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11/07/2018

Uma sentença exemplar para autor de maus tratos a animais

Belo exemplo vindo de Portugal!!!!!
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O Ministério Público da comarca de Setúbal acusou Hélder Pasadinhas, ex-paraquedista, de 67 anos, residente na Venda do Alcaide, concelho de Setúbal pela prática de um crime de maus tratos a animais, levado a cabo no dia 3 de setembro de 2016.

Efetuado o julgamento no passado mês de

10/27/2018

"Artistas" tauromáquicos (toureiros) podem ganhar com o fim da isenção de IVA

Revolta qualquer cristão!!!!! o cara vai ficar isento dos impostos na compra do equipamento de tortura e "roupitchas" e ainda por cima são considerados "artistas".... toureiro é "artista".... Parem o mundo que eu quero descer.....
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Os artistas tauromáquicos podem ganhar com o fim da isenção do IVA prevista na

10/25/2018

Proibição de transporte de animais vivos pelo mar será debatida no Parlamento em 2019

Amigos, ativistas de Portugal também estão na luta. Chamo atenção para a petição somente com 9 mil pessoas e dos veterinários garantindo que todas as normas são cumpridas..... Igualzinho ao Brasil..... Que "M" tem na cabeça destes veterinários? será que aqueles que trabalham no setor, comem bosta de boi? só pode ser isto para justificar o fato de não verem

10/20/2018

Há mais uma estrela de cinema a viver em Portugal. Esta tem quatro patas

Portugal tem sido opção de muitos brasileiros e europeus até mesmo deste casal aí.... Legal!!!!!
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Os britânicos John e Sally Bent mudaram-se para Portugal e estão a tornar a sua Quinta Layla, perto de Penamacor, num santuário para animais que trabalharam no cinema e em vários eventos. Um dos habitantes é uma verdadeira estrela de cinema.

9/21/2018

Touro morre em largada na Moita. "Crueldade", criticam defensores dos animais - PT

Juro que me dá um engasgo tão grande que me desespera...... E o tal Bolsonaro diz que touradas são excelentes para o turismo.... Ai, meu Deus!!!!! eu me mato em plena arena!!!!!!!! Ou melhor, saio dando tiro!!!!! São eventos macabros de uma crueldade inaceitável..... Parecem demônios!!!!! Sou a favor de explodir estas melecas..... Pior é saber que é em homenagem a Nossa Senhora da Boa Viagem!!!!! A igreja não faz nada porque é sustentada por estes malditos.... Será que este Papa Francisco não poderia dar uma força nisto?
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Animal teria batido num obstáculo de madeira e partido a espinha. Morte ocorreu numa largada de touros no sábado. Plataforma Basta e PAN criticam o evento tauromáquico.

8/31/2018

Cão queimado e sem patas em ritual de bruxaria - Portugal

Que coisa horrível, meu Deus!!!!
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O cadáver em decomposição de um cão queimado, e com as quatro patas cortadas, foi esta terça-feira encontrado perto do recinto de uma ETAR, em Samora Correia, no concelho de Benavente. 

A macabra descoberta foi feita por uma

8/21/2018

Invasão de praça de touros por ativistas leva a agressões

Maravilha, mas, ainda acho que deveriam contratar estes terroristas do oriente para explodir as arenas..... Seria um show, não? eitcha porque um anjo não diz amem? 
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Três homens, ativistas dos direitos dos animais, invadiram e interromperam na passada quinta-feira uma corrida de touros em Albufeira, Algarve,

8/14/2018

Portugal protesta contra a utilização de animais de circo

Parece que nossos companheiros de Portugal vivem o mesmo problema: mobilização presencial..... Faz tempo que percebi isto e nunca mais marquei uma. A gente sabe o quanto é difícil com as pessoas trabalhando e com seus afazeres.....
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As organizações que se dedicam à chamada causa animal lutam contra a utilização de animais em circos, e os

8/11/2018

Gaivotas são problema de saúde pública e é preciso prevenir, alerta especialista

Pois é.... daqui a pouco (se já não acontece) morte às gaivotas.....
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O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto admite que as gaivotas são um problema de saúde pública e sugere à população que deixe de dar alimento àquelas aves.

