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2/17/2019

Prefeito de capital sul-coreana promete fechar matadouros de cães

Que notícia boa, não? tomara que seja rápido.....
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O prefeito de Seul, capital da Coreia do Sul, anunciou no sábado (9) que a prefeitura vai fechar todos os abatedouros de cães na cidade, em meio à pressão internacional para eliminar o comércio de carne de cachorro.

1/07/2019

Consumo de carne de cachorro entra em declínio na Coreia do Sul

Chegaremos lá, gente amiga!!!!! com pressão junto às autoridades, divulgação, conscientização e educação (educar é fazer pensar).
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Em novembro, as autoridades de Seongnam, uma cidade próxima a Seul, fecharam Taepyeong, o maior matadouro de cães do país

O destino de Tori, um vira-lata preto de 5 anos, mudou radicalmente ao ser adotado

12/01/2018

Presidente da Coreia do Sul apresenta filhotes dos cães que ganhou de Kim Jong-un

Agora vejam só.... saem na porrada nos negócios e aos beijos na cachorrada..... Bicho de raça tem sorte.....
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Em setembro, líder da Coreia do Norte presenteou Moon Jae-in com dois animais da raça Pungsan, considerada um tesouro nacional de seu país. Nesta segunda (26), presidente sul-coreano postou fotos de seis filhotes nascidos há duas semanas.

10/06/2018

Cachorro se põe a chorar porque seus donos são forçados a vender a vaca que o criou

Pelo amor da Santa, gente!!!!! Para tudo e chorem de emoção.... Eu abri um berreiro danado de tão lindo.... Agora, os donos arrumaram outro cachorrinho para ver se ele se desapega da mãezona que ele arrumou..... Temo o destino da grandona porque não recebeu a mínima atenção na matéria. O amor dela pelo cachorrinho nem foi considerado.....

7/27/2018

Cão adotado por presidente sul-coreano estrela campanha contra o comércio de carne de cachorro no país

Achei ótimo este comportamento partir do presidente da Coréia do Sul mostrando todo processo civilizatório que a sociedade mundial participa na causa de respeito pela vida animal.
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A ação acontece pouco tempo antes da realização do Festival Bok Nal, onde o consumo de carne de cachorro aumenta drasticamente.

7/19/2018

Manifestantes pedem fim de consumo de carne de cachorro em Seul

Muito legal o pessoal do próprio país se manifestar..... É o lado bom de Deus agindo!!!! Força aí, companheiros queridos!!!!!
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Organizações de proteção animal calculam que cerca de um milhão de cachorros são sacrificados ao ano para consumo no país

Com bichos de pelúcia e filhotes nos braços, grupos de manifestantes ocuparam o centro de Seul nesta

6/24/2018

PROIBIÇÃO: Matar cães para consumo tornou-se ilegal na Coreia do Sul

Bem, falando a verdade as coisas estão caminhando. Foi um passo bem grande em nossa luta para acabar com o uso de carne de cachorro para alimentação humana.... O uso de carne de outros animais continuamos na batalha, isto é óbvio...... O único medo que eu tenho é deles voltarem atrás.... 
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Tribunal sul-coreano deu primeiro passo para proibir o abate de cachorros ao condenar uma granja por matar animais sem motivo

Matar cachorros para o consumo de sua carne passou a ser ilegal na Coreia do Sul, decidiu um tribunal. A medida, que contraria um costume gastronômico, foi recebida por defensores dos animais como um primeiro passo para a proibição do consumo de carne canina.

A carne de cachorros é uma iguaria na tradição culinária da Coreia do Sul, onde se estima o consumo de quase 1 milhão de cães por ano. Cortes de carne de cachorro são oferecidos nas gôndolas dos supermercados, e pratos são servidos em restaurantes do país.

A Care, uma associação sul-coreana de defesa dos animais, denunciou uma unidade da cidade de Bucheon por violar a regulamentação sanitária e por matar os animais sem motivo. O tribunal declarou a culpa da granja e o pagamento de multa de 3 milhões de wons (2.650 dólares) em abril.

Kim Kyung-eun, advogado da Care, celebrou a decisão, que foi divulgada somente nesta semana. “É muito importante porque esta é a primeira decisão da Justiça que estipula que matar cães por sua carne é ilegal por si só”. “A decisão abre o caminho para que o consumo de carne canina seja declarado completamente ilegal”, completou.

