçadas e nas passarelas de acesso à estação, é possível encontrar também lixo.

CAMELÓDROMO
O DIA comprou em camelôs cinco produtos sem notas fiscais e pela metade do preço encontrado nos supermercados e nas drogarias. As mercadorias são de marcas conhecidas: mortadela (R$ 2, de 200g), amaciante de roupas (R$ 3, de 500ml), repelente (R$ 5, de 100ml), iogurte (R$ 4, de 600g) e xampu (R$ 8, de 200ml). Tudo foi entregue à Polícia Civil, que registrou o caso e abriu inquérito para investigar a procedência.

"Fazemos operações regularmente no entorno da estação da Pavuna. Há olheiros, com radiotransmissores, que avisam da nossa chegada. Peço à população que denuncie e não compre esses produtos para não estimular o roubo de cargas", disse o delegado titular da 39ª DP, Henrique Damasceno.

Investigadores da delegacia contaram que no local são apreendidos produtos roubados e pessoas também já foram presas por receptação. Na calçada da Rua Judite Guerra, por exemplo, há uma feira livre de celulares usados, que incluiu iPhones e outros aparelhos.

Em 2017, foram registrados 10.598 roubos de cargas segundo dados do Instituto de Segurança Pública um caso a cada 50 minutos. Destes, 1.247 ocorreram na área do 41° BPM. De acordo com estudo da Firjan, divulgado em janeiro, o prejuízo foi de R$ 607,1 milhões. Em 2018, o ISP registrou, até março, 1.810 roubos deste tipo, sendo 229 na região do 41° BPM.


DIFICULDADES NA INVESTIGAÇÃO
A opinião dos investigadores é unânime: há uma dificuldade de se investigar produtos roubados vendidos nas ruas. Segundo eles, em um mesmo lote, as mercadorias podem ser comercializadas pelos fabricantes para estados diferentes, o que dificulta a identificação do crime por nota fiscal.

"O produto é apreendido com o camelô porque ele não tem nota fiscal e não por ser uma mercadoria roubada. Por isso, existem as grandes operações contra roubo de cargas. Nesses casos, as investigações estão avançadas", explicou um inspetor.

Os policiais querem a aprovação de um projeto de lei que "torna obrigatório o número de lote, de série ou qualquer outro elemento individualizador do produto, tornando possível a identificação do mesmo". A proposta aguarda parecer da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. Na sexta-feira, a Polícia Federal prendeu 14 pessoas em uma operação contra uma quadrilha de roubo de cargas. Os agentes atuaram no Rio, Belford Roxo e Duque de Caxias.

ÓRGÃOS DIZEM QUE ATUAM NA REGIÃO
Procurado pelo DIA, o titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), Delmir da Silva Gouvêa, informou, por meio da assessoria de imprensa, que realiza ações para identificar e desarticular quadrilhas que agem no estado do Rio. Ele citou a Operação Expugno II, deflagrada na quarta-feira quando 19 pessoas foram presas nas favelas Furquim Mendes, Dique, Beira Rio e Ficap, na Zona Norte.

Em nota, a Guarda Municipal disse "atuar para desobstruir o espaço público, em apoio aos órgãos fiscalizadores como a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU) e a Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização (CLF), em operações de rotina ou integradas com as forças policiais, no caso de áreas de maior risco".

A CCU ressaltou que intensificará as operações. A Secretaria Municipal de Transportes informou que "iniciou a seleção de policiais militares da reserva para recompor a equipe de fiscalização" contra vans e mototáxis. O Metrô Rio, no entanto, não quis se pronunciar sobre o caso. A Polícia Militar não respondeu aos questionamentos do DIA.

FONTE: odia

4/02/2018

Traficantes encontram tamanduá-mirim em mata próxima de comunidade no Rio

Só fiquei preocupada se ele estaria em condições de sobreviver.... mas, tendo sido examinado por veterinário, acho que isto foi avaliado....
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Bicho foi deixado amarrado a um ferro em uma calçada e resgatado pela DPMA
Encontrado, segunda-feira, por traficantes em área de mata perto do Morro da Coroa, em Santa Teresa, um tamanduá mirim (Tamandua tetradactyla) foi solto na terça-feira, no Parque Nacional da Tijuca. O animal foi resgatado por agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), com apoio do Corpo de Bombeiros, após vídeo circular nas redes sociais mostrando o bichinho amarrado a um ferro em uma calçada da comunidade. 

