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8/31/2018

Cão queimado e sem patas em ritual de bruxaria - Portugal

Que coisa horrível, meu Deus!!!!
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O cadáver em decomposição de um cão queimado, e com as quatro patas cortadas, foi esta terça-feira encontrado perto do recinto de uma ETAR, em Samora Correia, no concelho de Benavente. 

A macabra descoberta foi feita por uma

8/21/2018

Invasão de praça de touros por ativistas leva a agressões

Maravilha, mas, ainda acho que deveriam contratar estes terroristas do oriente para explodir as arenas..... Seria um show, não? eitcha porque um anjo não diz amem? 
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Três homens, ativistas dos direitos dos animais, invadiram e interromperam na passada quinta-feira uma corrida de touros em Albufeira, Algarve,

8/14/2018

Portugal protesta contra a utilização de animais de circo

Parece que nossos companheiros de Portugal vivem o mesmo problema: mobilização presencial..... Faz tempo que percebi isto e nunca mais marquei uma. A gente sabe o quanto é difícil com as pessoas trabalhando e com seus afazeres.....
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As organizações que se dedicam à chamada causa animal lutam contra a utilização de animais em circos, e os

8/11/2018

Gaivotas são problema de saúde pública e é preciso prevenir, alerta especialista

Pois é.... daqui a pouco (se já não acontece) morte às gaivotas.....
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O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto admite que as gaivotas são um problema de saúde pública e sugere à população que deixe de dar alimento àquelas aves.

O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISUP)

8/01/2018

Proibição de abate de animais vai esgotar capacidade dos canis, alertam veterinários das autarquias

Vale a pena a gente ficar ciente do que rola nas cidades que proíbem o abate de animais. Galera de Sampa pode dizer melhor sobre esta situação. Nesta cidade portuguesa, a coisa está meia que conflitante. O lance é que em todos os abrigos e canis municipais praticam a eutanásia naqueles animais que não conseguem adoção. Isto acontece em quase toda América e Europa.... É difícil analisar tais decisões e julgar. Alguém pode

7/11/2018

Mecenas paga projeto que vai acolher 600 animais - Portugal

Gente, que espetáculo!!!!! parece que vai ser um espetáculo.....
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Sidney Richardson, um inglês em Portugal há 25 anos, financiou a construção de três abrigos no centro do Algarve, que terão vigilância 24 horas por dia.

Um mecenas inglês, Sidney Richardson, está na origem de uma contribuição que vai permitir construir no Algarve "um dos maiores

7/09/2018

Tourada na Assembleia da República de Portugal

O Partido português que defende os animais, tentou mais uma vez, por fim as malditas touradas. Infelizmente, não houve sucesso... Eu fico pensando na luta de companheiros em todos os países pelo fim desta desgraceira...... Sinceramente, se fosse aqui no Brasil, eu explodia tudo..... pegava uns bandidos e detonava tudo!!!!!  Se este tal Bolsonaro for eleito presidente e inventar estas melecas aqui no Rio, juro que levanto da maca e detono tudo......
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O PS e o PCP seriam os partidos mais penalizados se as touradas fossem ilegalizadas. O eleitorado não lhes perdoaria.

A proposta do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) de acabar com as touradas foi chumbada, mas a votação teve alguns dados bem curiosos: em primeiro lugar, é sempre engraçado ver uma dissidência no Bloco de Esquerda, e o deputado eleito por Santarém, Carlos Matias, apesar de timidamente, não alinhou com os seus colegas de partido e absteve-se! Penso que é uma verdadeira lança em África atendendo à disciplina de voto que os bloquistas costumam praticar. Depois, no PS, oito deputados votaram contra, com a inevitável e inconfundível Isabel Moreira a liderar as hostes anti-touradas e 12 abstiveram-se. No PSD, Cristóvão Norte aliou-se ao PAN e disse não à festa brava, tendo um colega de partido ficado quieto.

Quanto ao PCP demonstrou uma coerência normal e votaram todos a favor da continuidade das corridas de toiros. E não é de estranhar, pois as câmaras onde o espetáculo tauromáquico é mais elevado à categoria de arte – e que faz parte da cultura local – o PC e o PS dividem o comando das autarquias. Não seria pois muito sensato estes dois partidos entrarem numa onda anti-touradas, correndo o risco de serem penalizados em futuras eleições autárquicas. Vila Franca de Xira, Benavente, Montijo, Coruche, Salvaterra de Magos, Santarém e Alcochete não perdoariam essa traição no futuro.

Outro dado curioso foi dado pelos faltosos: 22 não apareceram na votação. E também aqui a história foi curiosa: um deputado do BE, dez do PS, seis do PSD, dois do PCP e três do CDS escolheram outra atividade para ocupar o tempo enquanto decorria a votação.

Mas deixemos os deputados que votaram como bem entenderam, presumo, e avancemos para a corrida. Há um facto que é indesmentível: se um dia as corridas acabarem os toiros bravos têm a morte anunciada. Ninguém vai criar um bicho com todas as mordomias, onde não lhe falta espaço para ir treinando a sua bravura, para depois o matar para comer. Dizem os entendidos que isso ficará para uma imensa minoria rica que tratará de lhes dar uma vida de luxo para depois serem um pitéu à mesa. Também toda uma indústria e uma forma de vida desaparecerão. Não é que tenha alguma simpatia pela cultura marialva, que não tenho, mas as populações que vivem o fenómeno ficariam sem uma parte da sua vida: os bandarilheiros, os campinos, os toureiros, etc. teriam de ir para centros comerciais para encontrarem alguma agitação para as suas vidas.

Nunca fui a uma tourada mas adoro ver as pegas dos forcados, onde homens franzinos não têm medo de enfrentar touros com mais de 500 quilos. «O touro é o perigo, a morte que nos rodeia por todos os lados, que nos espreita ou que nos vem ao encontro. O toureiro é o que enfrenta o perigo, o que engana a morte lidando com ela, o que cria regras, uma arte para não morrer», dizia o matador Ignacio Sánchez Mejías, imortalizado por Lorca. Resumindo: faz-me muito mais confusão ver lutas na televisão, onde homens e mulheres batem noutros com tudo o que está ao seu alcance, havendo campeões do mundo de várias variantes, do que a luta entre homens e um touro, em que muitas vezes os homens acabam por perder a vida. Mas contra essas lutas ninguém luta. Hoje, é verdade, os deputados preocupam-se muito mais com os animais do que com as pessoas. Ou não é verdade que é muito mais traumatizante para uma criança assistir a uma luta de MMA do que a uma tourada?