A diretora da Care, Park So-youn, disse que pretende fazer um censo para apresentar ações similares no país. Um deputado apresentou nesta semana um projeto de lei na Assembleia Nacional para proibir o  consumo da carne de cachorro no país.

A tradição, no entanto, está em queda. Um número cada vez maior de sul-coreanos considera o cachorro um animal de estimação e não mais uma fonte de proteína destinada à mesa. Para os mais jovens, conectados com elementos da cultura ocidental, comer carne de cachorro é um tabu. Uma pesquisa de 2017 mostrou que 70% dos sul-coreanos não comem carne de cachorro e que apenas 40% são favoráveis à proibição do consumo.

Os números refletem as divisões em outras sociedades asiáticas. Na China, começa nesta quinta-feira o festival anual de carne canina de Yulin, alvo de críticas ocidentais. Taiwan proibiu no ano passado o consumo de carne de cães. Mas o tema ocupa uma zona cinzenta no âmbito jurídico sul-coreano, que não registra nenhuma proibição específica.

Antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, em fevereiro, as autoridades alegaram regras sanitárias e leis de proteção aos animais para proibir métodos cruéis de sacrifício dos animais em granjas e restaurantes. Alguns sul-coreanos, no entanto, criticam a iniciativa e citam o peso cultural.

A carne canina é considerada energética pelos defensores do consumo. A decisão de Bucheon irritou os criadores. “É um escândalo. Não podemos aceitar uma decisão que afirma que matar cães por sua carne é igual a matar animais por capricho”, declarou Cho Hwan-ro, representante de uma associação de criadores que deseja a legalização do consumo e a autorização de matadouros específicos.

FONTE: veja.abril

2/26/2018

Por que a carne de cachorro foi um tema tão comentado nos jogos Olímpicos

Enchi a paciência de vários jornalistas da Globo para fazerem matéria sobre o tema como fizeram os maiores jornais do mundo. Nem me responderam..... Lamentável que tenham ignorado isto.....
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PYEONGCHANG, Coreia do Sul - A cinco minutos do Estádio Olímpico, em uma rua estreita logo ao lado de uma padaria ao estilo europeu, havia um restaurante chamado Young-hoon Boyangtang. O cardápio estava fixado ao lado porta de entrada. O prato principal estava descrito, tanto em inglês como em coreano, como "sopa nutritiva".

"Alguns atletas vêm aqui e pedem esse prato (esquiadores, golfistas), eles pedem muito", disse uma mulher que trabalha no restaurante. "É uma comida que dá força. Muitos médicos coreanos recomendam esse prato para pacientes de quimioterapia".

A funcionária do restaurante, que prefere ficar anônima, completou: "Agora está havendo muita polêmica, mas sempre servimos esse prato aqui no restaurante".

A celeuma global causada pelo Young-hoon Boyangtang (e por outros restaurantes também) durante a Olimpíada era previsível. O motivo? O tal prato. "Sopa nutritiva" é um eufemismo culinário para ensopado de carne de cachorro.

Vamos relembrar os acontecimentos: estrangeiros, especialmente jornalistas, chegaram à Coreia do Sul para os jogos. Uma série de artigos, vídeos e postagens de mídia social começaram a falar sobre os restaurantes que servem carne de cachorro e sobre o tratamento dos cães criados para o abate.

A maioria dos artigos, se não todos, tinham um tom crítico, e a resposta do público ocidental foi emocional: cachorros são animais de estimação! Como alguém pode comê-los!? Os sul-coreanos reagiram. Primeiro indignados com a hipocrisia dos turistas ocidentais, que não admitem que os coreanos comam carne de cachorro, mas que ficariam ofendidos se um jornalista da Índia, por exemplo, que tem uma população majoritariamente vegetariana, criticasse o hábito tão americano de fazer churrasco no quintal ao cobrir uma olimpíada nos EUA.


Depois houve revolta por causa da simplificação de um hábito cultural que envolve história, conflito de geração, leis sanitárias, burocracia e culinária em uma mistura complicada. Um hábito que, na verdade, vem mudando aos poucos.

"Os sul-coreanos estão passando por uma mudança cultural em termos de alimentação. Hoje, a dieta deles é muito mais globalizada do que antes", contou Jean Lee, ex-correspondente estrangeira na Coreia do Norte e que agora trabalha no Woodrow Wilson International Center em Washington DC.