Segundo o delegado-titular da DPMA, Antonio Ricardo, o tamanduá-mirim estava, desde segunda-feira, preso sendo mantido como animal de estimação. A comunidade se mobilizou e o tráfico, temendo ação da polícia, decidiu deixar o bicho e a polícia conseguiu pegá-lo. O tamanduá não tinha sinais de maus-tratos e estava bem.

Após o resgate, o animal foi levado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), em Vargem Pequena, onde foi examinado por um veterinário especializado em fauna nativa. Após constatarem que o animal estava bem, ele foi solto. 
Parabéns aos agentes da DPMA, do Corpo de Bombeiros e do Cras!

Fonte: O Dia

3/03/2018

Defensores dos animais querem criar santuário de jacarés na Zona Oeste

A ideia é ótima, até porque temos pessoas dedicadas a cuidar destes animais....
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Proposta será apresentada ao poder público
RIO - Com aparições de jacarés cada vez mais frequentes nas áreas urbanas, principalmente nas lagoas da Zona Oeste, a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB do Rio decidiu propor a criação de um santuário na região. Segundo estimativa feita pelo Instituto Jacaré - que realiza pesquisas e trabalha em prol da preservação desses animais -, já chega a quatro mil o número de répteis.

— A ideia é que o santuário seja criado dentro dessa região, em respeito ao espaço dos animais. Nossa proposta é de que as visitas ao local sejam limitadas, para garantir dignidade aos jacarés — destaca o presidente da comissão, Reynaldo Velloso.

Segundo ele, o que tem tornado mais comum o encontro dos répteis com os moradores de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes não é o aumento da população de jacarés e sim o avanço dos grandes empreendimentos imobiliários na Zona Oeste nos últimos anos.

— O habitat dos bichos foi reduzido e eles ficaram mais concentrados nas poucas áreas naturais, espremidos entre prédios, ruas e avenidas.

A comissão realiza no próximo segunda, às 10h, um evento para finalizar a proposta. O Projeto Jacarés, como está sendo chamada a iniciativa, será apresentado ao poder público. Além do Instituto Jacaré, o evento da OAB/RJ tem o apoio do Instituto São Francisco de Assis (Isfa) e do Instituto Eventos Ambientais (Iefa). Para participar do debate, basta inscrever-se pelo email cpda@oabrj.org.br. A participação é gratuita.

FONTE: oglobo

2/28/2018

Moradores denunciam animais circulando livremente nas ruas de Sepetiba, no Rio

Olha, daí não sei o que dizer o que seria melhor..... Os animais recolhidos, vão para o CCZ. Depois de uns dias, ninguém reclamando vão para um curral em Seropédica e daí são negociados e voltam para mãos de carroceiros da pior qualidade..... O que pensar, gente? Eu não sei..... Só posso afirmar que esta gestão da Prefeitura do Rio é a pior de todas....
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Os moradores de Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, reclamam de animais que circulam pelas vias públicas, sem dono, e atrapalham a circulação dos carros. Eles afirmam que é um risco para as pessoas e para os bichos, que muitas vezes são atropelados.

Na Estrada de Sepetiba não é raro observar o trânsito sendo interrompido por causa de animais de grande porte como bois, vacas e cavalos. “Ontem quase aconteceu um acidente aqui. Uma vaca passou na rua e o cara freou em cima”, contou o comerciante Adalto Rodrigues.

Os moradores já entraram em contato com a Prefeitura do Rio várias vezes. Nos protocolos de reclamação, os órgãos públicos afirmam sempre que o problema foi solucionado, mas a quantidade de animais nas vias públicas mostra que não.

O decreto municipal que regulamenta o assunto afirma que os bichos não podem ficar soltos nas vias públicas. A determinação é que eles sejam recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses. Lá, os animais ficam até três dias esperando o dono. Se isso não acontecer, o animal passa a pertencer ao município. Questionada, a Prefeitura do Rio de Janeiro afirmou que os pedidos recebidos pelo sistema 1746 são enviados aos órgãos competentes.




Fonte: G1

2/16/2018

Chuvas no Rio de Janeiro alagam a cidade

Não consegui obter mais informações além destas fotos do cãozinho em cima do carro e de cabras em cima do telhado. Ouvi um morador em matérias de TV que seu passarinho e papagaio morreram por conta de um muro que desabou na sua casa.