FONTE: sapo.pt

7/07/2018

Está para breve o fim das touradas?

Fico pensando na luta de companheiros que vivem em países que tem tourada..... Só de pensar que o Brasil já teve esta desgraça e que o candidato a presidente Bolsonaro tem intenção de reeditá-la, começo a vomitar...... Se isto acontecer, vou para Plutão!!!!!
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O Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no Parlamento com as touradas em Portugal. Em entrevista ao 10 Minutos, na SIC Notícias, André Silva está confiante de que o projeto de lei, que vai a votos esta sexta-feira, terá um bom resultado

Com três artigos apenas, o Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no parlamento com a tourada em Portugal, num projeto de lei que será discutido na sexta-feira e que os aficionados acusam de ser apenas folclore e preconceito.

O resultado do projeto, explica-se numa frase: abolidas as touradas, revogadas todas as normas que vão contra esse princípio, publique-se e entre em vigor.

O deputado André Silva disse à agência Lusa que querer o fim da tourada "é o sentimento geral da sociedade portuguesa, o que se sente na rua, o que se sente nas redes sociais".

"O nível de rejeição é enorme por este espetáculo que vive da tortura. Estamos prontos, enquanto sociedade e país evoluído e progressista, para rejeitar que mutilar e rasgar a carne de um animal, fazê-lo cuspir sangue, seja uma tradição cultural".

Do lado dos aficionados, a associação Prótoiro acusa o PAN de uma "tentativa desesperada de ganhar visibilidade" e de fazer com este projeto um "folclore mediático" por trás do qual há uma vontade "demagógica e antidemocrática".

Em declarações à Lusa, o presidente executivo da associação, Helder Milheiro, apontou que a Constituição portuguesa garante o "direito à cultura" de todos os cidadãos e que este não pode ser condicionado por "critérios ideológicos".

"É antidemocrático qualquer órgão do Estado proibir o acesso à cultura", argumentou.

André Silva contrapõe que a essência da tourada é "sofrimento e morte", o que não se torna aceitável só porque "se faz numa arena e o matador usa lantejoulas".

O PAN considera que "não faz sentido e é inaceitável" que haja dinheiro público a chegar à tauromaquia "mascarada de atividade cultural".

O deputado questionou: "Se há tantos aficionados, porque é que precisam de apoios para contribuir e reparar arenas, porque é que há câmaras municipais a comprarem bilhetes para oferecer aos munícipes porque sem isso as praças de touros não enchiam?".

Na "estimativa conservadora" do PAN, chegam entre 16 milhões e 20 milhões de euros por ano de dinheiro público à tauromaquia, seja por via de apoios municipais ou por apoio "patrocinado pelo Estado", como a transmissão de touradas na televisão pública ou os apoios do Instituto de Financiamento da Agricultura à criação da "raça brava de lide".

Helder Milheiro considera absurdo invocar o financiamento público, uma vez que se trata de quantias "ridículas e insignificantes" de que o setor não depende para sobreviver.

"É uma tentativa preconceituosa de dizer que a tauromaquia é consumidora de recursos, quando na realidade é o contrário", afirmou, acrescentando que no setor se pagam "taxas e impostos diretos e há muitos milhares de pessoas em movimento e a consumir" em torno da tauromaquia, "uma atividade cultural com elevado impacto social".

A associação Animal, que se dedicou a reunir centenas de exemplos de financiamento à atividade tauromáquica por via autárquica na sua página na Internet, salienta a "importância histórica" de aparecer no parlamento um projeto como o do PAN.

A presidente da associação, Rita Silva, acredita que a tourada está "condenada pela contestação pública crescente" e salienta que a maneira mais eficaz de acabar com ela seria "cortar o oxigénio" por via do financiamento público.

"É muito importante que se fale no tema, seja um projeto mais ou menos realista", afirmou, referindo que a associação promove desde setembro de 2017 uma iniciativa legislativa de cidadãos que já tem 13 mil das 20 mil assinaturas necessárias para defender o fim dos apoios públicos, "a chave para a queda das touradas".

André Silva afirmou contar com a rejeição por parte do PCP, Verdes e CDS-PP, o apoio do Bloco de Esquerda e esperar que PSD e PS deem liberdade de votos aos seus deputados no que é "uma questão de consciência" individual.

FONTE: expresso.sapo.pt

6/19/2018

TOURADAS: Praça de Touros da Póvoa de Varzim será multiusos vedado a touradas

Isto é notícia boa!!!!!! 
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O presidente da Câmara de Póvoa de Varzim, Aires Pereira, disse esta terça-feira à Lusa que a Praça de Touros do concelho vai ser transformada em multiusos e deixará de receber touradas, uma decisão que a Federação Portuguesa de Tauromaquia vai tentar reverter.

"Vamos fazer ali um investimento de cinco milhões de euros, construindo um multiusos que acolherá as mais variadas atividades desportivas e culturais ao longo de todo o ano, e a manutenção de instalações para a realização de corridas de touros seria uma grande condicionante, pelo que decidimos que, ali, deixará de haver touradas", explicou o autarca.

Disse ainda que, ultimamente, apenas se realizavam duas touradas por ano naquela praça e que a sociedade "se tem vindo a posicionar de forma diferente" em relação a essas corridas.

"Há uma outra sensibilidade em relação às touradas, as novas gerações olham-nas de forma diferente, este ano já não se fizeram garraiadas nas festas académicas e a Câmara decidiu dar um novo uso àquela praça", referiu.

Este verão, assegurou o autarca, a Praça de Touros da Póvoa de Varzim acolherá as suas duas últimas corridas.

