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Mostrando postagens com marcador Donald Trump. Mostrar todas as postagens
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7/24/2018

Ambientalistas nos EUA contestam mudanças à lei que protege espécies em extinção

Meu Deus, este homem vai acabar com o mundo... ele é louco!!!!! Ele está conseguindo que a África libere geral a caça  de elefantes. Agora, está mexendo nos animais em extinção para os caçadores americanos matarem os bichos..... Gente, eu tenho pavor que este tal Bolsonaro ganhe as eleições..... Vamos ter inúmeros problemas dos mais

7/20/2018

Botswana está prestes a legalizar as caçadas de elefantes

A culpa desta desgraça é o governo americano, leia-se Donald Trump e filhos, que vem estimulando a caça, principalmente de elefantes. Existem dezenas de pacotes turísticos sobre caça e com a certeza que poderão trazer os seus troféus. O governo de Obama, tentando melhorar a situação da caça, proibiu a entrada de troféus que foi suspensa pelo desgraçado Trumph... LEIA AQUI
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7/16/2018

Autoridades indianas resgatam um bebê elefante. Incluído charge contra o Trump

Bem, quando a manada desse com a falta do pobrezinho que ficou pra trás, ia voltar ferozmente pra detonar a aldeia que está, com certeza, no trajeto de migração deles..... Os caras fazem suas casas, exatamente, na rota dos elefantes e daí não querem pagar o preço desta invasão...
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Este é o momento de aquecer o coração vendo o resgate de um filhote de elefante que cai numa vala  o terreno perto de

5/31/2018

INSANIDADE: O muro de Trump com o México é uma tragédia para animais e plantas

Gente, este Trump é maluco!!!!! como americanos, supostamente inteligentes, elegeram um insano como este? Tenho tanto medo que brasileiros sejam doidos também e elejam o Bolsonaro...... Meu Deus, vou tirar o tubo de vez!!!!!
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O muro de Trump não divide só humanos. É também uma barreira para animais e plantas
É sabido que a Natureza não é o alvo das barreiras políticas. No entanto, com a sua construção, também os animais vão sofrer as suas consequências.

Nos dias que correm, discute-se, do outro lado do mundo, a construção ou não de uma barreira física na fronteira entre os EUA e o México. Alguns dos projectos apresentam muros com fendas para os guardas verem o outro lado. Outros, um topo liso para impossibilitar a amarração de cordas. Uns são de ferro maciço, outros preferem outra constituição.

Independentemente dos seus materiais, os muros são construídos para manter as pessoas longe. Mas o que é que acontece ao mundo natural, quando abraçamos projectos destes?

Actualmente existem cerca de mil quilómetros de barreira física na fronteira EUA-México. Os restantes 2 mil quilómetros livres continuam a permitir a movimentação de várias espécies entre os dois países, com o crescimento de uma grande biodiversidade nestes troços. É exactamente nesta região de fronteira política que se encontra uma grande variedade de anfíbios, répteis e mamíferos que, com os novos desenvolvimentos, se encontra agora ameaçada.

“TERRA DE NINGUÉM”
No caso do Rio Grand Valley, no Texas, a construção prevista de barreiras terá de se desviar da fronteira natural – o rio – para território americano. Significa isto que, todo este novo fortificado vai atravessar várias zonas protegidas, criando quase 6500 hectares de área não acessível por humanos: uma “Terra de ninguém”.

Esta questão coloca um conjunto de problemas muito particular para a movimentação de animais.



CHEIAS
O problema imediato da existência de hectares de “Terra de ninguém” prende-se com as cheias. No Rio Grand Valley existem regiões pantanosas que se enchem com a subida dos níveis de água. Quando isto acontece, répteis e mamíferos têm que se mover para terra segura. Ao criarmos uma barreira impermeável, criamos também uma verdadeira armadilha para estes animais, que ficam encurralados entre o muro e o rio, sem escapatória possível.