Cachorro sobe no teto de carro para fugir de alagamento no Magarça, Campo Grande. 
(Foto: Reprodução / Tv Globo) 

Bote do Corpo de bombeiros ajuda no resgate de moradores ilhados no Magarça 
(Foto: Reprodução / Tv Globo)

1/24/2018

Macacos não transmitem febre amarela mas 90 foram mortos no estado do RJ

Em mais um setor, o Rio de Janeiro está dando exemplo da violência que vivemos aqui..... Até os pobres animais são vítimas desta gente da pior espécie que dominou nossa cidade.....
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Os macacos não transmitem a febre amarela, mas, ainda assim, tem gente matando os animais. Só esse mês foram 90 primatas mortos no estado do Rio. Só nessa segunda-feira (22),18 macacos foram encontrados mortos no Rio por envenenamento e agressões.

Os especialistas do laboratório de veterinária do município relatam que nunca tinham visto nada assim: animais indefesos morrendo violentamente. " Eu trabalho há 15 anos aqui na prefeitura e tenho 22 anos praticando a medicina veterinária. E nunca, nunca me deparei com um quadro de massacre de animais como esse que nós estamos vivendo. Foram mais de 600 animais mortos ano passado e esse ano já foram 90 coletados no estado do Rio de Janeiro", disse Márcia Farias Rolim, subsecretária de Vigilância Sanitária do Rio.

Segundo as pesquisadoras, os animais que vivem nas copas das árvores, os bugios, são as maiores vítimas. É nesse ambiente que os mosquitos procuram se alimentar e na falta de macacos eles circulam mais baixo e até nas bordas das matas onde picam o homem. “O macaco é o animal sentinela com relação ao vírus, especialmente o bugio. São os animais mais sensíveis ao vírus da febre amarela”, diz uma pesquisadora.

Dois tipos de mosquito transmitem a febre amarela silvestre: o haemagogus e o sabethes. Dez por cento desses mosquitos já podem nascer infectados com a febre amarela. O macaco não transmite a doença. 

“Para perpetuar esse vírus na natureza, não demanda macacos necessariamente. Eu posso ter ausência de macacos e o vírus continuar a circular no mosquito e eventualmente picando os seres humanos. Se os macacos morrerem, essa fêmea (do mosquito) vai se perpetual sugando o sangue de outros mamíferos. Se não tiver macacos, quem vai entrar nesse ciclo de nutrição do mosquito somos nós”, diz o infectologista Edmílson Migowski.


Fonte: G1 Rio de Janeiro

12/26/2017

Recreio Shopping inaugura o primeiro Pet Park do bairro

Muito legal!!!!! a cachorrada adora!!!!!
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Área tem 300 metros quadrados com túneis, rampas e obstáculos
RIO — Inaugura hoje no Recreio Shopping o primeiro Pet Park do bairro. Com um espaço de 300 metros quadrados, o parque é uma espécie de playground para os cachorros e conta com obstáculos de madeira, rampa, túneis, bastões, traves com barras e uma casa gigante. A proposta é divertir os animais e aproximá-los ainda mais de seus tutores.

A relação do empreendimento com os bichinhos de estimação é antiga. Em 2014, o shopping se tornou petfriendly. Desde então, eventos voltados para animais são organizados com frequência. No Natal dos últimos dois anos, por exemplo, havia espaços exclusivos para os pets. O superintendente Diego Peralta explica que o crescimento do interesse das pessoas pelo universo pet fez com que a equipe do shopping decidisse contemplar ainda mais os amigos de quatro patas.

— O Pet Park é uma consequência do que viemos fazendo ao longos dos últimos três anos e meio. O mercado cresce de forma assustadora. A Barra Bonita, onde fica o shopping, tem cerca de 20 mil moradores. São aproximadamente 5 mil animais de estimação. Nada mais justo do que ter um carinho especial com essa turminha — afirma Peralta.

Ele conta que todos os detalhes foram construídos pensando na diversão dos animais, muitos em formatos de patinhas e ossinhos. A inspiração surgiu, inclusive, de um playground infantil, com brinquedos bem coloridos. O local funciona no mesmo horário do shopping, mas a administração estuda abrir um pouco antes para poder contemplar aqueles que querem levar os animais para passear antes de ir trabalhar.

Iniciativa semelhante também é vista no shopping Fashion Mall, em São Conrado. Desde julho, o empreendimento conta com o Pet Lounge, um espalço com bebedouros para os animais, sacos coletores e uma pista.

