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3/18/2019

Olavo, cão jogado de janela no DF, tem alta e agora precisa de um lar

O pobrezinho foi jogado da janela de uma Igreja. Quem não lembrar do caso, veja o  link  ao final com os vídeos e tudo mais. Que ele seja adotado por uma boa pessoa...
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O cachorro recebeu alta nessa quarta-feira (13/3). Ele necessita de uma nova família para cuidar dele
O cachorro Olavo, que foi arremessado de uma janela em Ceilândia em 5 de fevereiro, recebeu alta nessa quarta-feira

2/08/2019

Vídeo: cão é arremessado de janela de prédio no DF

Quando eu falo que jornalistas de hoje em dia parece que se formaram em velório.... A matéria fala tudo, menos qual o fim do cachorro. Provavelmente, ele foi atendido por algum protetor, mas, a matéria tinha que conter a informação, né mesmo?
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Um cachorro foi arremessado da janela de um prédio em Ceilândia, na última terça-feira (5/2), deixando os vizinhos revoltados. Imagens feitas por eles

1/05/2019

Cachorro amarrado em reboque é arrastado por carro em rua no DF

Bem, pode acontecer algo tão esdrúxulo? Sei lá.... acho que até pode.... Ainda bem que o pobrezinho foi atendido e está bem..... Já pensou se ele esquece o carrinho do bebê?
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Animal foi medicado, recebeu alta e sobreviveu. Dono disse à polícia que 'nunca faria isso' por querer.
A Polícia Civil do Distrito Federal abriu investigação sobre o caso de um cachorro arrastado por um carro por uma rua do Condomínio Sol Nascente. O crime teria ocorrido na tarde desta quarta-feira (2). As imagens mostram o animal amarrado ao reboque de um carro de preto em movimento na via que liga o Sol Nascente à rodovia DF-180. O cachorro parece estar desmaiado (veja vídeo abaixo).

8/26/2018

Startup brasiliense pioneira em atendimento veterinário residencial no país participa do maior evento pet da América Latina

Vocês conheciam este aplicativo que leva o veterinário em casa para atender nossos bichos?? Achei a ideia excelente, tanto para nós quanto para o profissional...... Maravilha!!!! Pena que é só em Brasília....
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Startup brasiliense pioneira em atendimento veterinário residencial no país participa do maior evento pet da América Latina
O mercado pet segue aquecido, mesmo em meio à instabilidade econômica do Brasil. Nos últimos anos o faturamento cresceu exponencialmente, e a estimativa do

5/26/2018

EXPLORAÇÃO DE CAVALOS: Hamburgueria usa cavalo em entregas no DF

Gente, soube que aqui no Rio estão usando direto carroças e charretes para levar as pessoas até onde passam os ônibus. Isto é feito, geralmente, por vans, mas, como não tem gasolina estão usando carroças..... Quem me denunciou ontem foi uma moradora de Nova Iguaçu. Ela disse que os animais estão esgotados e trabalham debaixo de chicote. Pedi a ela para filmar para denunciarmos a DPMA.
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Hamburgueria usa cavalo em entregas para driblar falta de combustível no DF
Após a paralisação dos caminhoneiros, uma hamburgueria em Planaltina, no Distrito Federal, resolveu driblar a falta de combustível e resolveu implantar o uso de cavalos para garantir as entregas dos clientes.
De acordo com um dos donos do estabelecimento, Júnior Tadayoshi, de 31 anos, a ideia partiu do seu sócio, Aquiles França, que resolveu improvisar com o serviço. Segundo ele, tudo começou como uma brincadeira para descontrair. No entanto, o transporte alternativo se mostrou eficiente e já ajudou em cerca de 20 entregas.

— Ele teve a ideia e eu liguei para um amigo que tem um haras aqui perto. Ele me disponibilizou dois cavalos e dois cavaleiros — disse Tadayoshi, que informou que a região é conhecida pelas tradicionais cavalgadas.