O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISUP)

8/01/2018

Proibição de abate de animais vai esgotar capacidade dos canis, alertam veterinários das autarquias

Vale a pena a gente ficar ciente do que rola nas cidades que proíbem o abate de animais. Galera de Sampa pode dizer melhor sobre esta situação. Nesta cidade portuguesa, a coisa está meia que conflitante. O lance é que em todos os abrigos e canis municipais praticam a eutanásia naqueles animais que não conseguem adoção. Isto acontece em quase toda América e Europa.... É difícil analisar tais decisões e julgar. Alguém pode

7/11/2018

Mecenas paga projeto que vai acolher 600 animais - Portugal

Gente, que espetáculo!!!!! parece que vai ser um espetáculo.....
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Sidney Richardson, um inglês em Portugal há 25 anos, financiou a construção de três abrigos no centro do Algarve, que terão vigilância 24 horas por dia.

Um mecenas inglês, Sidney Richardson, está na origem de uma contribuição que vai permitir construir no Algarve "um dos maiores

7/09/2018

Tourada na Assembleia da República de Portugal

O Partido português que defende os animais, tentou mais uma vez, por fim as malditas touradas. Infelizmente, não houve sucesso... Eu fico pensando na luta de companheiros em todos os países pelo fim desta desgraceira...... Sinceramente, se fosse aqui no Brasil, eu explodia tudo..... pegava uns bandidos e detonava tudo!!!!!  Se este tal Bolsonaro for eleito presidente e inventar estas melecas aqui no Rio, juro que levanto da maca e detono tudo......
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O PS e o PCP seriam os partidos mais penalizados se as touradas fossem ilegalizadas. O eleitorado não lhes perdoaria.

A proposta do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) de acabar com as touradas foi chumbada, mas a votação teve alguns dados bem curiosos: em primeiro lugar, é sempre engraçado ver uma dissidência no Bloco de Esquerda, e o deputado eleito por Santarém, Carlos Matias, apesar de timidamente, não alinhou com os seus colegas de partido e absteve-se! Penso que é uma verdadeira lança em África atendendo à disciplina de voto que os bloquistas costumam praticar. Depois, no PS, oito deputados votaram contra, com a inevitável e inconfundível Isabel Moreira a liderar as hostes anti-touradas e 12 abstiveram-se. No PSD, Cristóvão Norte aliou-se ao PAN e disse não à festa brava, tendo um colega de partido ficado quieto.

Quanto ao PCP demonstrou uma coerência normal e votaram todos a favor da continuidade das corridas de toiros. E não é de estranhar, pois as câmaras onde o espetáculo tauromáquico é mais elevado à categoria de arte – e que faz parte da cultura local – o PC e o PS dividem o comando das autarquias. Não seria pois muito sensato estes dois partidos entrarem numa onda anti-touradas, correndo o risco de serem penalizados em futuras eleições autárquicas. Vila Franca de Xira, Benavente, Montijo, Coruche, Salvaterra de Magos, Santarém e Alcochete não perdoariam essa traição no futuro.

Outro dado curioso foi dado pelos faltosos: 22 não apareceram na votação. E também aqui a história foi curiosa: um deputado do BE, dez do PS, seis do PSD, dois do PCP e três do CDS escolheram outra atividade para ocupar o tempo enquanto decorria a votação.

Mas deixemos os deputados que votaram como bem entenderam, presumo, e avancemos para a corrida. Há um facto que é indesmentível: se um dia as corridas acabarem os toiros bravos têm a morte anunciada. Ninguém vai criar um bicho com todas as mordomias, onde não lhe falta espaço para ir treinando a sua bravura, para depois o matar para comer. Dizem os entendidos que isso ficará para uma imensa minoria rica que tratará de lhes dar uma vida de luxo para depois serem um pitéu à mesa. Também toda uma indústria e uma forma de vida desaparecerão. Não é que tenha alguma simpatia pela cultura marialva, que não tenho, mas as populações que vivem o fenómeno ficariam sem uma parte da sua vida: os bandarilheiros, os campinos, os toureiros, etc. teriam de ir para centros comerciais para encontrarem alguma agitação para as suas vidas.

Nunca fui a uma tourada mas adoro ver as pegas dos forcados, onde homens franzinos não têm medo de enfrentar touros com mais de 500 quilos. «O touro é o perigo, a morte que nos rodeia por todos os lados, que nos espreita ou que nos vem ao encontro. O toureiro é o que enfrenta o perigo, o que engana a morte lidando com ela, o que cria regras, uma arte para não morrer», dizia o matador Ignacio Sánchez Mejías, imortalizado por Lorca. Resumindo: faz-me muito mais confusão ver lutas na televisão, onde homens e mulheres batem noutros com tudo o que está ao seu alcance, havendo campeões do mundo de várias variantes, do que a luta entre homens e um touro, em que muitas vezes os homens acabam por perder a vida. Mas contra essas lutas ninguém luta. Hoje, é verdade, os deputados preocupam-se muito mais com os animais do que com as pessoas. Ou não é verdade que é muito mais traumatizante para uma criança assistir a uma luta de MMA do que a uma tourada?