FONTE: oglobo

12/17/2017

Lei que proíbe presença de cães nas praias ainda é desrespeitada

Posso falar? vou falar.... eu não levo meus bichos jamais a uma praia aqui no Rio porque estes locais são imundos e podem transmitir doenças para eles.... ah, falei!!!!! eu, hein!!!! Não entendo esta gente que se diz "donos responsáveis" fazer tanta questão disto....
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A presença de animais nas praias é proibida por um decreto desde 2011. A lei, que é desconhecida por muitas pessoas, não possui penalidade. Portando, agentes do grupamento especial de praia realizam apenas um trabalho de orientação com os banhistas que levam seus animais. Em um ano, foi registrado um aumento de 88% no número de abordagens relacionadas à presença de cães. Em 2017, de janeiro até novembro, já foram realizadas quase 4000. Segundo a dermatologista Paula Chicralla, o grande problema são os animais não vermifugados.
Fonte: R7

11/16/2017

Donos de cães se mobilizam para que animais possam ir legalmente às praias do Rio

Posso falar? eu não levo nenhum cão meu às estas praias nojentas do Rio porque ele pode pegar doenças de humanos ou de outros cães de humanos relaxados. Ponto. Falei. Eu, hein!!!
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Movimento 'Vai ter cachorro na praia, sim' quer faixas de areia onde animais sejam permitidos
RIO - Donos de cães que não abrem mão da companhia de seus animais de estimação estão mobilizados para garantir a presença deles nas praias do Rio. O movimento, que começou nas redes sociais, principalmente o Instagram, quer que algum vereador do município envie um projeto de lei para ser votado na Câmara Municipal, em que o objetivo seria a criação de uma faixa de areia onde os animais possam ir com seus donos. Criado em agosto deste ano, a campanha "Vai ter cachorro na praia, sim" deseja uma legislação menos restritiva à presença dos cachorros nas praias da cidade. A proibição existe desde 2001 no Código Posturas Municipais e ganhou ainda mais força em 2008, após um decreto do então prefeito Cesar Maia.

Para dar mais visibilidade à campanha, os organizadores do movimento procuraram bombar a hashtag #vaitercachorronapraiasim, por meio de perfis de cães que, em plena era das redes sociais, se tornaram influenciadores digitais com milhares de seguidores, principalmente no Instagram. Nessa rede social, o perfil do movimento posta uma série de fotos de cachorros nas praias, inclusive fora da cidade, já proibição da circulação dos animais na areia vale em vários municípios do Brasil.

Entre os perfis populares no país que apoiam que mostram frequentemente fotos dos animais nas praias, estão o do Labrador Bono, o cão surfista com mais de 50 mil seguidires no Instagram, o da dálmata Titi, com 32 mil, e o yorkshire Cookie, que tem 10 mil seguidores e, embora não tenha uma legião de fãs virtuais, foi a razão para o pontapé inicial da campanha.

Idealizadora do movimento, a arquiteta e radialista Adriana Cassas, dona de Titi, conta que a ideia da campanha surgiu em agosto, após uma foto de Cookie, que pertence a um amigo dela, em uma praia do Rio ser alvo de vários comentários hostis e críticas nas redes sociais. Ela explica que, a partir daí, ela e outros amigos iniciaram uma mobilização em duas frentes: uma nas redes sociais, com protestos temáticos todas as terças-feiras, e outra que tivesse efeito prático com a mudança na legislação.

Além das fotos semanais hashtags nas redes sociais, a campanha procura convencer algum vereador a enviar para votação na Câmara Municipal um projeto de lei mais permissivo à presença dos cachorros nas praias cariocas.

- Não queremos ocupar toda a praia, pois sabemos que as pessoas têm o direito de não gostar de cães ou não quererem dividir o mesmo espaço que eles. O que reivindicamos é a reserva de uma pequena faixa de areia onde possamos levá-los. Já existe uma norma que determina que devemos recolher as fezes dos animais nas ruas, o que está totalmente correto - comenta Adriana. No nosso projeto, também exigimos que os donos dos animais estejam com a vacinação dos cães esteja em dia e em posse da carteira de vacinação sempre os levem à praia. Ou seja, haveria regras para usarmos esses espaços.

Adriana frisa que o projeto conta com a adesão de biólogos e veterinários que garantem existir uma série de mitos sobre os riscos para os seres humanos que dividem o mesmo ambiente com cachorros nas praias, como o contágio de doenças. Ela também explica que um outro grande objetivo da campanha é desconstruir a ideia de que os cães podem atacar pessoas na praia.

