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8/07/2018

Coutadas moçambicanas de Marromeu recebem 24 leões

Só explicando: Coutadas são Terras proibidas para a caça ou Área de Proteção Ambiental. Em Portugal e na África são chamadas mais assim. Agora, queira Deus que não mudem de ideia e quando já estiver povoada de leões e outros bichos, abram para caça...... Não duvido nada.... Estas empresas de caçadores tem muitas artimanhas..... Olha a reserva de búfalos citada na matéria que eu destaquei: 
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3/10/2018

Ritmo de abate de elefantes em Moçambique ameaça espécie, alertam autoridades

Esta gente nos faz de idiotas, não? o governo de Moçambique finge estar preocupado com a "caça ilegal" dos animais e por outro lado investe nas empresas de turismo que trabalha com "caça legal"..... Ah, vão se catar seus bestalhões.....
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O ritmo de abate ilegal de elefantes em Moçambique está a ameaçar a reprodução da espécie, disse em entrevista à Lusa, Carlos Lopes, diretor de Proteção e Fiscalização da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC).

"Continuamos a perder elefantes a um ritmo que, se não for radicalmente alterado, vai conduzir à extinção ou, pelo menos, à inviabilidade das populações desta espécie", referiu Carlos Lopes. Apesar de ser um dos animais mais emblemáticos dos espaços naturais do país, o elefante está também entre os mais ameaçados.

Este ano será decisivo no diagnóstico da espécie em Moçambique, dado que a ANAC se prepara para realizar o terceiro censo de elefantes do país. Dados da ANAC indicam que, desde 2009, o país perdeu pelo menos dez mil elefantes e, só na Reserva do Niassa, a maior área protegida do país, o número total desta passou de 12.000 para 4.400 em três anos (entre 2011 e 2014).

Trata-se de uma redução de 60% como resultado da ação de caçadores furtivos. "Estamos perante uma ação concertada de crime organizado e, depois das crises anteriores de abate de elefante da década de 1980, voltamos a fazer o mesmo hoje", acrescentou o diretor de Proteção e Fiscalização da ANAC.

A estratégia para preservação tem residido numa aposta em parcerias internacionais, um modelo que, segundo o diretor-geral da ANAC, Bartolomeu Soto, começa a surtir efeito, tendo em conta que alguns dos aliados são também destino do marfim extraídos dos animais, nomeadamente China e Vietname. "Nós estimávamos em 2009 que o país perdia anualmente cerca de mil elefantes" e em 2017 "morreram apenas 188", disse Bartolomeu Soto, observando, no entanto, que, apesar da redução, a situação não deixa de ser preocupante.

A falta de meios humanos e materiais para a fiscalização das extensas áreas de conservação do país é apontada como o principal obstáculo na preservação do elefante. "Nós temos hoje, em média, um fiscal para 315 quilómetros quadrados", referiu Carlos Lopes.

Ou seja, procurando um termo de comparação em Portugal, é o mesmo que ter três vigilantes para uma área equivalente à do Parque Natural da Serra da Estrela. A medida ideal "devia ser de um fiscal para 50 quilómetros quadrados", acrescentou, sendo que as áreas de conservação em Moçambique ocupam de 25% do território. A ANAC está a preparar este ano a realização do terceiro censo de elefantes.

Os últimos relatórios indicam que o país perdeu, entre 2011 e 2016, 48% da população de elefantes e corria o risco de ser banido do comércio internacional de derivados da espécie, devido à falta de clareza na gestão dos animais. No ano passado, no total, as autoridades moçambicanas prenderam 2.400 pessoas suspeitas de envolvimento na caça ilegal de animais.

FONTE: 24.sapo.pt

3/02/2018

Mais de 80 abutres ameaçados de extinção são mortos com carcaça de elefante envenenada

Gente, quando vi esta foto com estes animais tão importantes para natureza mortos envenenadas propositalmente, abri um berreiro. Vejam fotos que separei deles..... é muita crueldade.....
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Caso ocorreu em Moçambique; denúncia foi feita pela organização ambientalista 'The Wildlife Trust'.

Pelo menos 87 abutres ameaçados de extinção foram mortos em Mbashene, em Moçambique, de acordo com a ONG britânica "The Wildlife Trust". As aves foram propositalmente mortas com uma carcaça de elefante envenenada.

De acordo com a organização, baseada na África do Sul, foram mortos 80 abutres-de-rabadilha-branca e sete abutres-de-capuz, no mínimo. A primeira dessas espécies está em perigo crítico de extinção.





Os praticantes da caça ilegal de elefantes e outros animais costumam matar essas aves para uso na medicina tradicional. Os abutres também denunciam a localização dos animais mortos ilegalmente, já que sobrevoam e se alimentam das carcaças.




A organização ambientalista também disse que algumas das aves foram mutiliadas. As presas dos elefantes foram apreendidas e um suspeito foi preso.

FONTE: G1

12/11/2017

Moçambique retoma caça desportiva de hipopótamo

Meu Deus, como tem psicopata neste mundo!!!! não entendo como uma pessoa é capaz de sentir prazer em matar um ser inocente... Por que o mundo precisa de gente assim? eu não sou deste planeta, com certeza!!!!!
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A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES, sigla inglesa) autorizou a retoma do comércio de prêmios da caça desportiva do hipopótamo de Moçambique, noticiou hoje a imprensa estatal.

A decisão foi tomada durante uma reunião do comité permanente da CITES, que terminou na segunda-feira em Genebra, Suíça, e surge na sequência de uma proposta moçambicana.

A caça e o comércio de partes de hipopótamo como troféu tinham sido suspensos em 2012 por não haver dados exatos sobre o número de animais em Moçambique.

No entanto, segundo dados oficiais, o país já terá mais de 7.000 membros da espécie, o que permitirá a caça de 40 hipopótamos por ano, sem prejuízos para o ambiente.

Noutro ponto da reunião, o comité permanente da CITES saudou os progressos feitos por Moçambique na implementação de um plano nacional de combate ao tráfico de marfim.

FONTE: rtp.pt

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