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1/15/2019

Justiça suspende instalação elétrica em área do Ibama

Adivinha quem vai ganhar esta parada?
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Medida foi concedida em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) para processar os responsáveis pelos danos ambientais

A Justiça Federal determinou, em caráter liminar, a paralisação imediata da abertura de ramais e instalação elétrica em área destinada à conservação de animais nativos, nas proximidades do

1/10/2019

Parecer da AGU obriga Ibama a anular multa contra Bolsonaro

E aí galera traidora da defesa do meio ambiente? como é que fica? vamos começar a lista de cobrança. Vejam ao final as matérias correlatas. Bolsonaro nunca perdoou o fiscal do IBAMA que autuou ele quando praticava CRIME aqui em Angra. Ele jurou que ia acabar com ele e acabou..... Agora esfrega na nossa cara o seu poder dado por gente podre igual a ele..... Não me venham com historinhas que estou defendendo Lula que é tão cafajeste como ele....

12/27/2018

Futuro presidente do Ibama defende exportação de gado vivo

Amigos, o que será de nós? quero ir para Plutão..... se bem que este ano será regido por Marte.... quem sabe é mais fácil ir para lá?
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O futuro presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o advogado Eduardo Fortunato Bim, tornou-se conhecido por defender o licenciamento ambiental automático para os ruralistas. Para ele, a regulação ambiental

12/23/2018

Operação do Ibama apreende 540 animais e aplica mais de R$ 600 mil em multas no Ceará

Como sempre falo: a polícia atua de forma precária, mas, atua.... O problema é que na justiça, os criminosos saem rindo e raríssimas vezes pagam as multas. De todas estas  aplicadas contra o setor de fauna (milhares de reais), apenas 2% foram pagas.... Dá para levar a sério isto?
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A operação Serra das Almas foi realizada em 13 municípios cearenses e no Rio Grande do Norte.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e

12/13/2018

Ibama aponta 'problemas técnicos' e nega licença para exploração de petróleo na Amazônia

Pois é, de acordo com o novo Ministro, isto vai rolar sem problema nenhum.... Não tem a mínima importância a vida marinha.... imagina.... isto é secundário...
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Entidade aponta riscos à vida marinha na área de perfuração na foz do rio Amazonas.
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Energias Renováveis (Ibama) negou na sexta-feira (7) a licença ambiental para a

10/22/2018

Ibama devolve 600 animais à natureza, no Ceará

E se o IBAMA acabar? Não sei o que vai ser de nós!!!! pra quem não sabe, um do projetos do futuro governo é acabar com o IBAMA...... Vou para Plutão!!!!!
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Os bichos estavam em recuperação após serem resgatados em operações contra crimes ambientais.
Cerca de 600 animais foram devolvidos à natureza ao longo desta semana no Ceará pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente

10/12/2018

SOCORRO: ‘No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco’, diz general

Todas Santas que nos acompanham, todos os espíritos do bem que nos guiam, minha Nossa Senhora Amada, meu irmão adorado Jesus e finalmente, MEU DEUS!!!!!!! Olhem o que nos espera!!!!! Depois de 49 anos de luta pela fauna e flora, pelos recursos naturais do nosso país, pelas águas e ares, verei tudo isto ir para o lixo por causa de um presidente louco deste? Quando declarei meu voto pelo Alckimin,

9/03/2018

Mais de 600 animais silvestres são apreendidos durante fiscalização na Bahia; ação somou R$ 165 mil em multas

Gente amiga, os caçadores e traficantes deviam ser imolados naqueles templos antigos sul-americanos que torturavam animais, não? Levanta o dedinho quem discorda? Hehehe... hoje é dia de DEVOLVER MALDADE...... é o que um certo candidato está pregando..... 
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Operação foi realizada entre os dias 21 e 29 de agosto, em dez cidades que ficam na região da Bacia do Paraguaçu.

9/02/2018

Bolsonaro, o filho do capeta, chama a fiscalização do IBAMA e CTNBio de xiita

MINHA OBRIGAÇÃO É INFORMAR PELA CAUSA AMBIENTAL E ANIMAL

Sinceramente, protetor de animais, ambientalistas, veganos, ativistas, simpatizantes das causas ambientais, defensores do meio ambiente, defensores da causa animal que votarem neste demônio estarão demonstrando não só sua própria loucura como desrespeito por nós que lutamos muito no passado para termos um órgão ambiental, uma lei de defesa animal e a inclusão dos animais na Constituição de 1988. Serão tão podres quanto ele.......