- O que eu vejo é que ainda existe um preconceito motivado muito pela desinformação. Muitos pais acham que os cachorros podem atacar as crianças, o que faz pouco sentido, pois já existe uma lei. Raças consideradas perigosas precisam usar focinheira e coleira em vias públicas. Já os cães de outras raças que são levados à praia são dóceis. Se formos puxar pala memória, qual foi a última vez que uma pessoa foi atacada na praia por um cachorro? - indaga.

A adesão de especialistas nas área da veterinária e biologia é considerada pelos organizadores do movimento como parte fundamental para a credibilidade da campanha. Há o entendimento geral de de que o apoio dos profissionais que mais entendem de saúde e cuidados animais pode aumentar as chances de a representação que será apresentada à Câmara Municipal possa ser acolhida por algum vereador que apresente, no futuro, um projeto de lei ao plenário.

ESPECIALISTAS DIVERGEM SOBRE RISCOS À SAÚDE HUMANA
A veterinária Márcia Baptista argumenta que animais saudáveis, devidamente vacinados, vermifugados e que têm as fezes recolhidas as fezes recolhidas por seus donos não oferecem risco à saúde humana nas praias. Ela esclarece que o grande risco está relacionado aos animais de rua em geral, que não recebem os mesmos cuidados dos cães domésticos.

- Essa norma, que até 2001 não existia, é motivada pelo preconceito. Se um animal tem a sua vacinação em dia e está devidamente medicado, a chance de ums pessoa contrair algum tipo de doença é praticamente zero, até porque a maioria das doenças caninas não são contraídas por humanos. A verdadeira preocupação da prefeitura deveria ser com os cães que vivem nas ruas, pois esses, sim, circulam livremente pelas ruas e praias, sem nenhum tipo de tratamento. Mas como não têm donos, não há quem a prefeitura possa punir. Os pombos que voam livremente pela cidade nunca tiveram sua população controlada, e são muito mais perigosos do que um cão bem cuidado, que é inofensivo à saúde humana - critica.

Já a dermatologista Ana Maria Mósca Cerqueira, da Câmara Técnica de Dermatologia do Cremerj. Ela esclarece que os maiores riscos para as pessoas estão justamente nas fezes dos cachorros, mesmo após elas serem recolhidas das praias. Ela explica que, a longo prazo, uma área com livre circulação de cães poderia contaminar as areias devido ao acúmulo de bactérias dos resíduos líquidos dessas fezes, que penetram no solo.

- É preciso esclarecer que as fezes dos cachorros são pastosas, ou seja, há uma parte sólida e outra líquida. Esses resíduos líquidos penetram na areia, então há um enorme risco quando se permite a livre circulação de cães. Esses dejetos são substâncias contaminadas por bactérias, que podem causar infecções cutâneas (de pele) bacterianas, especialmente em crianças e pessoas de pele mais sensível - frisa.

Cachorros que arrastam multidões de seguidores nas redes sociais
O simpático Marutaro conta com mais de 2,6 milhões de seguidores no Instagram Foto: Reprodução / Instagram

A dermatologista ressalta que a urina canina, a exemplo da humana, é estéril, ou seja, não possui propriedades que ofereçam risco à saúde. Contudo, Ana Mósca pontua que a genitália dos cães, por ficar sempre exposta e não ser higienizada regularmente, contamina os resíduos da urina.

- Por mais que o risco de algum tipo de contaminação pela urina seja menor do que no caso das fezes, ele ainda existe. Por isso, é importante que os donos entendam que os cães não devem ficar na areia da praia.

De acordo com a Guarda Municipal, o Código de Posturas da cidade, o quarto artigo do regulamento nº 10 do código proíbe a presença de animais na areia das praias do município, cabendo aos agentes do Grupamento Especial de Praia (GEP) fazer essa fiscalização. Em relação ao cão na areia, ainda não há previsão de aplicação de multas, então os guardas realizam um trabalho de orientação.

Em caso de desobediência, o dono do animal pode ser encaminhado à delegacia mais próxima. A Guarda Municipal esclarece ainda que no primeiro mês da Operação Verão, iniciada no dia 30 de setembro, os agentes do GEP retiraram 569 cães da areia das praias das zonas Sul e Oeste da cidade. Já com relação às fezes dos animais na areia, está prevista a aplicação de multa por equipes do Lixo Zero a donos de cães e gatos que não fazem a coleta dos dejetos.