Em declarações à Lusa, o presidente da Protoiro, Helder Milheiro, manifestou "choque e surpresa" com a decisão e adiantou que já pediu uma reunião urgente com Aires Pereira para o tentar demover da ideia.

"Estamos em crer que, com diálogo, tudo se resolverá", referiu.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, diz que há soluções técnicas que permitirão "facilmente" a coexistência das mais variadas funcionalidades com a atividade tauromáquica e mostra-se "completamente disponível" para indicar especialistas com o know-how necessário para o efeito.

"Acreditamos que, com boa-fé e mobilização de conhecimento técnico, esta situação se resolverá com grande facilidade", acentuou Helder Milheiro.

A ProToiro aponta os casos das arenas do Campo Pequeno, Évora, Redondo ou Elvas, que foram recuperadas e acumulam "tranquilamente" a sua função tauromáquica com as mais diversas atividades desportivas e lúdicas.

"Seria um enorme contrassenso uma praça de touros ser reabilitada e não ter a sua principal função disponível, a não ser que exista alguma intenção oculta", enfatizou Helder Malheiro.

Acrescentou que a tauromaquia é um "traço centenário" da cultura e identidade dos poveiros, sendo a sua praça um "ex-líbris" da cidade e da tauromaquia no Norte de Portugal.

Disse ainda que a tauromaquia "é uma das marcas distintivas e uma das mais-valias" da oferta turística e cultural da cidade e da região.

Lembrou que a tauromaquia está classificada como "parte integrante da cultura popular portuguesa" e que impedir ou proibir manifestações culturais "é uma violação" da Constituição.

À Lusa, o presidente da Câmara lembrou que as touradas não passam a ser proibidas no concelho, mas apenas não se poderão realizar na atual arena.

"Se alguém quiser promover uma tourada no concelho, nomeadamente numa arena amovível, contacta a Câmara e a Câmara logo decidirá", referiu.

O projeto de transformação da praça de touros em multiusos, que contempla a cobertura do recinto, já está a ser elaborado, prevendo-se que a obra arranque em 2019 e esteja pronta no verão de 2020.

A corrida inaugural da Praça de Touros da Póvoa de Varzim decorreu a 19 de junho de 1949.

FONTE: jn.pt

6/18/2018

POMBOS: "Por mim, o abate de pombos terminava agora"

Vale a pena a leitura:
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Provedora dos Animais de Lisboa diz que há desconhecimento sobre pombos, mas não só: "Era importante que, quando levam um animal para casa, as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos."

Marisa Quaresma dos Reis diz que o fim das touradas em Lisboa só depende da vontade da câmara em negociar com os donos do Campo Pequeno. E critica a lei dos maus tratos a animais, que tem previstas penas demasiado "baixinhas".

Como é feito neste momento o controlo da população de pombos em Lisboa?
Utilizaram-se falcões para os afugentar, mas era uma solução muito cara e esse contrato terminou. A ideia é criar seis pombais contraceptivos, equipamentos nos quais os ovos naturais são trocados por ovos de plástico. Por causa de constrangimentos orçamentais só existe um. Antes disso tem de se fazer um censo, para  perceber onde se concentram mais aves. Há especialistas que dizem que a captura e o abate não são eficientes, uma vez que os pombos migram e quando um desaparece há outro que ocupa esse espaço. Neste momento, quando há muitas denúncias são capturados com redes pelos serviços camarários e mortos com gás.

Isso é ético?
Qualquer morte de um animal só porque nos é conveniente não é ética. Nestas circunstâncias não é para salvar uma vida. É uma questão cultural. Qualquer que fosse o partido que viesse para a Câmara de Lisboa e deixasse de cumprir esta obrigação sujeitava-se a responder perante um tribunal administrativo. Porque é uma incumbência das câmaras municipais zelar pela saúde pública e fazer o controlo das ditas pragas.

Apesar de, como diz, os pombos não transmitirem grandes doenças aos humanos?
Sim. Por mim, a política de captura e abate terminava agora. Mas isso não é possível por causa das queixas dos munícipes. Há alternativas, como a colocação de redes e espigões nos edifícios.
O Rossio é um dos locais onde também já se vêem muitas gaivotas.
É um problema que se calhar daqui a dez anos terá a dimensão do dos pombos. Porque o alimento está a desaparecer do mar e elas são omnívoras. Comem gatinhos bebés, esventram pombos... até comem ração de gato.

É frequente vermos cães à solta nos jardins, apesar de ser proibido. Como conciliar isso com o respeito pela segurança dos transeuntes?
É uma questão cultural. Era importante que quando levam um animal para casa as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos. Que as informasse dos perigos de não respeitaram a legislação.

Por lei os cães deixaram de ser coisas. O que implica?
Não é por estar escrito no Código Civil que deixaram de ser coisas. Para pessoas que viveram sempre com os animais como coisas, provavelmente só os seus filhos é que vão perceber que não é exactamente assim. O próximo passo é reconhecer personalidade jurídica aos animais. Sou uma das primeiras a defender isso.

Se neste momento um animal já tivesse personalidade jurídica, o que mudava?
Significaria que a nossa esfera de direitos estaria mais limitada por respeito aos direitos dos animais. Pode haver um conflito entre direitos fundamentais das pessoas e direitos fundamentais reconhecidos aos animais.

Lisboa devia ser uma cidade livre de touradas?
Claro que sim. Nem podia eu dizer outra coisa.

E porque é que não é?
No espaço público é. O problema é que o Campo Pequeno é privado e a câmara não tem competência para autorizar ou deixar de autorizar espectáculos no Campo Pequeno. É o último degrau que falta subir. Tudo depende da vontade da autarquia e da disponibilidade do grupo que gere o Campo Pequeno para chegarem a um acordo.

O Governo ainda financia a tauromaquia. Como encara isso?
Como uma morte anunciada. É provável que os subsídios terminem antes das touradas, comprometendo a sua viabilidade económica.

O que é preciso para melhorar a lei que criminaliza os maus tratos?
Consagrar claramente a morte directa e intencional de um animal como um crime inequívoco. Se um cão morre com um tiro ou uma facada, à partida existe margem na lei para se dizer que isso não está previsto no crime de maus tratos.