FONTE: sapo.pt

7/07/2018

Está para breve o fim das touradas?

Fico pensando na luta de companheiros que vivem em países que tem tourada..... Só de pensar que o Brasil já teve esta desgraça e que o candidato a presidente Bolsonaro tem intenção de reeditá-la, começo a vomitar...... Se isto acontecer, vou para Plutão!!!!!
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O Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no Parlamento com as touradas em Portugal. Em entrevista ao 10 Minutos, na SIC Notícias, André Silva está confiante de que o projeto de lei, que vai a votos esta sexta-feira, terá um bom resultado

Com três artigos apenas, o Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no parlamento com a tourada em Portugal, num projeto de lei que será discutido na sexta-feira e que os aficionados acusam de ser apenas folclore e preconceito.

O resultado do projeto, explica-se numa frase: abolidas as touradas, revogadas todas as normas que vão contra esse princípio, publique-se e entre em vigor.

O deputado André Silva disse à agência Lusa que querer o fim da tourada "é o sentimento geral da sociedade portuguesa, o que se sente na rua, o que se sente nas redes sociais".

"O nível de rejeição é enorme por este espetáculo que vive da tortura. Estamos prontos, enquanto sociedade e país evoluído e progressista, para rejeitar que mutilar e rasgar a carne de um animal, fazê-lo cuspir sangue, seja uma tradição cultural".

Do lado dos aficionados, a associação Prótoiro acusa o PAN de uma "tentativa desesperada de ganhar visibilidade" e de fazer com este projeto um "folclore mediático" por trás do qual há uma vontade "demagógica e antidemocrática".

Em declarações à Lusa, o presidente executivo da associação, Helder Milheiro, apontou que a Constituição portuguesa garante o "direito à cultura" de todos os cidadãos e que este não pode ser condicionado por "critérios ideológicos".

"É antidemocrático qualquer órgão do Estado proibir o acesso à cultura", argumentou.

André Silva contrapõe que a essência da tourada é "sofrimento e morte", o que não se torna aceitável só porque "se faz numa arena e o matador usa lantejoulas".

O PAN considera que "não faz sentido e é inaceitável" que haja dinheiro público a chegar à tauromaquia "mascarada de atividade cultural".

O deputado questionou: "Se há tantos aficionados, porque é que precisam de apoios para contribuir e reparar arenas, porque é que há câmaras municipais a comprarem bilhetes para oferecer aos munícipes porque sem isso as praças de touros não enchiam?".

Na "estimativa conservadora" do PAN, chegam entre 16 milhões e 20 milhões de euros por ano de dinheiro público à tauromaquia, seja por via de apoios municipais ou por apoio "patrocinado pelo Estado", como a transmissão de touradas na televisão pública ou os apoios do Instituto de Financiamento da Agricultura à criação da "raça brava de lide".

Helder Milheiro considera absurdo invocar o financiamento público, uma vez que se trata de quantias "ridículas e insignificantes" de que o setor não depende para sobreviver.

"É uma tentativa preconceituosa de dizer que a tauromaquia é consumidora de recursos, quando na realidade é o contrário", afirmou, acrescentando que no setor se pagam "taxas e impostos diretos e há muitos milhares de pessoas em movimento e a consumir" em torno da tauromaquia, "uma atividade cultural com elevado impacto social".

A associação Animal, que se dedicou a reunir centenas de exemplos de financiamento à atividade tauromáquica por via autárquica na sua página na Internet, salienta a "importância histórica" de aparecer no parlamento um projeto como o do PAN.

A presidente da associação, Rita Silva, acredita que a tourada está "condenada pela contestação pública crescente" e salienta que a maneira mais eficaz de acabar com ela seria "cortar o oxigénio" por via do financiamento público.

"É muito importante que se fale no tema, seja um projeto mais ou menos realista", afirmou, referindo que a associação promove desde setembro de 2017 uma iniciativa legislativa de cidadãos que já tem 13 mil das 20 mil assinaturas necessárias para defender o fim dos apoios públicos, "a chave para a queda das touradas".

André Silva afirmou contar com a rejeição por parte do PCP, Verdes e CDS-PP, o apoio do Bloco de Esquerda e esperar que PSD e PS deem liberdade de votos aos seus deputados no que é "uma questão de consciência" individual.