A desculpa de alguns ignorantes alegando que precisamos estar bem

8/28/2018

Ibama multa caçadores em R$ 743,5 mil por morte de pumas em Santa Catarina

Publicamos a matéria Caçadores caçam onças ameaçada de extinção e publicam a filmagem na internet - SC e agora foram multados. Agora, quem vai fazer eles pagarem esta grana? faz me rir.....
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Os policiais comprovaram a prática de maus-tratos, assassinato de animais silvestres ameaçados de extinção e a exploração da imagem
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

8/27/2018

Nova regra que flexibiliza transporte de animais pode ampliar tráfico, diz Ibama

Minha Santa da Treta, olha o que estão fazendo..... agora vai ficar facinho mesmo para os traficantes....... Dá um jeito nisto, pela mãe do guarda!!!!!
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Uma nova regra que trata da fiscalização do transporte de animais silvestres no País tem causado polêmica entre o Ibama

6/30/2018

RETIRADA: Ibama é acionado para analisar retirada de jacarés da Lagoa Maior

Quero ver o que o Ibama vai dizer sobre este caso.... affe!!!!
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Atualmente existem 140 animais no espaço de lazer da população
A Lagoa Maior, um dos principais atrativos do município de Três Lagoas, registra na atualidade a existência de 140 jacarés vivendo no local. O alto número de animais motivou uma ação pública movida pelo Ministério Público Estadual, que solicita a retirada dos animais do local público.

Conforme informações do site JP News, entre as justificativas apontadas, está um levantamento da Secretaria do Meio Ambiente, identificando que existem três jacarés adultos com mais de dois metros de comprimento e nove de porte médio habitando na lagoa.

No entanto, a prefeitura municipal discorda e declarou que o local é o habitat dos repteis, sem contar que a retirada dos exemplares do local provocaria o desequilíbrio da cadeia alimentar e do meio ambiente. A preocupação da secretaria do meio ambiente também se deve pela quantidade de capivaras existentes na lagoa e que são presas naturais dos jacarés.

Diante do impasse, a juíza da Vara da  Fazenda e Registros Públicos de Três Lagoas, Aline Beatriz de Oliveira Lacerda, solicitou parecer do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à respeito da retirada dos animais.

No ano passado, por medidas de segurança e cuidado com os animais, a Secretaria de Meio Ambiente retirou três jacarés grandes da espécie do papo-amarelo da Lagoa, e levou para uma área de reserva da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), em Brasilândia.

FONTE: correiodoestado

5/14/2018

VAI FUNCIONAR? Ibama muda regra de transporte de animais silvestres para evitar fraudes

Olha, a atitude é legal, mas, será que terá fiscalização suficiente? a Polícia Federal faz parar carros em amostragem.... O transportador ilegal terá muito azar se for parado....
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Notas fiscais eram fraudadas para dar aparência de legalidade a animais retirados irregularmente da natureza. Agora, será preciso pagar taxa e emitir autorização pelo instituto.

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis) mudou a regra para o transporte de animais silvestres entre estados no Brasil. Agora, o transporte de animais vivos ou abatidos deve ser feito mediante autorização de transporte e pagamento de boleto por meio do SISFauna, sistema de controle da fauna silvestre brasileira.

Se o sistema não funcionar, o Ibama orienta para que o autorização seja emitida em qualquer unidade do instituto. A nova portaria foi publicada nesta semana no Diário Oficial da União e substitui regra de 1997.

A norma anterior exigia apenas a apresentação de Nota Fiscal emitida pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, informa o Ibama. Segundo o instituto, no entanto, notas falsas eram utilizadas para regularizar animais retirados da natureza.

"A mudança foi proposta a partir da constatação de que notas fiscais falsas eram usadas para dar aparência de legalidade à venda de animais retirados irregularmente da natureza", informou o Ibama.
Atualmente, animais silvestres só podem ser adquiridos em criadouros autorizados pelo órgão ambiental competente. Não há autorização para a retirada livre da natureza, diz o Ibama.

Além da AT (Autorização de Transporte) e pagamento do boleto, o responsável deverá apresentar o Guia de Trânsito Animal, documento que atesta a regularidade sanitária do animal, informa o institutod.

O transporte de animais de estimação que não pertençam à fauna silvestre, como cães e gatos, não é afetado pela nova exigência, informa o Ibama. O instituto "normatiza apenas a comercialização e o transporte de animais da fauna silvestre brasileira procedentes de empreendimentos de fauna registrados no Ibama", diz o instituto.

Animais silvestres no Brasil
Segundo a ONG WWF, o Brasil é um dos países que mais exporta animais silvestres ilegalmente no mundo. O transporte desses animais movimenta 1 bilhão de dólares anualmente, diz a ong. Diferente de cães e gatos, o animal silvestre não é doméstico e reage à presença do ser humano. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti são exemplos de animais silvestres.