Porque é que acha que a lei foi feita assim?
Foi o resultado de muita negociação. Ou passava isto ou não passava nada.
Também há quem pense que já se foi longe de mais.
E também quem diga que para dissuadir os maus tratos pode ser mais eficaz reforçar o quadro contra-ordenacional do decreto-lei  de 2001 que transpõe a convenção europeia de protecção dos animais de companhia, cujas sanções pecuniárias podem ultrapassar os 3700 euros. O que ultrapassa quase sempre as penas de multa [aplicadas àqueles que são condenados ao abrigo da lei que criminaliza os maus tratos, que é de 2014], que não vão além dos mil e tal euros. As molduras penais dos crimes de maus tratos são tão baixinhas que ninguém leva isto a sério. A pessoa condenada pela primeira vez por maltratar um animal nunca vai presa.

As penas deviam ser mais pesadas?
Pois deviam. Mais que não seja, equiparada ao dano ou superior ao dano. O dano de um objecto tem uma pena de prisão até três anos.

Neste momento, uma pessoa sem cadastro podia cumprir cadeia por maltratar um animal?
Não, não. Tinha de ser uma coisa com especial perversidade, com muitos animais torturados, um crime continuado no tempo – e mesmo assim seria ousado.

Então quando diz que a moldura penal tem de ser mais pesada é a que nível?
Tudo. Subir a multa e subir também a pena de prisão. Os animais mudaram de estatuto não foi para ficarem abaixo das coisas, foi para ficarem numa categoria com mais dignidade do que as coisas. As touradas implicam sofrimento para os animais, se a natureza deles é serem sensíveis, estamos obviamente numa incompatibilidade que algum dia vai ter de ser resolvida.

FONTE: publico.pt

6/17/2018

CASINHAS: PAN propõe legalização da alimentação aos animais que vivem na rua

Até partido político entrando nesta..... é político.... gente de todos os segmentos e de outros países.... Desculpem, mas, vou remar contra maré porque sou responsável com a causa que é praticada, atualmente, pelos "achistas" jamais vistos sem conhecimento de causa.... Deus meu, me leva logo!!!! tá russo de ver e não falar.....
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A grande maioria dos municípios proibe a alimentação de animais na via pública. Partido diz que "não faz sentido" que o Estado invista na esterilização e tratamento dos animais, "determinando simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome".

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) apresentou nesta terça-feira um projecto de lei no Parlamento para a legalização da alimentação aos animais que vivem na rua, garantindo questões de saúde pública e de higiene dos locais.

"A grande maioria dos municípios em Portugal estabelece, através de regulamento próprio, a proibição de alimentar animais na via pública, ignorando quaisquer circunstancialismos pertinentes, como os casos das colónias de gatos controladas por programas de esterilização municipais", lê-se num comunicado do PAN.

Os responsáveis do PAN destacam exemplos de animais recentemente abandonados ou perdidos, e ainda por recolher pelos serviços competentes, ou os casos de colónias de gatos, aos quais cidadãos prestam alguns cuidados informais, nomeadamente de alimentação.

"O PAN defende que não faz sentido o Estado investir na esterilização e tratamento dos animais, determinando simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome", é referido na nota, numa alusão à legislação que estabeleceu o programa Captura-Esterilização-Devolução (CED) para animais errantes.

O diploma do PAN contempla os "modelos de abrigos e comedouros implementados no país", sublinhando que em vários municípios já é admissível a alimentação de animais na via pública", além de outras práticas similares na Europa.

"Não é moralmente defensável, na época que vivemos, ordenar uma população, que se quer mais sensível e compassiva, a abster-se de alimentar um animal, pondo em causa uma das cinco liberdades básicas de bem-estar animal: a de não ter fome e sede. Insistir numa política de morte por privação de alimentação é institucionalizar a crueldade e não é compatível com uma sociedade ética e evoluída", lê-se na nota do PAN.

FONTE: publico.pt

6/02/2018

REPRODUÇÃO: Já nasceram 103 linces ibéricos em Silves

Os desgraçados dos caçadores acabam com uma espécie e aí um bando de gente se arrebenta para recupera-los..... É desigual... Que bicho lindo!!!!!
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No entanto, 26 crias já morreram
No Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves, já nasceram 103 animais, mas 26 morreram antes dos três meses de idade, apurou o CM junto do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Este ano, será investido mais de meio milhão de euros na expansão do centro, defendendo o ICNF que "o programa de reintrodução do lince-ibérico tem sido um sucesso".

Até agora, já foram reintroduzidos na Natureza 63 linces, dos quais 11 em Portugal (Mértola) e os restantes em Espanha. Quanto aos outros animais, "uns foram integrados no programa de cria em cativeiro e outros, não podendo ser libertados por problemas genéticos, nem incluídos no programa de cria, foram encaminhados para zoos ou encontram-se à espera de serem colocados em zoos ou cercados de visitação".

Além de 11 linces nascidos no CNRLI, foram libertados em Portugal animais provenientes de centros de Espanha. No total, foram reintroduzidos 33. Em 2016, nasceram cinco na Natureza e, no ano seguinte, mais 11. Em 2018, estão já confirmados os nascimentos de 13 crias no campo, faltando ainda verificar quatro ou cinco fêmeas.

Entretanto, o ICNF vai investir 550 mil euros no CNRLI, que foi criado em 2009. O projeto prevê dois novos parques de adaptação, três para recuperação de animais feridos ou debilitados e o reforço da videovigilância.

FONTE: G1

5/19/2018

ASSINAR PETIÇÃO: Mais de quatro mil assinam petição contra touradas nos Açores

Gente, assinem a petição..... a galera de Portugal precisa de nós..... Acendam o farol, por favor, e atuem a favor dos animais.... ão basta ler, tem que agir!!!!!
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Movimento fala em prática "retrógada" que "salpica verde das paisagens com sangue".
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena o início de mais uma temporada das touradas à corda na Ilha Terceira e recorda que são já mais de 4 mil os que se manifestam contra esta prática.