FONTE: expresso.sapo.pt

6/19/2018

TOURADAS: Praça de Touros da Póvoa de Varzim será multiusos vedado a touradas

Isto é notícia boa!!!!!! 
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O presidente da Câmara de Póvoa de Varzim, Aires Pereira, disse esta terça-feira à Lusa que a Praça de Touros do concelho vai ser transformada em multiusos e deixará de receber touradas, uma decisão que a Federação Portuguesa de Tauromaquia vai tentar reverter.

"Vamos fazer ali um investimento de cinco milhões de euros, construindo um multiusos que acolherá as mais variadas atividades desportivas e culturais ao longo de todo o ano, e a manutenção de instalações para a realização de corridas de touros seria uma grande condicionante, pelo que decidimos que, ali, deixará de haver touradas", explicou o autarca.

Disse ainda que, ultimamente, apenas se realizavam duas touradas por ano naquela praça e que a sociedade "se tem vindo a posicionar de forma diferente" em relação a essas corridas.

"Há uma outra sensibilidade em relação às touradas, as novas gerações olham-nas de forma diferente, este ano já não se fizeram garraiadas nas festas académicas e a Câmara decidiu dar um novo uso àquela praça", referiu.

Este verão, assegurou o autarca, a Praça de Touros da Póvoa de Varzim acolherá as suas duas últimas corridas.

Em declarações à Lusa, o presidente da Protoiro, Helder Milheiro, manifestou "choque e surpresa" com a decisão e adiantou que já pediu uma reunião urgente com Aires Pereira para o tentar demover da ideia.

"Estamos em crer que, com diálogo, tudo se resolverá", referiu.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, diz que há soluções técnicas que permitirão "facilmente" a coexistência das mais variadas funcionalidades com a atividade tauromáquica e mostra-se "completamente disponível" para indicar especialistas com o know-how necessário para o efeito.

"Acreditamos que, com boa-fé e mobilização de conhecimento técnico, esta situação se resolverá com grande facilidade", acentuou Helder Milheiro.

A ProToiro aponta os casos das arenas do Campo Pequeno, Évora, Redondo ou Elvas, que foram recuperadas e acumulam "tranquilamente" a sua função tauromáquica com as mais diversas atividades desportivas e lúdicas.

"Seria um enorme contrassenso uma praça de touros ser reabilitada e não ter a sua principal função disponível, a não ser que exista alguma intenção oculta", enfatizou Helder Malheiro.

Acrescentou que a tauromaquia é um "traço centenário" da cultura e identidade dos poveiros, sendo a sua praça um "ex-líbris" da cidade e da tauromaquia no Norte de Portugal.

Disse ainda que a tauromaquia "é uma das marcas distintivas e uma das mais-valias" da oferta turística e cultural da cidade e da região.

Lembrou que a tauromaquia está classificada como "parte integrante da cultura popular portuguesa" e que impedir ou proibir manifestações culturais "é uma violação" da Constituição.

À Lusa, o presidente da Câmara lembrou que as touradas não passam a ser proibidas no concelho, mas apenas não se poderão realizar na atual arena.

"Se alguém quiser promover uma tourada no concelho, nomeadamente numa arena amovível, contacta a Câmara e a Câmara logo decidirá", referiu.

O projeto de transformação da praça de touros em multiusos, que contempla a cobertura do recinto, já está a ser elaborado, prevendo-se que a obra arranque em 2019 e esteja pronta no verão de 2020.

A corrida inaugural da Praça de Touros da Póvoa de Varzim decorreu a 19 de junho de 1949.

FONTE: jn.pt

6/18/2018

POMBOS: "Por mim, o abate de pombos terminava agora"

Vale a pena a leitura:
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Provedora dos Animais de Lisboa diz que há desconhecimento sobre pombos, mas não só: "Era importante que, quando levam um animal para casa, as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos."

Marisa Quaresma dos Reis diz que o fim das touradas em Lisboa só depende da vontade da câmara em negociar com os donos do Campo Pequeno. E critica a lei dos maus tratos a animais, que tem previstas penas demasiado "baixinhas".

Como é feito neste momento o controlo da população de pombos em Lisboa?
Utilizaram-se falcões para os afugentar, mas era uma solução muito cara e esse contrato terminou. A ideia é criar seis pombais contraceptivos, equipamentos nos quais os ovos naturais são trocados por ovos de plástico. Por causa de constrangimentos orçamentais só existe um. Antes disso tem de se fazer um censo, para  perceber onde se concentram mais aves. Há especialistas que dizem que a captura e o abate não são eficientes, uma vez que os pombos migram e quando um desaparece há outro que ocupa esse espaço. Neste momento, quando há muitas denúncias são capturados com redes pelos serviços camarários e mortos com gás.