FONTE: oglobo

11/05/2017

A maioria dos cavalos na cidade do Rio de Janeiro vivem nas mãos de marginais

Amigos do Brasil e do exterior.... Nosso Rio de Janeiro virou uma favela só e está vivendo um grau de violência que ninguém imagina porque a mídia não mostra nem 1% do que rola nas ruas da cidade em que vivemos.... não teria como...... Estou publicando este vídeo (infelizmente não sei a autoria porque veio pelo whatsapp) para mostrar a vocês o grau de domínio de marginais do mais baixo grau.

Já falei aqui que os cavalos vivem nas mãos destes pivetes e servem de moeda de troca no tráfico de drogas. O roubo destes animais entre eles é algo que nem a polícia se mete porque acham que não vão se arriscar por causa de bicho, como alguns falam. 



Eu até entendo, porque estes pivetes reagem a qualquer abordagem de guardas municipais ou militares. Nas ruas, eles se juntam e derrubam a pessoa no chão na frente de todo mundo, roubam o que querem e saem rindo porque ninguém reage... todo mundo sabe que estão com facas ou cacos de vidro prontos para serem usados.....

Estou pensando em ir para Saturno, Urano ou Plutão!!!!! quem quiserem vir junto, sejam bem-vindos!



11/03/2017

Rodeios e vaquejadas podem ser proibidos no estado do Rio

Sinceramente, as coisas andam tão impressionantes que nem falo nada. Tomara que tudo dê certo como todos nós queremos!!!!!
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A Comissão Especial de Defesa, Proteção e Direito dos Animais da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vai apresentar um projeto para proibir rodeios e vaquejadas no estado do Rio. O anúncio foi feito pelo presidente do grupo, deputado Carlos Osório (PSDB), durante audiência pública nesta quarta-feira (01/11), em que foram ouvidos ativistas favoráveis e contrários à prática. 

“Já temos dois projetos tramitando na Casa, que pretendem proibir esse tipo de evento. Hoje, após ouvir todos os lados, vamos preparar um substitutivo com o parecer da comissão para que essa proposta possa ser aprovada no plenário da Alerj”, explicou Osório. O parlamentar lembrou ainda que na cidade do Rio de Janeiro já há uma legislação que proíbe esses eventos. 

Debate
Quem é contra os rodeios e as vaquejadas se baseia no sofrimento e nos maus tratos a que são submetidos os animais. Para os defensores da prática, a tradição e o aspecto econômico é que estão em jogo.

Segundo a médica veterinária e diretora técnica do Fórum Nacional de Defesa dos Animais, Vânia Nunes, não existe a possibilidade de rodeios e vaquejadas acontecerem sem que exista a crueldade com os animais. “Essa prática causa danos físicos e psicológicos aos bichos. O sofrimento deles não pode ser usado como uma forma de manifestação cultural. Não temos nada contra os eventos onde só os humanos estão envolvidos, o grande problema são os animais que não podem escolher estar ali ou não”, defendeu Vânia.


A favor da prática, o médico veterinário Cesar Fabiano Vilela lembrou que as atividades geram três milhões de empregos diretos e indiretos no País, e que só na vaquejada são 700 mil, além de movimentar cerca de R$ 600 milhões por ano. “Não só na vaquejada, mas também em outras modalidades esportivas com animais existe a possibilidade da prática ser exercida com respeito ao bem estar do animal, inclusive esse é o motivo pelo qual fomentamos essa discussão”, esclareceu.

Segundo César, não se deve proibir a prática e sim regulamentar. “É preciso que se elabore políticas públicas voltadas para esse sentido. É como se tivesse uma micose no dedão do pé e você tirasse o pé inteiro. Em qualquer setor, existem os bons e maus profissionais”, defendeu.

Regulamentação
Para o promotor de justiça Marcus Leal, cabe à União estabelecer normas gerais, e aos estados e municípios, de acordo com os interesses regionais, estabelecer as suas normas. “Temos que avançar na medicina veterinária e na ciência jurídica para que se chegue a uma segurança legal para saber se é possível ou não essa prática, e em que condições ela deverá ser realizada”, explicou Leal.

Autor do Projeto de Lei 3.133/14, que pretende proibir a prática, o deputado Carlos Minc (sem partido), disse que os animais utilizados nos rodeios sofrem flagrantes maus-tratos. “Esse projeto tem também o objetivo de desestimular a violência”, disse Minc. o outro projeto que também tramita na casa sobre o tema é o projeto 3.468/17, de autoria do deputado Flávio Serafini (PSol). Presente na reunião, o deputado Rosenverg Reis, se posicionou favorável aos eventos. “Não defendo sofrimento dos animais, mas sei que existe rodeio sem dor”, disse.


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