‘Não mais touradas, com ou sem corda, nem violência contra os animais nos Açores’ - assim se chama a petição pública – foi criada há cerca de quatro meses e sublinha as consequências das tradicionais touradas na região: Por um lado, desrespeito pelos animais, por outro, humanos mortos e feridos.

No texto da petição é referido que a prática da tourada à corda, comum na Ilha Terceira, “não passa de uma tradição abjeta por vários motivos”. Em primeiro lugar, destaca o movimento, “são responsáveis pela morte e pelo ferimento frequente de numerosos animais, que são abusados inutilmente, para mera diversão humana”.

As touradas à corda são também “a causa do ferimento e da morte de seres humanos que por habituação nelas participam ou que simplesmente se encontram de passagem pelo local, calculando-se em cerca de uma pessoa morta e 300 feridos, em média, anualmente (embora, sem dados oficiais, o número possa ser superior)”.

Por fim, os peticionários frisam que esta prática contribui para uma imagem negativa dos Açores junto dos cidadãos nacionais e estrangeiros, “que se sentem incomodados ao saber que na região que visitam os animais não são respeitados, optando muitas vezes por escolher outras regiões onde o verde das paisagens não é salpicado com sangue”.

Face ao que expõe, o movimento considera que “não é introduzindo filarmónicas ou outros divertimentos na prática da tourada à corda que ela vai ficar mais ‘amiga’ dos animais e mais aceitável face à opinião pública. E condena "todas as iniciativas que, sem contribuírem para o definitivo fim desta prática cruel e retrógrada, tudo fazem para a perpetuar, beneficiando umas minorias que vivem à custa da exploração da ignorância e do sofrimento alheio".

Assim, o movimento defende que "está na hora de introduzir o progresso no âmbito das festividades populares e deixar atrás, no seu sepulcro caiado, todas as tradições que nos envergonham como povo" e protesta contra a intenção do Governo Regional de introduzir novas alterações à legislação que regulamenta a tourada à corda.

"Infelizmente, o Governo Regional e as autarquias da ilha Terceira são mais tradicionalistas que a própria Igreja Católica, e a sua ideia de progresso é manter para sempre associada às festividades populares do nosso povo uma tradição bárbara e violenta como são as touradas à corda", lamentam os peticionários.

FONTE: noticiasaominuto

5/14/2018

CÃES CONDUTORES: Associação do Porto forma cães de assistência para doar a deficientes

Estes animais são explorados sim, mas, será que tanto diante de tantos crimes contra os animais?
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Uma associação de voluntários do Porto forma cães de assistência para pessoas com deficiência, num processo que começa ao 45.º dia de vida dos animais e termina entre os 18 e 24 meses, com a entrega gratuita aos candidatos.

Fundada há 16 anos, a Ânimas - Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social tem equipa multidisciplinar de voluntários que trabalha para proporcionar a pessoas com deficiência um recurso que aumente o seu nível de independência e de autoestima.

Coordenador dos instrutores, a Sebastião Castro Lemos cabe examinar os pequenos cães -- neste caso nove cães de raça Golden Retriever oferecidos pelo criador Carlos Costa, e com 45 a 50 dias de vida -- para "verificação do caráter que melhor se ajusta àquilo que vai fazer", explicou à agência Lusa.

Seguindo as regras, que aconselham dever ser o primeiro teste feito por um instrutor desconhecido dos cães e num local estranho para eles, Sebastião Castro Lemos, um a um, testa as reações à procura de um que "não seja nem muito dominante nem muito submisso", mas cuja "confiança" transmita "equilíbrio".

Feita a escolha, os cães escolhidos para formação continuarão com o criador até aos três meses de vida, aumentando o seu contacto com "pessoas estranhas", seguindo depois para uma família de acolhimento "que deve ter todas as faixas etárias", precisou o coordenador da Ânimas.

Enfatizando o "caráter semelhante" das raças a que recorrem (Labrador e Golden Retriever), explicou que "ambos gostam de aprender", beneficiando ainda do facto de terem "uma mordida suave", o que facilita a "entrega de objetos sensíveis sem os partir".

Já com nome atribuído, ao quinto mês, seguem para uma família de acolhimento, como é o caso da Caji, uma cadela de cinco meses, até novembro a cargo de Rita Gigante.

"O nosso papel é ensinar-lhe as regras básicas, sentar, deitar, ficar, basicamente ser obediente, ser uma cadela tranquila", disse de um trabalho que visa prepará-la para ser uma "cadela de serviço".

Dia após dia, a cadela vai aprender a "estar em sociedade, a frequentar espaços públicos, a não se assustar com barulhos ou com pessoas, habituando-se a vários tipos de ambiente", explicou.

Já Benji, um Labrador de 1,5 anos, aprende por estes dias com Abílio Leite a ser um cão de assistência, preparando-se "para todas as situações possíveis que venha a enfrentar junto da família", num trabalho que coloca ênfase na obrigatoriedade "de ser um cão sossegado que enfrente as várias situações e que as saiba resolver com calma".

Numa formação "sempre adaptada ao beneficiário final", o Benji destina-se a uma criança portadora de sintomas do espetro do autismo, a quem vai tentar ajudar a "eliminar comportamentos de fuga, a parar sempre antes de atravessar uma estrada, a eliminar determinadas estereotipias, a ter um sono mais constante, adormecendo com mais facilidade, bem como levar e ir buscar à escola, ajudando na sua integração".

"Ele só será entregue na fase adulta (entre os 18 e 24 meses), garantindo assim às famílias que não causará problemas", vincou o instrutor de um trajeto em que a família só "o conhece quando inicia a fase de acoplamento", numa gestão de expectativas que visa "não aumentar os problemas" a quem já vive em ansiedade.

Paula Sousa, em Braga, desde o início de maio que tem em casa a Sissi, uma cadela de raça Golden Retriever de dois anos, para a ajudar na gestão de "três filhos gémeos multideficientes" e cuja simples presença "mudou a forma de estar dos filhos" e a sua "interação familiar", depois de também ela ter sido "submetida ao teste final" para avaliar a compatibilidade com o animal.

Apesar do pouco tempo em família, garante que "a Sissi tem correspondido" e que a sua presença "mudou a dinâmica toda da família".