Isso é ético?
Qualquer morte de um animal só porque nos é conveniente não é ética. Nestas circunstâncias não é para salvar uma vida. É uma questão cultural. Qualquer que fosse o partido que viesse para a Câmara de Lisboa e deixasse de cumprir esta obrigação sujeitava-se a responder perante um tribunal administrativo. Porque é uma incumbência das câmaras municipais zelar pela saúde pública e fazer o controlo das ditas pragas.

Apesar de, como diz, os pombos não transmitirem grandes doenças aos humanos?
Sim. Por mim, a política de captura e abate terminava agora. Mas isso não é possível por causa das queixas dos munícipes. Há alternativas, como a colocação de redes e espigões nos edifícios.
O Rossio é um dos locais onde também já se vêem muitas gaivotas.
É um problema que se calhar daqui a dez anos terá a dimensão do dos pombos. Porque o alimento está a desaparecer do mar e elas são omnívoras. Comem gatinhos bebés, esventram pombos... até comem ração de gato.

É frequente vermos cães à solta nos jardins, apesar de ser proibido. Como conciliar isso com o respeito pela segurança dos transeuntes?
É uma questão cultural. Era importante que quando levam um animal para casa as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos. Que as informasse dos perigos de não respeitaram a legislação.

Por lei os cães deixaram de ser coisas. O que implica?
Não é por estar escrito no Código Civil que deixaram de ser coisas. Para pessoas que viveram sempre com os animais como coisas, provavelmente só os seus filhos é que vão perceber que não é exactamente assim. O próximo passo é reconhecer personalidade jurídica aos animais. Sou uma das primeiras a defender isso.

Se neste momento um animal já tivesse personalidade jurídica, o que mudava?
Significaria que a nossa esfera de direitos estaria mais limitada por respeito aos direitos dos animais. Pode haver um conflito entre direitos fundamentais das pessoas e direitos fundamentais reconhecidos aos animais.

Lisboa devia ser uma cidade livre de touradas?
Claro que sim. Nem podia eu dizer outra coisa.

E porque é que não é?
No espaço público é. O problema é que o Campo Pequeno é privado e a câmara não tem competência para autorizar ou deixar de autorizar espectáculos no Campo Pequeno. É o último degrau que falta subir. Tudo depende da vontade da autarquia e da disponibilidade do grupo que gere o Campo Pequeno para chegarem a um acordo.

O Governo ainda financia a tauromaquia. Como encara isso?
Como uma morte anunciada. É provável que os subsídios terminem antes das touradas, comprometendo a sua viabilidade económica.

O que é preciso para melhorar a lei que criminaliza os maus tratos?
Consagrar claramente a morte directa e intencional de um animal como um crime inequívoco. Se um cão morre com um tiro ou uma facada, à partida existe margem na lei para se dizer que isso não está previsto no crime de maus tratos.

Porque é que acha que a lei foi feita assim?
Foi o resultado de muita negociação. Ou passava isto ou não passava nada.
Também há quem pense que já se foi longe de mais.
E também quem diga que para dissuadir os maus tratos pode ser mais eficaz reforçar o quadro contra-ordenacional do decreto-lei  de 2001 que transpõe a convenção europeia de protecção dos animais de companhia, cujas sanções pecuniárias podem ultrapassar os 3700 euros. O que ultrapassa quase sempre as penas de multa [aplicadas àqueles que são condenados ao abrigo da lei que criminaliza os maus tratos, que é de 2014], que não vão além dos mil e tal euros. As molduras penais dos crimes de maus tratos são tão baixinhas que ninguém leva isto a sério. A pessoa condenada pela primeira vez por maltratar um animal nunca vai presa.

As penas deviam ser mais pesadas?
Pois deviam. Mais que não seja, equiparada ao dano ou superior ao dano. O dano de um objecto tem uma pena de prisão até três anos.

Neste momento, uma pessoa sem cadastro podia cumprir cadeia por maltratar um animal?
Não, não. Tinha de ser uma coisa com especial perversidade, com muitos animais torturados, um crime continuado no tempo – e mesmo assim seria ousado.