FONTE: G1

4/20/2018

MPF recomenda que Ibama indefira licença para exploração de petróleo na foz do Amazonas

Só espero que o Deputado Federal Edson Duarte, Ministro interino do Meio Ambiente, tome providências imediatas sobre o caso. Vão destruir um banco de Corais da Amazônia enorme!!!!!! Gente, esta Total Brasil não tem nada a ver com Total Alimentos nossa patrocinadora, ok? é outra empresa de energia.
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O Ministério Público Federal (MPF) no Amapá expediu recomendação ontem (18) para que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) indefira licença para exploração de petróleo na foz do rio Amazonas, solicitada pela empresa Total E&P do Brasil, por considerar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) feito na região insuficiente.

Uma equipe de cientistas a bordo do navio Esperanza, da organização não governamental Greenpeace, documentou a existência de um banco de rodolitos – parte dos chamados Corais da Amazônia – na área da possível exploração de petróleo, a 120 quilômetros (km) da costa norte do Brasil. Segundo a ONG, a prova da existência de uma formação recifal na área invalida o EIA realizado anteriormente pela Total, que afirmava que a formação mais próxima de recifes estaria a oito quilômetros de distância de um dos blocos de exploração. 

De acordo com nota divulgada pelo MPF, a liberação de atividades petrolíferas, sem estudo adequado, viola compromissos internacionais firmados pelo Brasil, a exemplo da Agenda 21 – programa de ações para o desenvolvimento sustentável resultante da ECO 92. Na recomendação, o MPF alerta ainda que liberar o empreendimento pode resultar na destruição em larga escala do meio ambiente, configurando ecocídio – crime contra a humanidade sujeito à jurisdição do Tribunal Penal Internacional.

Segundo o MPF, a única forma de garantir que se evite danos ambientais na área é negando o licenciamento ambiental, utilizando-se dos princípios da prevenção e da precaução, em que o poder público deve agir antecipadamente diante do risco. “Desde 2016, o MPF apura a possível ocorrência de irregularidades no EIA apresentado pela empresa. No ano passado, na primeira recomendação ao Ibama sobre o assunto, o MPF orientou o órgão a rever o processo de licenciamento para reavaliar os impactos da atividade petrolífera na região. O Ibama, então, determinou à Total que fossem refeitos documentos anteriormente apresentados pela empresa e readequados os estudos necessários ao licenciamento”, informou o MPF no Amapá. O Ibama disse que o estudo apresentado pela empresa está em análise pela sua equipe técnica da Diretoria de Licenciamento Ambiental.

Na avaliação do MPF, no entanto, os esclarecimentos prestados pela empresa “não foram capazes de demonstrar a segurança necessária para a exploração de petróleo na área pretendida. A própria Total declarou que eventual vazamento poderia afetar o ambiente marinho, físico e biótico, de países vizinhos ao Brasil, o que, para o MPF, poderia causar problema diplomático”.

O MPF concedeu dez dias de prazo para o Ibama informar o acatamento ou não da recomendação e, caso não atenda, o órgão disse que serão adotadas medidas judiciais cabíveis. A Agência Brasil solicitou posicionamento da Total, mas não teve resposta até a conclusão da reportagem.

Fonte: Bom dia Brasil e Ecodebate

4/16/2018

Família fica com papagaio ‘Juninho’, de 30 anos, decide tribunal

Amei a decisão do juiz quando perguntou se o Ibama, um órgão carente como está, teria condições de realmente adaptar o Juninho a uma nova vida livre na natureza.... Não somos a favor de animais silvestres em lares humanos, mas, não dá para confiar na situação deste país..... Boa, Sr. Juiz!!!!!
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Ibama queria ave de volta à natureza, mas desembargador anotou que a ave recebe 'tratamento de excelência' e questionou se 'a emenda pretendida pelo agravante não será pior do que o soneto?'

Os desembargadores da Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF-3) julgaram um caso curioso. O Ibama solicitou que o papagaio ‘Juninho’, domesticado e que vive em uma residência há 30 anos, fosse devolvido à natureza e deixasse a família. Entretanto, ‘Juninho’ teve um final feliz e, após decisão por unanimidade, a Justiça determinou que ele fique em casa.

O Ibama alegou que ‘Juninho’ é de uma espécie considerada em extinção no Estado de São Paulo e sua reintrodução na natureza ou em um criadouro conservacionista pode ser importante para as futuras populações. Além disso, o Instituto contestou que ‘a posse de animal silvestre por particular, sem origem legal comprovada, é ilegal e não há, na legislação de regência, qualquer hipótese de regularização da conduta’.