REDUÇÃO DA DIVERSIDADE GENÉTICA
A longo prazo, estruturas que limitam a migração de animais, podem levar a consequências muito graves para a sua sobrevivência. Quando uma população é separada por uma barreira física, a sua carga genética é dividida. Este fenómeno leva a uma redução da diversidade genética em cada uma das populações, culminando num aumento da consanguinidade e num elevado risco de extinção da espécie.

E SE EXISTIREM PEQUENAS PASSAGENS AO LONGO DO MURO?
Alguns indivíduos defendem que a construção de muros com pequenas passagens vai permitir que os animais atravessem esta barreira. Contudo, este tipo de projectos não leva em conta o comportamento animal.
Tipicamente, para construir uma barreira é necessário limpar a vegetação da área envolvente por forma a construir estradas onde a brigada fronteiriça possa circular e as “aberturas” são comummente equipadas com equipamentos de iluminação muito forte para facilitar a visualização de humanos que se aproximem. Para animais acostumados a deslocar-se durante a noite, camuflados na vegetação, este tipo de ambiente não é propriamente apelativo.

Os humanos facilmente conseguem descobrir formas de atravessar, pular ou contornar uma fronteira, os animais, por sua vez, não o conseguem. É sabido que a Natureza não é o alvo das barreiras políticas. No entanto, com a sua construção, também os animais vão sofrer as suas


FONTE: shifter.pt

5/26/2018

MALDITO TRUMP: EUA muda regras para caça de ursos no Alasca

Este maldito Trump já prejudicou muito os animais. Agora, mais uma ou seja, vai detonar as regras do governo Obama..... Maldito Trump!!!!
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Em breve será permitido aos caçadores no Alasca utilizar armadilhas para ursos com toucinho ou gordura em áreas protegidas, já que a administração Trump planeja revogar as regras estabelecidas pelo governo de Barack Obama.

O Serviço de Parques Nacionais (NPS, em inglês) apresentou nesta terça-feira uma nova regulamentação, que cancela as medidas adotadas em 2015, quando foram proibidas várias práticas denunciadas por associações de defesa dos animais em áreas federais protegidas do Alasca.

"O NPS anunciou hoje uma proposta para emendar sua regulamentação sobre caça e captura de animais em áreas protegidas do Alasca", destaca um comunicado. "Esta proposta acabará com normas regulatórias aprovadas em 2015 que proíbem certas práticas" e visa padronizar as regras federais de caça com a legislação vigente no Alasca.

A nova legislação, publicada nesta terça-feira no Diário Oficial, deve entrar em vigor em dois meses. Na prática, voltará a permissão para utilizar cães na caça de ursos negros, o uso de iluminação artificial para capturar estes animais e seus filhotes nas tocas, e a utilização de toucinho, gordura e outros alimentos em armadilhas para ursos negros e pardos.

FONTE: Terra

3/24/2018

Governo americano processado por troféus animais

Este presidente Trump e aquele coreano do norte ainda vão dar um jeito de acabar com o mundo. Assinem a PETIÇÃO contra esta desgraceira CLICANDO AQUI.
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Administração de Trump deu passo atrás no início do mês.
Uma grande coligação de grupos conservacionistas processaram esta terça-feira o governo norte-americano por este ter voltado atrás e permitido em alguns casos a importação de troféus retirados das carcaças de grandes animais caçados em África.

O processo da aliança de grupos ecologistas defende que o órgão governamental responsável, o Serviço das Pescas e Vida Selvagem, não cumpriu os requisitos legislativos necessários quando, no início deste mês, revogou sem aviso uma série de restrições do tempo do governo de Obama e que interditavam a importação de troféus de animais africanos como, por exemplo, elefantes e leões.

O governo de Donald Trump – que a dada altura disse publicamente que a caça destes animais é uma “barbárie” – afirma que apenas obedeceu às ordens de um tribunal que ouviu um caso de grupos a favor da caça.

O futuro da importação de carcaças, chifres, caudas e outros supostos troféus animais para os Estados Unidos ainda está em aberto. Barack Obama proibiu por inteiro a entrada desses objetos no país. O governo de Donald Trump, por sua vez, e depois de várias reviravoltas, decidiu no início do mês permitir a entrada de algumas peças, julgando requerimentos caso a caso e para determinados países.