Então quando diz que a moldura penal tem de ser mais pesada é a que nível?
Tudo. Subir a multa e subir também a pena de prisão. Os animais mudaram de estatuto não foi para ficarem abaixo das coisas, foi para ficarem numa categoria com mais dignidade do que as coisas. As touradas implicam sofrimento para os animais, se a natureza deles é serem sensíveis, estamos obviamente numa incompatibilidade que algum dia vai ter de ser resolvida.

FONTE: publico.pt

6/17/2018

CASINHAS: PAN propõe legalização da alimentação aos animais que vivem na rua

Até partido político entrando nesta..... é político.... gente de todos os segmentos e de outros países.... Desculpem, mas, vou remar contra maré porque sou responsável com a causa que é praticada, atualmente, pelos "achistas" jamais vistos sem conhecimento de causa.... Deus meu, me leva logo!!!! tá russo de ver e não falar.....
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A grande maioria dos municípios proibe a alimentação de animais na via pública. Partido diz que "não faz sentido" que o Estado invista na esterilização e tratamento dos animais, "determinando simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome".

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) apresentou nesta terça-feira um projecto de lei no Parlamento para a legalização da alimentação aos animais que vivem na rua, garantindo questões de saúde pública e de higiene dos locais.

"A grande maioria dos municípios em Portugal estabelece, através de regulamento próprio, a proibição de alimentar animais na via pública, ignorando quaisquer circunstancialismos pertinentes, como os casos das colónias de gatos controladas por programas de esterilização municipais", lê-se num comunicado do PAN.

Os responsáveis do PAN destacam exemplos de animais recentemente abandonados ou perdidos, e ainda por recolher pelos serviços competentes, ou os casos de colónias de gatos, aos quais cidadãos prestam alguns cuidados informais, nomeadamente de alimentação.

"O PAN defende que não faz sentido o Estado investir na esterilização e tratamento dos animais, determinando simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome", é referido na nota, numa alusão à legislação que estabeleceu o programa Captura-Esterilização-Devolução (CED) para animais errantes.

O diploma do PAN contempla os "modelos de abrigos e comedouros implementados no país", sublinhando que em vários municípios já é admissível a alimentação de animais na via pública", além de outras práticas similares na Europa.

"Não é moralmente defensável, na época que vivemos, ordenar uma população, que se quer mais sensível e compassiva, a abster-se de alimentar um animal, pondo em causa uma das cinco liberdades básicas de bem-estar animal: a de não ter fome e sede. Insistir numa política de morte por privação de alimentação é institucionalizar a crueldade e não é compatível com uma sociedade ética e evoluída", lê-se na nota do PAN.

FONTE: publico.pt

6/02/2018

REPRODUÇÃO: Já nasceram 103 linces ibéricos em Silves

Os desgraçados dos caçadores acabam com uma espécie e aí um bando de gente se arrebenta para recupera-los..... É desigual... Que bicho lindo!!!!!
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No entanto, 26 crias já morreram
No Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves, já nasceram 103 animais, mas 26 morreram antes dos três meses de idade, apurou o CM junto do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Este ano, será investido mais de meio milhão de euros na expansão do centro, defendendo o ICNF que "o programa de reintrodução do lince-ibérico tem sido um sucesso".

Até agora, já foram reintroduzidos na Natureza 63 linces, dos quais 11 em Portugal (Mértola) e os restantes em Espanha. Quanto aos outros animais, "uns foram integrados no programa de cria em cativeiro e outros, não podendo ser libertados por problemas genéticos, nem incluídos no programa de cria, foram encaminhados para zoos ou encontram-se à espera de serem colocados em zoos ou cercados de visitação".

Além de 11 linces nascidos no CNRLI, foram libertados em Portugal animais provenientes de centros de Espanha. No total, foram reintroduzidos 33. Em 2016, nasceram cinco na Natureza e, no ano seguinte, mais 11. Em 2018, estão já confirmados os nascimentos de 13 crias no campo, faltando ainda verificar quatro ou cinco fêmeas.

Entretanto, o ICNF vai investir 550 mil euros no CNRLI, que foi criado em 2009. O projeto prevê dois novos parques de adaptação, três para recuperação de animais feridos ou debilitados e o reforço da videovigilância.

FONTE: G1

5/19/2018

ASSINAR PETIÇÃO: Mais de quatro mil assinam petição contra touradas nos Açores

Gente, assinem a petição..... a galera de Portugal precisa de nós..... Acendam o farol, por favor, e atuem a favor dos animais.... ão basta ler, tem que agir!!!!!
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Movimento fala em prática "retrógada" que "salpica verde das paisagens com sangue".
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena o início de mais uma temporada das touradas à corda na Ilha Terceira e recorda que são já mais de 4 mil os que se manifestam contra esta prática.