Ele contou ainda que muitos clientes começaram a ligar pedindo que o lanche chegasse de cavalo nas residências. Junior explicou ainda que os animais foram deslocados para locais mais próximos, enquanto os motoboys entregavam em locais mais distantes. — Muita gente ligou pra cá querendo que a entrega fosse a cavalo. Mas sabemos que nem todos os lugares podemos utilizá-los. É perigoso tanto para o animal quanto para o condutor, por causa do trânsito e da pista.

Júnior disse que se a paralisação continuar, ele será obrigado a fazer o uso do cavalo nas entregas novamente. — O combustível está acabando. Se a greve continuar, vamos ter que usar os animais— concluiu.

Fonte: EXTRA
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LEIAM OUTRO CASO: 
Vereador de BH debocha da crise em vídeo montado em cavalo

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Como brasileiro tem um humor fora do contexto, olha isto:
enviado por nossa leitora Victória

5/23/2018

VETERINÁRIOS TRAFICANTES: Veterinários são presos por tráfico de anestésicos

Indiscutivelmente, em todas as classes tem os "podres", né mesmo? Agora, cá pra nós, encarar que entre veterinários, profissão que tanto respeitamos, ter gente do gênero, é forte demais!!!!! Deususincruzis!!!!! 
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Veterinários e empresário são presos no DF por tráfico de anestésicos
Em seres humanos, uma dose de cetamina pode causar overdose. Trio responderá por tráfico de drogas.

Dois veterinários e um empresário do Distrito Federal foram presos na manhã desta quinta-feira (17) por traficar cetamina, um medicamento usado como anestésico em animais de pequeno e grande porte. A operação da Polícia Civil os encontrou dentro das lojas em que trabalhavam – uma na entrequadra 714/715, na Asa Norte, e outra em Taguatinga.

No local, foram encontradas caixas de Acepran, Anasedan e Pulmonil – este último, presente na lista de medicamentos procurados pela polícia. "Ele vai ser preso em flagrante por tráfico de drogas", afirmou o delegado-chefe da 1ª DP, Ataliba Neto.

Segundo outro delegado responsável pela operação, Paulo Fecury, a característica principal desse tipo de medicamento, geralmente vendido em festas, é o fato de ele ser "altamente viciante". "Uma pequena dose já pode ser suficiente para overdose", disse.

"Em seres humanos, esses remédios causam uma sensação de anestesia mais forte que as drogas normais e, misturado com outras drogas, tem grande potencial de alucinógeno."

A polícia apreendeu mais de 60 ampolas e R$ 40,9 mil em espécie no apartamento do empresário João Filho Neto Sousa Costa. Os veterinários presos são Jader da Cruz Fayad e Gustavo Ferreira Santiago. O G1 tenta contato com a defesa deles. Em depoimento, o empresário afirmou que o dinheiro era capital de giro do pet shop.

Operação K-9
As prisões fazem parte da Operação K-9, que tenta desarticular o esquema do qual os veterinários e o empresário faziam parte. Segundo as investigações, os profissionais têm acesso livre à compra dos medicamentos, cuja venda requer "autorização especial" da Vigilância Sanitária e do Ministério da Agricultura.

"Em abril do ano passado, registramos a morte de um médico anestesista. A princípio, imaginávamos que era suicídio, mas, depois de investigar, verificamos que era overdose por anestésicos", disse Fecury.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do DF ajudou a Polícia Civil na operação e pode punir os alvos da investigação. "A cetamina é um anestésico dissociativo. Ele não faz o animal dormir, mas o deixa incapaz de interagir com o meio ambiente. A pessoa que o consumir perde a percepção do mundo", disse o conselheiro do órgão Rafael Silva de Souza.

FONTE: G1

1/17/2018

Juiz proíbe utilização de animais em vaquejadas no DF

Gente, deixa eu rir...... queria só ver a cara podre de todos aqueles políticos safados que fizeram o que fizeram com a Constituição Brasileira!!!! usara-na para limpar o fiofó deles e aí vem um juiz e põe todos nos devidos lugares......
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O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, proibiu a utilização de animais em provas de perseguição, laceio ou derrubada em vaquejadas na capital.