A família argumentou que, em 2004, havia firmado um ‘termo de contrato voluntário de animais silvestres’ com o prório Ibama, que lhe concedia a posse provisória do animal. A família disse ‘temer pela vida do papagaio, porquanto já se encontra completamente adaptado à vida em cativeiro’. O desembargador Johonsom di Salvo, relator do caso no TRF-3, considerou que o melhor para o papagaio é permanecer com a família.

De acordo com di Salvo, a ave é tratada com ‘louvável grau de afeto’, ‘ com um tal grau de desvelo que se aproxima daquele que seria tributado até a um ser humano, como, por exemplo, assegurar-lhes cuidados médicos e alimentação muito adequada’. O magistrado questionou a utilidade de mandar ‘Juninho’ de volta para a natureza após ele ter se acostumado a uma ‘vida aprazível’.

“Quem vai protegê-lo dos outros animais predadores de sua espécie? O Ibama, órgão federal notoriamente carente de recursos, terá condições de remeter o animal em segurança até um local selvagem onde seja reposto na natureza?”, questionou Johonsom di Salvo.

“Será que algum zoológico destinará à ave de que cuida este processo o mesmo tratamento de excelência que o apelante lhe tributa há tantos anos? A emenda pretendida pelo agravante não será pior do que o soneto?”, segue o magistrado na decisão. O desembargador concluiu que ‘Juninho’ já está adaptado ao convívio doméstico há muito tempo, perdeu o contato com o habitat natural e ‘estabeleceu laços afetivos com a família’.

FONTE: estadao

4/13/2018

Ibama reinaugura Centro de Triagem de Animais Silvestres em Fortaleza

Eu só fico torcendo para não acontecer com este CETAS o que acontece com tantos outros... tudo falido e sem recursos porque quem gerencia é político e não gente da área.... Nosso país ficou podre!!!!!
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ACOLHIMENTO E TRATAMENTO - O local recebe vítimas de tráfico e de cativeiro ilegal e conta atualmente com 1.000 animais

Espaço destinado a receber animais silvestres vítimas de tráfico e de cativeiro ilegal, o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi reinaugurado ontem em Fortaleza. Com investimento em torno de R$ 1,1 milhão, a reforma durou quatro meses e envolveu todas as instalações, incluindo setores administrativos, laboratórios, salas para pequenas cirurgias, recintos dos animais e uma nova área de voo, sendo reforçada ainda a segurança.

Quando o Cetas foi criado, em 2009, a expectativa era receber 3.000 animais por ano, segundo o superintendente do Ibama no Ceará, Herbert Lobo. No entanto, em 2017 foram atendidos quase 9.000 animais, correspondendo ao triplo da capacidade do centro. Por mês, o Cetas recebe cerca de 700 animais. No momento, são em torno de 1.000 no local. Deste total, 80% são aves, 15%, répteis, e 5%, mamíferos.

“É óbvio que qualquer equipamento em sobrecarga vai se deteriorar mais rápido, por isso a necessidade dessa reforma. Vamos ter melhores condições de tratar, de cuidar desses animais e o processo de recuperação deles, muito provavelmente, será acelerado e poderemos reintroduzi-los também mais rápido no ambiente natural”, afirma o superintendente.

Os animais chegam ao Cetas por meio de entregas voluntárias; de trabalho de inteligência realizado pelo órgão; e de operações de fiscalização do Ibama, da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) ou do Batalhão da Polícia Militar Ambiental.

De acordo com o analista ambiental e fiscal do Ibama Walber Feijó não há tempo definido para os animais ficarem no Cetas, dependendo da condição e da espécie. Eles recebem cuidados veterinários e alimentação adequada para serem reintroduzidos na natureza após a recuperação. Os que não estiverem aptos para esse retorno são encaminhados para criadouros registrados e zoológicos. Ter animais silvestres em cativeiro é crime, sendo aplicada sanção administrativa de R$ 500 por animal.

O valor pode chegar até a R$ 5.000 se a espécie for ameaçada de extinção. Além disso, a pessoa pode responder judicialmente pelo ato.

COMO ENTREGAR ANIMAL 
O Ibama recomenda que seja feito contato prévio com o Cetas para emissão da autorização de transporte. Na entrega voluntária, a pessoa fica isenta de receber penalidade ou multa. 

SERVIÇO 
Cetas - Ibama

Onde: Rua Wilson Ferreira, 351 - Guajerú (Fortaleza) Telefone: (85) 3474 0001 Funcionamento: Segunda a sexta, das 7h30min às 17 horas Denúncias: 0800 618080 

FONTE: opovo

1/18/2018

Ibama apreende serpentes, tartaruga e furões com casal em flat de Curitiba

Gente, que absurdo!!!!!
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Ibama chegou ao local depois de denúncias anônimas e também por meio de pessoas que ligavam para o órgão perguntando sobre o comércio dos bichos.