A presidente da Ânimas, Liliana Sousa, explicou que a formação destes cães custa "cerca de 20 mil euros", mas que o facto de estes lhes "chegarem gratuitamente", o trabalho de formação "ser voluntário" e ainda haver o patrocínio para a alimentação da Royal Canin, faz com que possam ser "cedidos gratuitamente".

FONTE: dn.pt

5/01/2018

LEGISLAÇÃO: PCP quer alterar lei para proibir animais acorrentados - Portugal

Portugal está tentando um avanço e tanto. Se conseguirem, seria bom a gente pensar por aqui, embora, fiscalização seria o mais importante já que temos a lei que criminaliza os maus-tratos. 
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Legislação nacional não evita acorrentamento permanente de animais
O grupo parlamentar do PCP, na Assembleia Legislativa da Madeira, quer acabar com o que considera ser a pena de “prisão perpétua” a que estão condenados milhares de animais, sobretudo cães, em todo o País. Animais acorrentados de forma permanente, com correntes curtas, sem condições de higiene, falta de água fresca e comida e sem a possibilidade de passear e fazer exercício.

A legislação portuguesa já reconhece direitos aos animais, mas não é clara sobre o acorrentamento permanente. Em muitas situações, os casos de cães que passam toda uma vida presos, não é considerado, pelas autoridades competentes, como uma violência punível por lei. É isso que o PCP, através de Sílvia Vasconcelos, deputada que é médica veterinária de profissão, pretende alterar.

O projecto de proposta de lei a enviar à Assembleia da República faz parte da agenda do parlamento regional e poderá ser discutido no próximo mês. “A situação de animais permanentemente acorrentados determina a sua proibição, tal é a dimensão que atingiu, podendo, comprovadamente, causar danos na saúde, físicos e comportamentais permanentes nos animais afectados, como agressividade, como resposta defensiva”, refere o PCP no preâmbulo da proposta.

No diploma é destacada a necessidade de serem desenvolvidas campanhas de sensibilização da população para o respeito pelos animais. As alterações à legislação em vigor (decreto-lei nº 35/2003) começam por impor que “nenhum animal deve ser permanentemente acorrentado”. A necessidade de acorrentamento, por razões de segurança de pessoas, do próprio animal ou de outros animais, deve ser “temporária” e limitada a “um período de tempo o mais curto possível”.

Em caso de necessidade de acorrentar o animal, tal só poderá acontecer se houver justificação dada por um médico veterinário. O não cumprimento destas regras deve ser considerado, segundo o PCP, “um mau trato ao animal” e criminalizado como um “mau trato físico a animal de companhia”.

FONTE: dnoticias.pt

EXEMPLO: Dois amigos minhotos transformam plástico das praias em calçado - PT

Dá gosto de ver iniciativas do gênero, não? temos tanta gente boa para mudar nossa realidade, mas, infelizmente, os governos tomados pela corrupção não querem que nada mude... Para quem não sabe, minhotos são moradores do Minho, em Portugal.
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No calçado Zouri não entra qualquer produto animal, sendo as matérias-primas todas naturais, desde a cortiça à borracha, passando pela juta e por um material feito de folhas de ananás.

O plástico recolhido nas praias está a ser utilizado para a confecção de calçado de verão, num projecto de dois amigos minhotos que começou com o "sonho" de limpar o oceano, livrando-o de garrafas e restos de redes.

Adriana Mano, uma das responsáveis do projecto "Zouri", lembra que cada par de chinelos ou de sandálias incorpora entre 80 a 100 gramas de plástico. "Para que se perceba mais facilmente, estaremos a falar em cerca de oito ou dez garrafas", refere. Garrafas ou outro tipo de plástico, como restos de redes de pesca, que até aqui estavam a poluir as praias, mas que a partir de agora vão passar a figurar em calçado amigo do ambiente e também dos animais.

No calçado Zouri não entra qualquer produto animal, sendo as matérias-primas todas naturais, desde a cortiça à borracha, passando pela juta e por um material feito de folhas de ananás. Adriana explica que tudo nasceu de um "sonho" que ela e o seu amigo António Barros foram acalentando, nas suas idas habituais à praia em Esposende, onde tinham como ritual a recolha de plásticos e a conversa sistemática sobre a problemática da poluição por eles causada. "Temos uma grande paixão pelo mar", confessa.

Começaram a pensar numa forma de estimular a remoção do plástico das praias e da sua reciclagem, utilizando-o na confecção de algum produto ambientalmente sustentável. Como são ambos designers na área do calçado, a escolha foi quase inevitável. O passo seguinte foi "bater à porta" da Câmara de Esposende, para uma parceria ambiental.

Em Abril, aquela autarquia promoveu uma acção de limpeza das praias, tendo o plástico recolhido sido oferecido aos responsáveis do projecto Zouri. O plástico é depois triturado e fica pronto para "brilhar" no calçado Zouri. O objectivo passa por ir alargando aquela parceria a outras câmaras do litoral.

Em termos técnicos, conta Adriana, a grande dificuldade do projecto foi encontrar a fórmula para incorporar nas sandálias e nos chinelos o plástico, já que este "não é, de todo, material para calçado". Valeu, aqui, a ajuda da Universidade do Minho, que conseguiu "meter" o plástico nas solas do calçado.

O resto ficou nas mãos de Henrique Dias e de outros artesãos de Guimarães, a quem cabe dar forma ao calçado Zouri. "Foi um desafio novo para a nossa oficina", admite Henrique Dias, garantindo, no entanto, que vão conseguir dar conta do recado. Aquela oficina já produziu chuteiras, entretanto especializou-se em calçado para grupos folclóricos e agora embarcou na filosofia da "slow fashion", confeccionando calçado amigo do ambiente. Calçado que, a partir de Maio, já estará à venda.

Cada par, sublinhe-se, "retirou" cerca de uma dezena de garrafas de plástico do litoral. Na embalagem do calçado, constará a referência à praia que "contribuiu" com o plástico.