Quem descumprir a decisão fica sujeito a multa de R$ 50 milhões para cada ato de descumprimento da ordem judicial, sem prejuízo da responsabilidade criminal pela desobediência e por maus-tratos aos animais. A sentença foi proferida na ação civil pública ajuizada pela Bsb Animal Proteção e Adoção contra o DF e a empresa Parque de Vaquejada Maria Luiza. Ainda cabe recurso.

De acordo com o magistrado, a utilização de animais nesse tipo de evento deve ser limitada à comercialização e à exposição, sempre em ambiente adequado e com amparo médico-veterinário condizente. Na mesma decisão, o DF foi condenado a não autorizar a realização das provas elencadas, bem como fiscalizar o respeito à proibição imposta pela Justiça.

Ao fundamentar a decisão, o juiz abordou aspectos relevantes sobre a complexa demanda: a questão dos maus-tratos e da crueldade contra animais; aspectos éticos; a questão cultural e esportiva da prática da vaquejada; e os interesses econômicos por trás desses tipos de eventos.

“A discussão travada neste processo pode ser considerada uma das mais antigas e polêmicas que pontuam o direito ambiental brasileiro, que pode ser resumida na seguinte questão: a prática da utilização de animais na vaquejada é legítima e compatível com a ordem constitucional nacional?”, questionou o magistrado ao adentrar no mérito da ação.

Na decisão, Medeiros justifica que “não pode haver dúvidas de que a Constituição proíbe terminantemente a crueldade contra animais, o que decorre, obviamente, da formalização da consciência ética atualmente vigente e do consenso sobre o que se pode entender como uma proteção razoável à fauna”.

Interesses econômicos
Segundo o juiz, as consequências econômicas da vedação à vaquejada foram especialmente lamentadas pelos defensores da prática. No entanto, afirmou: “Um aspecto que deve ser ressaltado é que o interesse econômico não prevalece sobre o ordenamento jurídico, por mais poderoso que seja”.

Ainda na sentença, foi ressaltado que, como as vaquejadas abrigam uma miríade de atividades econômicas — como exposições e shows —, não há porque manter as provas nas quais os animais são machucados.

Controvérsia foi parar no STF
A ação em questão tramita na Vara do Meio Ambiente desde 2015 e foi ajuizada com pedido liminar para suspender uma vaquejada que iria acontecer em Planaltina. O evento acabou sendo proibido. Depois disso, o tema ganhou repercussão nacional, quando o Supremo Tribunal Federal (STF), com o placar apertado de 6 votos a 5, julgou inconstitucional a lei cearense 15.299/2013, que regulamentava a vaquejada naquele estado. O julgamento ocorreu em outubro de 2016.

Em novembro, foi publicada a Lei Federal n° 13.364/2016, que elevou o rodeio e a vaquejada, bem como as respectivas expressões artístico-culturais, à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial.

No TJDFT, em março de 2017, o Conselho Especial julgou improcedente a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) contra a Lei Distrital n° 5.579, que reconheceu a Vaquejada como modalidade esportiva no Distrito Federal.

Na ocasião, o colegiado decidiu que a prática não configura maus-tratos contra animais e tem natureza recreativa e cultural, conforme disposto na Lei Federal n° 13.364/16, que dispôs sobre o tema em âmbito nacional.

Sobre essa decisão da segunda instância, o juiz da Vara do Meio Ambiente esclareceu: “Não há, na presente decisão, quebra de reverência e acatamento à decisão do TJDFT, que julgou a lei local constitucional à luz da Lei Orgânica desta unidade da Federação, mas acatamento e harmonização do caso concreto à inconstitucionalidade reiteradamente afirmada pelo STF em situações idênticas”. (Com informações do TJDFT)

Fonte: Metrópolis

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