Animais nativos e exóticos foram apreendidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na manhã desta terça-feira (16), com um casal dentro de um flat no Centro de Curitiba.

Conforme a Polícia Militar (PM), três pessoas foram presas por tráfico de animais nativos e exóticos. A operação, deflagrada em conjunto com a Polícia Ambiental e o Ibama, também fez apreensões em uma chácara em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense. Ao todo, segundo a PM, 50 bichos foram apreendidos.

Entre os animais encontrados no hotel, havia 32 serpentes, dois furões, uma tartaruga mata-mata, três lagartos da espécie dragão-barbudo e uma aranha caranguejeira, de acordo com o Ibama. Dezoito ovos de cobras também foram apreendidos.

A PM ainda relatou a apreensão de iguanas e de ratos, que eram utilizados para a alimentação das cobras. O Ibama chegou ao local depois de denúncias anônimas e também por meio de pessoas que ligavam para o órgão perguntando sobre o comércio dos bichos.

O casal tinha documentos que, segundo o Ibama, davam aparência de regularidade para a venda dos animais. Contudo, eles eram comercializados ilegalmente.  O Ibama informou que vai verificar o material apreendido: notas fiscais de papagaios, guias de trânsito sem preenchimento, carimbos de veteronários e de órgãos governamentais, medicamentos e seringas.

Conforme o Ibama, a apreensão indica o manejo e o comércio ilegal dos bichos. Depois da conclusão da autuação administrativa no Ibama, os suspeitos foram encaminhados para a polícia. A orientação para as pessoas que compraram animais vindos desses casal é que procurem o Ibama pelo telefone (41) 3360-6143. Por ora, os bichos apreendidos vão ficar em um criadouro autorizado.

Fonte: G1

11/09/2017

Lebres devastam plantações inteiras no Sul e Sudeste do Brasil

Pessoas amigas, venho denunciando há anos sobre a tentativa destes malditos caçadores colocarem mais um animal para serem caçados. Eles são tão canalhas que introduziam a lebre em nosso território propositalmente para caça. Cade o IBAMA e a Policia Federal para cumprir o que diz o art. 31 da Lei de Crimes Ambientais? Tem nome e endereço.... nenhuma autoridade toma providência?
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Prejuízos causados pelo "lebrão" chegam a 100% da produção em regiões de cultivo de brócolis e couve-flor; há pedidos para que espécie seja considerada nociva e, assim, possa ser controlada.

Agricultores do Sul e do Sudeste do Brasil estão sofrendo com os ataques da lebre europeia, vulgo "lebrão". Os prejuízos chegam a 100% da produção em regiões de cultivo de brócolis e couve-flor, por exemplo. Plantações de citrus também amargam prejuízo alto, na casa dos 20%, segundo cálculos dos próprios agricultores.

A lebre rói o caule de pés de laranja, limão e tangerina, que morrem poucos dias depois, por falta de seiva. Produtores rurais reclamam ainda da presença do animal em cultivos de soja, maracujá, feijão, hortaliças, melancia, abóbora, melão, pupunha, mandioca, mandioquinha, batata-doce, café, quiabo e seringueira.

"Os Estados que mais sofrem com a invasão são Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná", afirma a ecóloga Clarissa Alves da Rosa, pesquisadora da Universidade Federal de Lavras (MG). Ela lembra que a presença do lebrão é tão marcante nas terras paranaenses que, ao sobrevoar o Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Grande Curitiba, é possível ver lebres europeias invadindo a pista.

O animal, no entanto, vem subindo o mapa do Brasil pelas próprias pernas, e numa velocidade alta de dispersão – cerca de 45,35 quilômetros por ano, de acordo com artigo assinado por Rosa e mais dez cientistas e publicado em 2015. Há registros da espécie em Minas Gerais, Goiás e no Mato Grosso do Sul.

A Lepus europaeus, como denuncia o nome científico, é nativa da Europa. Trazida para Argentina e Chile visando à caça esportiva, teria se proliferado pelo países vizinhos e chegado ao Brasil nos anos 1950, por meio da fronteira com o Uruguai.

Sua primeira pegada no país, publicada em literatura, foi em Santa Vitória do Palmar (RS), no ano de 1982. Mais de três décadas depois, ela estaria presente em 135 localidades brasileiras, de acordo com o artigo coassinado por Rosa. De dois anos para cá, porém, os agricultores têm sentido uma disparada na frequência do animal.