FONTE: sabado.pt

4/30/2018

MILITÂNCIA: Dezenas de pessoas fazem vigília à porta de matadouros pela defesa dos animais


Portugal, também, tem lutado muito contra o abate e transporte de animais vivos.
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Dezenas de Voláteis do Porto Animal Save têm uma vigília em Famalicão e em Penafiel, junto aos matadouros. O que é uma liberdade de comunicação por animais, não é um dia em que a liberdade é comemorada em Portugal.



FONTE: sapo.pt

4/28/2018

Podem os tribunais proibir touradas? Está aberto o debate em Portugal

É algo que choca nossa compreensão.... Como pode ser lícito alguém torturar um animal e depois matá-lo sob os auspícios do cidadão contribuidor de impostos? É difícil entender como Portugal ainda não descobriu uma saída para esta desgraceira que rola por lá....
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Ao considerar-se que os direitos humanos são um direito a um direito penal para invocarem as coisas injustificadas, defendem alguns. Mas diploma que diz que as corridas são lícitas contínuas em vigor.

Um ano depois de ter entrado em vigor, como acontece com o código Civil, as pessoas que são alvo de um estatuto de adquirem os direitos de natureza à luz, há quem defenda que está aberta a porta para proibir como touradas.

Controversa, foi defendida em meados de meados de julho de 2011, em uma missão de formação do Centro de Estudos Judiciários por Fernando Araújo, professor da Faculdade de Direito de Lisboa, com um vasto currículo em matéria de licenciamento de animais, e já tendo conseguido. Mas também é crítico, esta entre os juristas que se sentem dedicados a esta causa.

A sociedade de outrem europeus é uma lei que altera o Código Civil como os próprios seres vivos, bem como o seu estatuto de protecção jurídica. Trata-se de um documento próprio, um meio caminho entre os objectos e como coisas. O suficiente para Fernando Araújo defender que anular automaticamente uma norma inscrita numa lei de 1995 que exclui as corridas de touros dos maus tratos contra animais. “É evidente que o que é possível é que os espectadores estejam noivos de viver em dotados de sensibilidade. Todas as normas que se opõem a este são implícitas ou explicitamente revogadas ”, declarou o docente, que designou esta transformação como“ uma revolução do direito ”. As suas turmas existentes podem ser submetidas a uma acção de formação que pode não ser vista no Centro de Estudos Judiciários.

A "revolução" precisa, porém, de os juízes que nos tribunais tornarem-se um direito a espectadores tauromáquicos um caso com base nesta interpretação, touros aqui ou acolá.

Do lado oposto da barricada avança-se com um argumento de peso. “A lei está em vigor há um ano, durante o qual já se viveu em uma época tauromáquica com a importância de ser sonhada por país, e como associações anti-touradas não agiram. Não há maior demonstração de falácia em relação ao tipo de defesa, que é um exercício intenso de contorcionismo ”, observa Ricardo Pina Cabral, que nesta edição representa uma federação portuguesa de tauromaquia Protoiro. “O legislador não quis, com a sua alteração ao Código Civil, proibiu os espectadores tauromáquicos ou de arte equivalente a se expor a uma inconstitucionalidade, uma vez que o direito à cultura está consagrado na Constituição”, acrescenta, em ao PÚBLICO.

O cerne da questão parece estar na alínea a) do artigo 1305 do Código Civil, que diz que o direito de propriedade de um animal “não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, inflingir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte”.

Como um outro dia de formação em um outro país, Paulo Mota Pinto, quer ser uma ideia de sentido legítimo de um indivíduo injustamente são os juristas designados por conceitos indeterminados, com um significado de poder competir às vezes em cada momento concreto, consoante os litígios que são são apresentados para dirimirem. “Se houver leis que liberam o licenciamento das touradas será difícil achar que não é a causa do sofrimento”, equacionou o mesmo docente. Mas, também, que os conceitos indeterminados constituem uma porta de entrada para a evolução das concepções sobre uma questão, por via da jurisprudência dos tribunais. Já Fernando Araújo apelou aos formandos para que “tenha coragem,

Nenhum dos professores universitários está disponível para falar com o PÚBLICO sobre este assunto. Já o juiz da Relação de Lisboa Carlos Marinho explicou o papel que cabia aos juízes na interpretação da lei: pescar em cada momento e em cada circunstância é o valor da tradição que prevalecia ou antes da protecção dos animais. “A lei não nos legitima a dar esse salto sem o crescimento da sociedade”, considera Carlos Marinho. Competirá, assim, aos juízos, na opinião de Paulo Mota Pinto num debate recente dedicado à natureza jurídica dos animais “dar expressão ao consenso social existente em cada momento”.

O primeiro "virá do Norte"
Partilhando as convicções de Fernando Araújo, a Provedora dos Animais de Lisboa, também jurista Marisa Quaresma dos Reis, antecipa-se a um quadro de um tribunal do Norte do país. , enquanto no Sul outro tribunal decide em sentido contrário.

Aí, caso existam recursos dessas deliberações, tenham os tribunais superiores a desempatar. “O primeiro herói entre os juízes virá do Norte”, antevê.

Ligado à plataforma anti-tauromáquica Basta, a sua antecessora no cargo, Inês Real, that is not that an integrated to movement in the United States of the United States como guiasse, vindo da doutrina. Poder agora à-lo-lo, invocando como teses de Fernando Araújo.

Não pode ser tão tão simples. Na Procuradoria-Geral da República, o procurador Raúl Farias discorda do professor universitário: “Teve que se concretizar uma realização de espectáculos tauromáquicos, o que constitui motivo legal / legítimo” para o sentido, salienta. E ainda é um processo: ainda que se entenda o contrário, “não se mostra-se atento a qualquer processo punitivo civil ou penal para o proprietário dos touros”.

Touradas são lícitas
O Conselho da Magistratura sobre os principais direitos dos animais, Carlos Castelo Branco, não faz sentido. No entanto, a presente declaração não é de qualquer outra importância para uma licença ou ilicitude das touradas, remete, remetendo para a tomada de decisão em 2002 da lei de 1995, que estabelece uma lícita a realização de touradas.