Na sexta-feira, o presidente do Botswana, Ian Khama, afirmou o passo atrás dado pelo governo americano significa que Trump “está a encorajar a caça furtiva” de elefantes no seu país, mesmo que, em teoria, os EUA só permitam a importação de troféus vindos do Zimbabué e Ruanda.

Em declarações à BBC, o presidente Khama, cujo país proibiu por completo a caça de elefantes, afirma que “não existe vontade política” fora do Botswana para defender o conservacionismo. 

FONTE: sapo.pt

3/13/2018

Importações de troféus de caça novamente permitidas nos EUA

O pessoal não gosta que eu fale, MAS VOU FALAR!!!!! Este mequetrefe do Trump é adepto da caça e a mesma voltou a rolar com empresas de turismo dando altos descontos para caçadas na África do Sul. E vou avisar: Bolsonaro já falou que vai liberar caça, apoiar rodeios e vaquejadas e até touradas porque considera um grande chamariz para turistas.... Tudo comprovado aqui em nosso blog. PRONTO FALEI!!!!! PROTETOR QUE VOTAR NESTE DESGRAÇADO NUNCA ME CONTE!!!!!!
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Donald Trump autorizou que os caçadores americanos levem partes de animais mortos para o território, embora as permissões sejam concedidas caso a caso, contradizendo o que havia dito em novembro

Em 2014, Barack Obama proibiu a importação dos chamados troféus de caça, como as presas, orelhas ou as caudas de paquidermes (elefantes, rinocerontes ou hipopótamos) abatidos do Zimbabué e na Zâmbia – nessa altura o número de elefantes em África estava nos 415 mil, tendo caído mais de um terço em sete anos.

Em novembro passado, depois de publicada uma foto do filho mais velho de Trump com uma faca numa mão e a cauda de um elefante na outra, com uma carcaça do animal ao lado, o presidente dos EUA correu para o twitter: “Será muito difícil para mudar a minha opinião de que este programa de horror ajude de qualquer forma a conservação de elefantes ou de qualquer outro animal”. E a restrição manteve-se.

Até dia 1 de março. Altura em que o Serviço de Peixes e Vida Selvagem dos EUA (FWS), a agência federal responsável pela gestão e conservação da vida selvagem nos Estados Unidos, confirmou, através de um nota oficial, o levantamento da proibição de Obama, aumentando, aliás a lista de animais e de países. Assim, além dos paquidermes, também são permitidos troféus de leões e de um tipo de antílope trazidos do Zimbabué, Zâmbia, Namíbia, África do Sul, Tanzânia e Botswana. A agência referiu que nem todas as importações serão possíveis e que farão uma análise caso a caso para avaliar os “critérios de conservação de espécies”.

As associações de defesa dos direitos animais dos animais protestaram, mas o diretor do Safari Club International disse ao The New York Times justificou que “este é um passo na direção certa. Embora algumas pessoas não gostem de caça, no sul da África é muito positivo para a conservação da vida selvagem”.

Os grupos de defesa dos animais rejeitam este tipo de justificação e receiam que esta nova medida aumente as importações e as próprias caçadas. “A caça diminuiu em África. Muitos organizadores terminaram com as suas operações no Zimbabué e na Tanzânia porque não eram economicamente viáveis, segundo Masha Kalinina, especialista em comércio internacional da ONG Humane Society International ao jornal Le Monde. Com esta nova lei, diz, “arriscamos a que voltem ao ativo”.

FONTE: sapo.pt

11/22/2017

Trump volta atrás e suspende importação de 'troféus de caça' até analisar o tema

No ultimo dia 17 publicamos: Governo Trump derruba decisão de Obama e libera importação de troféus de caça de elefantes. Mas, a pressão foi tão grande do mundo inteiro que o doidão voltou atrás. Quem homem perigoso, minhanosinhora!!!!!
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Presidente dos EUA fez anúncio menos de 48 horas depois de seu próprio governo ter concedido autorização para a importação de marfim e cabeças de elefantes por caçadores americanos.