Tomando lebre por gato
O lebrão recebe esse nome aumentativo pelo porte "atlético". Sentado com as patas encolhidas, e desconsiderando as orelhas de pontas negras, ostenta cerca de 25 centímetros de altura. Pesa de dois a cinco quilos.

E, em pleno salto, chega a uns 70 centímetros de comprimento, o que faz lembrar um gato. Tem uma plasticidade ecológica alta, isto é, adapta-se a diferentes ambientes, embora prefira campos abertos. Latifúndios de monocultura, portanto, são caros ao seu apetite voraz.

São perfeitos também para as suas já elevadas taxas de reprodução. "Mamíferos tendem a ajustar a reprodução em períodos de maior oferta de alimento", explica Rosa. A lebre europeia apresenta de quatro a sete gestações anuais, concebendo até quatro filhotes por ninhada. Ou seja, uma lebre pode ter 28 crias por ano – sendo que as fêmeas dessa ninhada, aos 5 meses de idade, já estão maduras sexualmente para se reproduzirem.

A espécie não se deixa pegar com facilidade. De hábito predominantemente noturno, é bastante rápida e arisca, dificultando a ação do predador. Enquanto na Europa linces, lobos e aves de rapina teriam saído ao seu encalço, na América do Sul caçadores naturais não a incorporaram à dieta.

"Quando a lebre começou a invadir o Rio Grande do Sul, um dos Estados mais 'desfaunados' do Brasil, criou-se a esperança de que poderia ser uma presa para os poucos predadores que ainda existiam, já que as presas nativas estavam em declínio populacional", diz Clarissa Rosa.

Mas estudos de dez, 15 anos mostraram que os carnívoros dessa área não se alimentam da lebre europeia, mesmo em áreas infestadas. A dedução é que ela tem uma capacidade de fuga muito maior que as espécies nativas.

Que o digam os produtores. Cães da roça, por exemplo, normalmente não dão conta de alcançá-la.

"Um agricultor me disse que, no começo, atiçava os cachorros para saírem correndo atrás dos lebrões", conta o engenheiro agrônomo Joaquim Adelino de Azevedo Filho. "Com o tempo, os cachorros olhavam para ele e para a lebre e nem se mexiam, tipo assim: 'quer mesmo que a gente perca o nosso tempo?'"

Azevedo Filho é pesquisador científico da APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) Regional Leste Paulista, em Monte Alegre do Sul. Há cerca de 20 anos, testemunhou o efeito do ataque de lebrões a uma plantação de melancia em Capela do Alto, região metropolitana de Sorocaba, interior de São Paulo.

"Tiveram de parar porque a lebre raspava a melancia novinha, que dali para frente crescia deformada", diz. Cinco anos depois, relembra ele, na região de Indaiatuba (SP), um produtor de maracujá viu sua colheita perdida porque o bicho roía o pé e a planta morria.

Em Monte Alegre do Sul, o estrago foi nas plantações de soja e crotolária, leguminosa usada para adubo verde. "O ataque à crotolária não foi tão sério porque não é uma cultura comercial, mas para a soja foi prejudicial", avalia.

Espantalhos derrotados
Culturas de consumo familiar não escapam à ação desse animal da ordem dos lagomorfos.
Pedro Luís Gazola, morador de Torrinha (SP), relata, em um vídeo caseiro, a devastação nos pés de feijão carioquinha: "Até o fim da rua, não tem nada, ela come tudo", narra desanimado, referindo-se a um corredor já árido da plantação.

Espantalhos se mostraram inúteis. Tufos de cabelo, que alguns produtores estão pedindo a salões de cabeleireiro, tampouco surtiram efeito contínuo. "Ela parece não gostar do cheiro do cabelo, mas depois chove, o cheiro desaparece e elas voltam a atacar as mudas", afirma Gazola.

O produtor de soja Agnaldo Fernandes do Amaral, de Bragança Paulista (SP), percebeu um afastamento do bicho por causa do cheiro - no caso, vindo da pulverização de inseticida na sua lavoura, às margens da rodovia Fernão Dias. Mas teme que seja insuficiente: "Elas estão procriando demais".

Para quem sugere cercar a terra, o advogado e instrutor de tiro Mardqueu França Filho responde com uma interrogação: "A lebre é pequena, como você tela uma lavoura inteira?".

Na perspectiva dele, a lebre europeia é diminuta de tamanho porque sua referência vem dos javalis, espécie invasiva que ele caça com autorização do Ibama desde 2013 nas bandas de Monte Azul Paulista - onde o lebrão também já chegou. "Em cada caçada de javali que faço, vejo de 20 a 30 lebres saltando na plantação", afirma. "Daria para encher a caçamba da caminhonete só com elas."