Também para o procurador Paulo Sepúlveda, que publicou recentemente um manual sobre os crimes contra os animais de companhia, apenas uma revogação sobre a lei anterior, abriu uma porta à proibição das corridas. Mesmo que o espectáculo tauromáquico consista "numa imposição de maus tratos ao touro como o cavalo, pode ser ferido pelo touro".

Só com a ação de primeiras ações no tribunal se irá saber para que lado penderá a justiça. No PAN, a jurista Cristina Rodrigues diz que “quando não pode haver uma lei diferente para cada zona do país”. E uma contabilidade que faz a lista de pessoas que dão causa a Partido-Animais-Natureza: “Dos 308 municípios existentes no país só 40 têm actividade tauromáquica.

FONTE: G1

Circos alegam que exibir animais contribui para a biodiversidade

Estes idiotas lá em Portugal querem convencer o que é notório e visível que são os maus-tratos aos animais de circos!!!!! 
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Representantes acusaram os deputados de se basearem em falsidades e de não visitarem os circos.

Os representantes portugueses na Associação Europeia de Cirurgiões estão inseridos nesta quinta-feira no parlamento que utiliza os meios de vida dos seres vivos para uma preservação da biodiversidade e contestaram uma possível proibição.

"So embroider with the circo. Have been circo of level the level of the European region, without subsídios.

Sobre o procedimento de audição do grupo de trabalho que está à espera de múltiplas entidades para o desenvolvimento de uma nova normativa nesta matéria, Vítor Hugo Cardinali respondeu: "Sempre vivi sem estas regras, hoje não e volto cá mais".

This is not the deputados the visit in the circos and question the reason of se fazer new legislation, when a current now proíbe a action of the animals. 

Gonçalo Diniz, também em representação dos circos, defendeu os que são os mais variados padrões de 20 ou 30 anos, seja em termos de cuidados veterinários, seja de apresentação dos animais, seja considerando-a "uma afronta" como alegações que colocam em causa o bem -estar animal: "Provavelmente há um falar de coisas que acontecem no terceiro mundo".

Os representantes do circo acusaram os deputados de se basearem em falsas e não visitarem os circos. Gonçalo Diniz admitiu que o projeto do PCP pode ser o que mais se aproxima dos interesses do setor e reiterou que os espetáculos podem ser usados ​​para promover campanhas de defesa da biodiversidade. 

Os logos foram as pessoas que viajaram de bicicleta, através do contacto com as pessoas: "Os circos podem ser enviados para esta concertação da natureza".

Os bichinhos hoje em dia não são retirados do meio selvagem, disseram, acrescentando os movimentos treinados e são comuns na natureza, como os saltos e a força em duas pernas para o alimento.

Tanto o PS, como o PAN, o BE e o PCP fazem uma campanha para garantir o bem-estar animal e a procurar os apoios a serem trabalhados para a mudança de nova legislação, em termos de reconversão profissional de domadores e tratadores estes animais.

O PCP sublinhou que não é uma proibição, mas um programa de entrega voluntária de animais e elaboração de um cadastro nacional.

O deputado do PAN, André Silva, desafiou os representantes do circo a falarem sobre a concordância entre a lei e a exclusão de uma lei que permite a utilização de elementos sobre os animais em touradas e circos.

O deputado do PCP Miguel Tiago defendeu o desenvolvimento de um meio termo entre os interesses dos trabalhadores dos circos, sem as restrições, e o bem-estar animal.

O BE, representado pela deputada Maria Manuel Rola, focou nas questões relacionadas com os apoios durante o período de transição para a lei, procurando contribuições junto aos representantes do setor.

O deputado do PS Diogo Leão argumentou que o mesmo apresentava uma alteração "muito significativa" nos últimos anos na sociedade portuguesa sobre o bem-estar animal e uma "não abrupta".

The parlament discussiu on the final of December on the book of circuits in the Parliament, the PCP, BE, Verdes and PAN, mas, no final, os deputados remeteram o subject para ser appreciate in na especialidade.

Os deputados da Comissão de Cultura da Assembleia da República, posteriormente, a 14 de fevereiro um grupo de trabalho para discutir a fim de animais nos circos.

Os projetos de lei propõem prazos para acabar com os animais nos circos e multas que chegarão aos 25.000 euros.

Os monitores dos circus já contestaram como medidas propostas, alegando que são apresentados em outros programas, para a exibição em espetáculos.

FONTE: cmjornal.pt

4/04/2018

Ovinos e bovinos do Alentejo exportados para Israel

Meu Pai do Céu!!!!! é difícil aceitar estas coisas.... é difícil aceitar que nós, da causa, não tenhamos recursos para meter bronca nesta desgraceira...... É injusto!!!!! Temos que detonar estes navios!!!! é o foco ou então fazer como Santos, embora a lei ainda não tenha sido assinada....
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Um total de 5.300 ovinos e 600 bovinos vivos criados no Alentejo seguiram nesta terça-feira, 27 de Março, para Israel, através do Porto de Sines, num processo acompanhado pelo deputado do PS eleito por Beja.

"Como parte integrante do processo de valorização dos animais e do bem-estar animal, fiz questão de acompanhar de perto o trabalho dos inspectores veterinários, da Polícia Marítima e de outros organismos fiscalizadores na certificação das condições de transporte do navio e de tratamento dos animais", adianta ao "CA" Pedro do Carmo.

Para o deputado socialista, este foi um momento muito importante para o Mundo Rural, daí garantir que vai continuar a acompanhar "o trabalho dos empresários e criadores da região" para manter a "capacidade de resiliência do Baixo Alentejo".

"Vou continuar a lutar pela criação de oportunidades para a defesa da nossa economia local e a prosseguir o caminho do desenvolvimento com qualidade da fileira agro-alimentar da região", acrescentou. Recorde-se que em Abril de 2016, então através do Porto de Setúbal, Portugal exportou, pela primeira vez, 500 ovinos vivos oriundos do Baixo Alentejo para Israel, depois de um complexo processo negocial de desburocratização dos mecanismos e de cumprimento das regras impostas por Israel para a exportação de animais vivos.

Trata-se de um mercado internacional que representa um potencial de exportação de 40 a 50 mil ovinos por ano.

FONTE: correioalentejo

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