‘Não mais touradas, com ou sem corda, nem violência contra os animais nos Açores’ - assim se chama a petição pública – foi criada há cerca de quatro meses e sublinha as consequências das tradicionais touradas na região: Por um lado, desrespeito pelos animais, por outro, humanos mortos e feridos.

No texto da petição é referido que a prática da tourada à corda, comum na Ilha Terceira, “não passa de uma tradição abjeta por vários motivos”. Em primeiro lugar, destaca o movimento, “são responsáveis pela morte e pelo ferimento frequente de numerosos animais, que são abusados inutilmente, para mera diversão humana”.

As touradas à corda são também “a causa do ferimento e da morte de seres humanos que por habituação nelas participam ou que simplesmente se encontram de passagem pelo local, calculando-se em cerca de uma pessoa morta e 300 feridos, em média, anualmente (embora, sem dados oficiais, o número possa ser superior)”.

Por fim, os peticionários frisam que esta prática contribui para uma imagem negativa dos Açores junto dos cidadãos nacionais e estrangeiros, “que se sentem incomodados ao saber que na região que visitam os animais não são respeitados, optando muitas vezes por escolher outras regiões onde o verde das paisagens não é salpicado com sangue”.

Face ao que expõe, o movimento considera que “não é introduzindo filarmónicas ou outros divertimentos na prática da tourada à corda que ela vai ficar mais ‘amiga’ dos animais e mais aceitável face à opinião pública. E condena "todas as iniciativas que, sem contribuírem para o definitivo fim desta prática cruel e retrógrada, tudo fazem para a perpetuar, beneficiando umas minorias que vivem à custa da exploração da ignorância e do sofrimento alheio".

Assim, o movimento defende que "está na hora de introduzir o progresso no âmbito das festividades populares e deixar atrás, no seu sepulcro caiado, todas as tradições que nos envergonham como povo" e protesta contra a intenção do Governo Regional de introduzir novas alterações à legislação que regulamenta a tourada à corda.

"Infelizmente, o Governo Regional e as autarquias da ilha Terceira são mais tradicionalistas que a própria Igreja Católica, e a sua ideia de progresso é manter para sempre associada às festividades populares do nosso povo uma tradição bárbara e violenta como são as touradas à corda", lamentam os peticionários.

FONTE: noticiasaominuto

5/14/2018

CÃES CONDUTORES: Associação do Porto forma cães de assistência para doar a deficientes

Estes animais são explorados sim, mas, será que tanto diante de tantos crimes contra os animais?
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Uma associação de voluntários do Porto forma cães de assistência para pessoas com deficiência, num processo que começa ao 45.º dia de vida dos animais e termina entre os 18 e 24 meses, com a entrega gratuita aos candidatos.

Fundada há 16 anos, a Ânimas - Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social tem equipa multidisciplinar de voluntários que trabalha para proporcionar a pessoas com deficiência um recurso que aumente o seu nível de independência e de autoestima.

Coordenador dos instrutores, a Sebastião Castro Lemos cabe examinar os pequenos cães -- neste caso nove cães de raça Golden Retriever oferecidos pelo criador Carlos Costa, e com 45 a 50 dias de vida -- para "verificação do caráter que melhor se ajusta àquilo que vai fazer", explicou à agência Lusa.

Seguindo as regras, que aconselham dever ser o primeiro teste feito por um instrutor desconhecido dos cães e num local estranho para eles, Sebastião Castro Lemos, um a um, testa as reações à procura de um que "não seja nem muito dominante nem muito submisso", mas cuja "confiança" transmita "equilíbrio".

Feita a escolha, os cães escolhidos para formação continuarão com o criador até aos três meses de vida, aumentando o seu contacto com "pessoas estranhas", seguindo depois para uma família de acolhimento "que deve ter todas as faixas etárias", precisou o coordenador da Ânimas.

Enfatizando o "caráter semelhante" das raças a que recorrem (Labrador e Golden Retriever), explicou que "ambos gostam de aprender", beneficiando ainda do facto de terem "uma mordida suave", o que facilita a "entrega de objetos sensíveis sem os partir".

Já com nome atribuído, ao quinto mês, seguem para uma família de acolhimento, como é o caso da Caji, uma cadela de cinco meses, até novembro a cargo de Rita Gigante.

"O nosso papel é ensinar-lhe as regras básicas, sentar, deitar, ficar, basicamente ser obediente, ser uma cadela tranquila", disse de um trabalho que visa prepará-la para ser uma "cadela de serviço".