Para ilustrar o problema, o instrutor acrescenta outro cálculo: em uma noite, num pomar de laranjas com cerca de 5 mil mudas recém-plantadas, de 10 a 15 delas são consumidas pelas lebres. Cada muda custaria em torno de R$ 30. "Faz a conta do quanto que o lebrão estraga."

Ele cobra que o animal seja classificado pelo Ibama como espécie invasora nociva, à semelhança do que aconteceu com os javalis, que se proliferaram pelo país nos últimos anos com consequências graves para a agricultura e o meio ambiente.

França Filho afirma ter encaminhado ao Ibama e à Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo de São José do Rio Preto uma autorização para o manejo da Lepus europaus com arma de fogo. "Enquanto não se declara que é nociva, não pode matar", explica. "Fica meio no limbo; está autorizado, mas não regulamentado."

Espécie nociva?
O engenheiro agrônomo Rafael Salerno, também controlador de javalis registrado pelo Ibama e caçador credenciado pelo Exército, traçou caminho semelhante em pedido enviado ao Ibama em março de 2017.

Ali escreve estar ciente de que as lebres europeias já foram declaradas como espécie exótica invasora segundo deliberação do Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) 30/2011 e reconhecidas como praga pelo boletim IAC (Instituto Agronômico de Campinas) 110. Além disso, lembra que está facultado ao Estado sua declaração como espécie nociva, conforme Instrução Normativa 141/2006 do Ibama.

Recebeu como resposta do Instituto a informação de que "não há uma norma que declare a espécie nociva em todo o território nacional, mas, considerando que alguns Estados já declararam sua nocividade, pessoas físicas ou jurídicas interessadas no controle da lebre devem solicitar autorização junto ao órgão ambiental competente nos respectivos Estados conforme as normas estaduais e, em casos excepcionais, solicitar essa autorização para a unidade do Ibama no respectivo Estado".

Ocorre que nenhum Estado brasileiro declarou a espécie nociva.
"A lebre europeia vem ganhando território pelo Brasil claramente pela inépcia e prevaricação dos órgãos estaduais de meio ambiente e do Ibama", afirma Salerno, que mora em Sete Lagoas, Minas Gerais. Ele ressalta que, talvez por predação direta, talvez por transmissão de doenças, ou por causa dos dois motivos conjugados, o lebrão ainda estaria colaborando para a extinção do tapiti, coelho nativo brasileiro.

De acordo com a bióloga Graziele Batista, analista ambiental da Coordenação de Gestão, Destinação e Manejo da Biodiversidade, do Ibama, paralelamente à elaboração de planos nacionais para prevenção, controle e monitoramento de espécies exóticas invasoras e à revisão da estratégia nacional para essas espécies, estão sendo reavaliados os critérios de priorização daquelas que devem ser alvo de prevenção e controle para aprimorar normas, mecanismos e ações.

A previsão para a estratégia nacional é abril de 2018. A revisão dos critérios? "Também para o ano que vem", diz, sem especificar o mês.

O Ibama garante não ter dados oficiais de estimativas de prejuízos na agricultura do país causados pela lebre europeia nem de seu impacto ambiental. "Mas é uma espécie que certamente vai ser considerada de alguma forma para controle, porque a distribuição dela tem aumentado muito na última década", diz Batista.

A analista não soube informar se seria liberada a caça ou se o controle seria por armadilha - ou por ambos. A priori, o veneno estaria descartado. "Ele é muito usado em outros países, mas no Brasil seria praticamente inviável, ainda mais em áreas de mata, porque dificilmente haverá um veneno específico para a lebre europeia, o que poderia afetar espécies nativas."

'Para mim é omissão'
A ecóloga Clarissa Rosa questiona a afirmação de que o Ibama não teria dados oficiais sobre a questão.

"Eles receberam das minhas mãos o artigo sobre a lebre europeia que publicamos, momento em que discutimos o problema", afirma. Lembra também que, em todas as reuniões que tratam da invasão dos javalis, nas quais estão presentes pesquisadores, órgãos públicos, produtores e caçadores, a lebre sempre é levantada como uma questão que merece plano nacional. "Isso para mim é omissão", diz.

Ela concorda, porém, que há que se pensar em formas de controle conjugadas: "Discutir qual o melhor método de todos é bater cabeça e discurso ideológico".

Rosa retoma uma iniciativa muito comum na Europa, a dos stakeholders, que envolvem lideranças da comunidade local, grupos apoiados por pesquisadores e órgãos ambientais, todos treinados para identificar espécies e criar sistemas de detecção precoce. "A gente sabe que o controle e a erradicação de uma espécie invasora só é efetivo quando identificado nos primeiros momentos da invasão", conclui.