Donald Trump mudou de ideia. Diante de uma enxurrada de críticas, o presidente dos EUA resolveu suspender na sexta-feira à noite (17/11) a autorização para que "troféus de caça” de elefantes abatidos na África pudessem ser importados por caçadores americanos.

O anúncio foi feito pelo próprio presidente em sua conta no Twitter, e ocorreu menos de 48 horas depois de seu próprio governo ter concedido a autorização, que revertia uma política do ex-presidente Barack Obama adotada em 2014 para conter o tráfico de marfim. Trump afirmou que pretende suspender a autorização para a importação até analisar o assunto. "Coloquei a caça em espera enquanto reviso todos os aspectos de conservação”, disse o presidente.

O fim da proibição da importação permitiria que cabeças de elefantes, presas de marfim e outras partes dos animais chegassem legalmente aos EUA. O anúncio original que concedia a autorização foi divulgado na quinta-feira (16/11) e partiu da US Fish and Wildlife Service (USFWS), uma das agências do governo americano.

Um comunicado da agência disse que "a caça esportiva legalizada e regulada como parte de uma administração consistente pode beneficiar a conservação de certas espécies ao prover incentivos às comunidades locais". Mas a medida imediatamente provocou repúdio entre ambientalistas e ONGs, já que a população de elefantes vem caindo na África nos últimos anos e os animais constam em listas de espécies ameaçadas de extinção. Entre 2007 e 2014, o número de elefantes no continente registrou queda de 30%.

Membros da base republicana de Trump também criticaram a medida. O deputado Ed Royce, um membro do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara dos Representantes, disse que a autorização era "uma decisão errada num momento errado”. "Os elefantes e outros grandes animais da África são uma ‘moeda de sangue' para as organizações terroristas e estão sendo mortos num ritmo alarmante”, afirmou Royce, em nota.

A atriz francesa Brigitte Bardot, conhecida pelo seu ativismo em defesa dos animais, disse que a autorização mostrava que Trump "não está apto para governar”. "Nenhum déspota no mundo pode atribuir a si a responsabilidade de matar espécies antigas e que fazem parte da herança mundial da humanidade”, escreveu a ex-atriz francesa.

A autorização inicial também fez com que a imprensa americana voltasse a publicar fotos dos filhos do presidente Trump durante um safári na África em 2012. Uma das imagens mostra Donald Trump Jr. segurando o rabo cortado de um elefante.

11/17/2017

Governo Trump derruba decisão de Obama e libera importação de troféus de caça de elefantes

Sinceramente, o que americanos viram para eleger um cara destes? Um homem destemperado e completamente louco tendo nas mãos o poder americano.... Às vezes, acho que vou acordar com ele e o doido da Coreia do Norte se atracando no meio da rua como crianças desajustadas..... Olha o que este Trump fez..... Leiam AQUI algumas postagens que fizemos com as cacas dele.
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Novo regulamento é valido para o Zimbábue e a Zâmbia, países agora com liberação. Filhos de Trump já foram amplamente criticados por fotos em suas caças esportivas nas redes sociais.

O governo de Donald Trump anunciou que os caçadores de grandes animais – como os filhos do presidente Donald Jr. e Eric – poderão importar cabeças e outros troféus de caça de elefantes. A nova medida reverte uma proibição do ex-presidente Barack Obama, em 2014, para o Zimbábue e para a Zâmbia, segundo os jornais dos Estados Unidos.

A agência do governo federal US Fish and Wildlife Service (USFWS) informou que as importações poderiam retomar a partir desta sexta-feira (17) para os elefantes legalmente caçados. O órgão disse que as taxas cobradas podem ajudar na conservação dos animais ameaçados de extinção. A importação da Tanzânia continua proibida – na África do Sul e na Namíbia é permitida.


Os ambientalistas, no entanto, dizem que as populações de elefantes estão diminuindo. Os animais estão na lista de espécies ameaçadas desde 1978. Dado mais recente do Censo do Grande Elefante, feito por uma ONG em 2016, diz que a população desses animais caiu 30% em sete anos.