Dia após dia, a cadela vai aprender a "estar em sociedade, a frequentar espaços públicos, a não se assustar com barulhos ou com pessoas, habituando-se a vários tipos de ambiente", explicou.

Já Benji, um Labrador de 1,5 anos, aprende por estes dias com Abílio Leite a ser um cão de assistência, preparando-se "para todas as situações possíveis que venha a enfrentar junto da família", num trabalho que coloca ênfase na obrigatoriedade "de ser um cão sossegado que enfrente as várias situações e que as saiba resolver com calma".

Numa formação "sempre adaptada ao beneficiário final", o Benji destina-se a uma criança portadora de sintomas do espetro do autismo, a quem vai tentar ajudar a "eliminar comportamentos de fuga, a parar sempre antes de atravessar uma estrada, a eliminar determinadas estereotipias, a ter um sono mais constante, adormecendo com mais facilidade, bem como levar e ir buscar à escola, ajudando na sua integração".

"Ele só será entregue na fase adulta (entre os 18 e 24 meses), garantindo assim às famílias que não causará problemas", vincou o instrutor de um trajeto em que a família só "o conhece quando inicia a fase de acoplamento", numa gestão de expectativas que visa "não aumentar os problemas" a quem já vive em ansiedade.

Paula Sousa, em Braga, desde o início de maio que tem em casa a Sissi, uma cadela de raça Golden Retriever de dois anos, para a ajudar na gestão de "três filhos gémeos multideficientes" e cuja simples presença "mudou a forma de estar dos filhos" e a sua "interação familiar", depois de também ela ter sido "submetida ao teste final" para avaliar a compatibilidade com o animal.

Apesar do pouco tempo em família, garante que "a Sissi tem correspondido" e que a sua presença "mudou a dinâmica toda da família".

A presidente da Ânimas, Liliana Sousa, explicou que a formação destes cães custa "cerca de 20 mil euros", mas que o facto de estes lhes "chegarem gratuitamente", o trabalho de formação "ser voluntário" e ainda haver o patrocínio para a alimentação da Royal Canin, faz com que possam ser "cedidos gratuitamente".

FONTE: dn.pt

5/01/2018

LEGISLAÇÃO: PCP quer alterar lei para proibir animais acorrentados - Portugal

Portugal está tentando um avanço e tanto. Se conseguirem, seria bom a gente pensar por aqui, embora, fiscalização seria o mais importante já que temos a lei que criminaliza os maus-tratos. 
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Legislação nacional não evita acorrentamento permanente de animais
O grupo parlamentar do PCP, na Assembleia Legislativa da Madeira, quer acabar com o que considera ser a pena de “prisão perpétua” a que estão condenados milhares de animais, sobretudo cães, em todo o País. Animais acorrentados de forma permanente, com correntes curtas, sem condições de higiene, falta de água fresca e comida e sem a possibilidade de passear e fazer exercício.

A legislação portuguesa já reconhece direitos aos animais, mas não é clara sobre o acorrentamento permanente. Em muitas situações, os casos de cães que passam toda uma vida presos, não é considerado, pelas autoridades competentes, como uma violência punível por lei. É isso que o PCP, através de Sílvia Vasconcelos, deputada que é médica veterinária de profissão, pretende alterar.

O projecto de proposta de lei a enviar à Assembleia da República faz parte da agenda do parlamento regional e poderá ser discutido no próximo mês. “A situação de animais permanentemente acorrentados determina a sua proibição, tal é a dimensão que atingiu, podendo, comprovadamente, causar danos na saúde, físicos e comportamentais permanentes nos animais afectados, como agressividade, como resposta defensiva”, refere o PCP no preâmbulo da proposta.

No diploma é destacada a necessidade de serem desenvolvidas campanhas de sensibilização da população para o respeito pelos animais. As alterações à legislação em vigor (decreto-lei nº 35/2003) começam por impor que “nenhum animal deve ser permanentemente acorrentado”. A necessidade de acorrentamento, por razões de segurança de pessoas, do próprio animal ou de outros animais, deve ser “temporária” e limitada a “um período de tempo o mais curto possível”.

Em caso de necessidade de acorrentar o animal, tal só poderá acontecer se houver justificação dada por um médico veterinário. O não cumprimento destas regras deve ser considerado, segundo o PCP, “um mau trato ao animal” e criminalizado como um “mau trato físico a animal de companhia”.

FONTE: dnoticias.pt

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