Para Emanuel Alexandre Coutinho, que dá consultoria a agricultores de Senador Amaral, no sul de Minas - município que mais produz brócolis no Brasil -, a coisa avançou a tal ponto que o plantio já é feito considerando as perdas por ataques, que são certas e líquidas.

"O preço final do produto não aumentou, por enquanto, mas isso afeta a lucratividade e a competitividade do agricultor", diz.

O cenário fatídico não impede que produtores soltem rojões na plantação - para tentar espantar os lebrões, claro. Há pouco a comemorar.

FONTE: G1
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Outra matéria:
Brasil está a ponto de autorizar que caçadores matem lebres a tiros, assim como já faz com javalis

10/31/2017

Ibama tinha informações de que poderia ser atacado no Amazonas

Não faz muito tempo  que Carros a serviço do Ibama são queimados no sudeste do Pará. Pelo jeito, participantes da bancada ruralista do nosso país, querem continuar com o terrorismo contra o único órgão que temos para puni-los. Gente, precisamos fechar o Congresso para tirar estes crápulas do poder!!!!!
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O serviço de inteligência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no Amazonas, já possuía a informação de que sua base no município de Humaitá (distante 660 km de Manaus) poderia ser alvo de ataques como represália à sua atuação na região sul do estado.

A ameaça se concretizou no fim da tarde dessa sexta-feira (27), quando um bando formado por ao menos 500 pessoas ateou fogo no prédio onde ficava o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICmbio). O atentado foi uma retaliação à operação de combate ao garimpo ilegal no Rio Madeira, realizada desde a última terça (24) e que resultou na destruição de balsas e dragas.


O superintendente do Ibama no Amazonas, José Leland, classificou o ataque como um “ato terrorista” e um atentado ao Estado brasileiro. Além dos dois órgãos ambientais, o grupo ainda tinha como alvo a agência fluvial da Marinha, que deu apoio à operação de combate ao garimpo.

“Há indícios de que tudo isso foi planejado. Estamos agora trabalhando no rescaldo. O prejuízo foi muito grande. Eles desafiaram o Estado brasileiro. Os caras implantaram uma espécie de Estado Islâmico em Humaitá. Fizeram um verdadeiro ato de terrorismo”, afirma José Leland.

O prejuízo foi muito grande. Eles desafiaram o Estado brasileiro. Os caras implantaram uma espécie de Estado Islâmico em Humaitá. Fizeram um verdadeiro ato de terrorismo”

José Leland, superintendente do Ibama no Amazonas
Somente a destruição dos três veículos causou prejuízo superior a 300.000 reais. Os carros tinham sido entregues à unidade de Humaitá na semana passada. Com a queima do prédio, houve a perda de equipamentos e de todos os documentos com processos de crimes ambientais. Segundo Leland, o dano seria pior caso o instituto não tivesse seu sistema digital de processos.

As investigações serão realizadas pela Polícia Federal e o próprio Ibama. O objetivo é identificar os líderes do bando que organizou o ataque. De acordo com José Leland, os atentados foram promovidos por milícias formadas por garimpeiros e madeireiros.

Os servidores do Ibama e do ICMBio buscaram refúgio no quartel do Exército. Neste sábado (28), eles foram resgatados de helicóptero com escolta armada do Ibama e levados para Porto Velho (RO). Outros dois funcionários que são da cidade continuam na base militar.

Os próprios militares também estavam na mira do bando. Eles tentaram atacar a Agência Fluvial da Marinha em Humaitá. Foi lá onde, primeiramente, buscaram ajuda os fiscais para não serem mortos. O prédio só não foi destruído porque estava protegido por homens da Força Nacional de Segurança.


De acordo com o superintendente do Ibama, a atividade do garimpo acontecia de forma ilegal, sem as devidas autorizações. “Os garimpeiros não tinham licença, estavam todos ilegais numa área que estava embargada, garimpando de frente para a cidade, o que é proibido. Eles estavam desafiando as instituições ambientais”, diz.

José Leland afirma que os trabalhos do Ibama não serão interrompidos. Até a recuperação do prédio incendiado, o escritório funcionará de forma provisória no quartel do Exército como medida de segurança. “Nós não podemos parar as nossas ações. O Estado brasileiro não vai se curvar diante de meia dúzia de bandidos.”

Na divisa com Rondônia, Humaitá é uma das fronteiras de expansão agrícola e faz parte do arco do desmatamento. A região sul do Amazonas é palco constante de conflitos por questões fundiárias, retirada de madeira e extração clandestina de ouro.

FONTE: MSN

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