A USFWS diz que o esforço do governo do Zimbábue, fornecedores de safari e associações de profissionais de caça ajudou a tomar essa nova decisão com base no status da população atual de elefantes, que mostra que o "terreno melhorou muito". O órgão diz que o país africano tem mais de 80 mil elefantes, mas não informou aos jornais americanos qual era a população no ano da proibição de Obama.


Donald Trump Jr. e Eric são conhecidos por gostar de caçar – e muito criticados. Em imagem de 2012, os dois foram fotografados após a caça de um leopardo. A imagem estampou a capa de jornais. Jr. também foi flagrado após a caça de um elefante, em foto divulgada pelo "TMZ".
"Posso te garantir que não foi um desperdício. Os moradores do lugar ficaram muito felizes pela carne que não costumam ter. Muito gratos", respondeu Trump Jr à crítica de um usuário. 

Fonte: G1 Natureza

11/09/2017

Impaciência de Trump com as carpas no Japão chama atenção nas redes sociais

Estou publicando a matéria e queria que vissem o vídeo para ver se é o que percebi... sei não... Acho o Tump uma caquinha, mas, sei não.... reparem...
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Gesto impaciente de Donald Trump com as carpas ocorreu durante visita a Tóquio, quando o líder norte-americano estava acompanhado do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe De pé, Trump e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe começaram a jogar pequenas porções da comida, que estava em caixas de madeira, em uma lagoa repleta de carpas koi coloridas, no palácio de Akasaka


Fotografias e vídeos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, jogando um pacote inteiro de comida para peixes em um lago de carpas japonesas provocou uma 'festa' nas redes sociais nesta manhã de segunda-feira (6/11). O gesto, visto como impaciente, ocorreu durante a visita do líder norte-americano a Tóquio, no segundo dia da turnê por cinco países na Ásia. 

De pé, Trump e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe começaram a jogar pequenas porções da comida, que estava em caixas de madeira, em uma lagoa repleta de carpas koi coloridas, no palácio de Akasaka. Rapidamente os animais começaram a se aglomerar no local onde caía o alimento. Pouco depois, Trump aparentemente perdeu a paciência com o método e virou de uma vez só na água todo o conteúdo da caixa.

Shinzo Abe observou a cena com um sorriso discreto, assim como as mulheres vestidas de quimono ao lado de Abe e de Trump. Já o secretário de Estado Rex Tillerson mostrou surpresa com a atitude de Trump com as carpas, mas acabou rindo da situação. Em seguida, Trump e Abe acenaram e deixaram o local junto com a comitiva que os acompanhava.


Vários repórteres que acompanhavam o momento fizeram imagens e vídeos, e a ação de Trump logo causou polêmica na internet. No Twitter, o gesto virou motivo de piadas e críticas entre os internautas: "Trump não consegue nem alimentar os peixes de modo correto", ironizou um deles. 

Outro manifestou preocupação com o modo como o presidente dos EUA tratou os animais. "Trump, essas são as carpas imperiais. Peixes não sabem a hora de parar de comer, por isso tem que alimentar aos poucos senão... morrem", escreveu. Um internauta brincou: "É muito protocolo para a paciência de Trump."

Outras filmagens feitas no palácio de Akasaka mostraram que, mesmo que não tenha tido delicadeza e o mínimo de traquejo para alimentar os animais de forma calma, Trump seguiu a liderança de seu anfitrião. Segundo o jornal britânico The Guardian, houve especulações de que um empregado do palácio teria sido designado em seguida para limpar a 'bagunça' no lago assim que Trump e Abe saíram.

Morte por excesso de comida
A grande coleção de carpas koi do palácio já foi vista por uma sucessão de líderes mundiais, incluindo Margaret Thatcher. Nenhum, no entanto, foi tão impaciente com o cardume quanto Trump. Mas o erro na alimentação de peixes não foi cometido apenas pelos líderes em Tóquio. Especialistas destacam que a sobrealimentação é o erro mais comum de criadores de carpas, o que pode levar os animais à morte. O despejo de grande quantidade de comida no criadouro das carpas provocam queda expressiva na qualidade da água, a deixando tóxica para os peixes.

Fonte: Correio Brasiliense

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