Placa do lado de fora de restaurante com placa sobre anúncio de ensopado de cachorro Sam Borden
"Os jovens sul-coreanos já não comem carne de cachorro, os açougues que vendem esse tipo de carne estão fechando pouco a pouco."

Esse fenômeno é especialmente visível na capital Seul, onde metade dos 50 milhões de sul-coreanos vive atualmente. Mas em outras regiões, como a província de Gangwon, sede dos jogos, a velocidade da mudança é mais lenta.

Foi por isso que o governo ofereceu incentivos para que os restaurantes que servem carne de cachorro alterassem seus cardápios antes dos jogos, usando eufemismos como sopa nutritiva ou tirando os pratos durante as olimpíadas para não escandalizar os turistas estrangeiros. Alguns restaurantes fizeram isso. No próprio Young-hoon Boyangtang uma fita adesiva foi usada para tapar parte do cardápio, mas a carne de cachorro continua sendo servida se o cliente quiser.

"É tudo carne. Se você cozinhar bem a carne de cachorro ela vai se desfazer na sopa, ela é muito macia e derrete facilmente", explicou Kim Shin-mi, de 58 anos. “Muitos homens comem essa carne porque ela é saudável. Ela tem menos gordura do que as outras. É uma questão de gosto, eu acho."

Baek Ji-yeon, uma jovem de 23 anos, deu sua opinião: "Não é legal comer cachorros quando eles são animais de estimação, mas se os cães foram criados para o abate, então tudo bem".

Ela ainda acrescentou: "Acho que as pessoas mais velhas comem carne de cachorro sem problemas".

Esses dois pontos são importantes ao considerar a questão como um todo. A ideia de que os cachorros são criados para o abate (e não para serem animais de estimação) é uma peça centenária da cultura coreana e, como disse Baek, é algo em que especialmente os coreanos mais velhos ainda acreditam. Durante anos a carne de cachorro foi uma importante fonte de proteína (ainda é em grande parte da Coreia do Norte) e até hoje existe a tradição de comer sopa de carne de cachorro nos dias mais quentes do verão, um prato considerado muito energético.

O costume tem raízes antigas. Ahn Young-geun, professor universitário e ex-diretor da Sociedade Coreana de Alimentos e Nutrição, escreveu um livro chamado "Os Coreanos e a Carne de Cachorro" e mantém um site sobre o assunto. Em uma das postagens, ele cita uma enciclopédia médica coreana do ano 1613, que diz que comer carne de cachorro "faz bem para partes do sistema digestivo, como os intestinos grosso e delgado e o estômago, é fonte de tutano que fortalece os joelhos e a cintura e aumenta o vigor, tornando os homens mais viris".

Apesar da tradição, muitos jovens sul-coreanos passaram a tomar canja nos dias de verão, e estudos mostram que a opinião sobre o uso dos cães na dieta coreana está mudando com as novas gerações. Em 2015, uma pesquisa do instituto Gallup da Coreia constatou que 39% das pessoas na faixa dos 50 anos comia carne de cachorro pelo menos uma vez por ano, enquanto apenas 17% dos entrevistados na faixa dos 20 anos tinham esse hábito.

Lee, a ex-correspondente que passou a trabalhar no Wilson Center, contou que outra questão relacionada é a falta de controle sanitário nas criações de cães para consumo humano na Coreia do Sul, que leva a condições "horripilantes" no tratamento dos cães. Cerca de 2 milhões de cães são abatidos anualmente no país, um número muito menor, segundo algumas estimativas, do que o de coelhos abatidos para consumo nos Estados Unidos. Para Lee, a preocupação mais urgente é a maneira como os animais são criados - um problema que não é exclusivo da Coreia. "Eles têm que encontrar alguma maneira de regular o abate dos cachorros ou acabar com essa prática", disse ela.

Lee contou que tem um cão, Mochi, que foi resgatado de uma fazenda onde são criados cachorros para abate na Coreia do Sul. Ela espera que Mochi sirva como símbolo contra a ideia de que há uma diferença entre "cachorros de rua", que são criados para abate, e cães de raça, criados para serem amigos das pessoas, como acreditam muitos sul-coreanos.

Essa atitude, assim como o gosto pela carne de cachorro, também está mudando lentamente. Em 2017, uma pesquisa online com quase 4.000 coreanos concluiu que 58% dos entrevistados não come carne de cachorro porque considera que os cães são animais de estimação.

"Nós comíamos tudo o que criávamos, era uma necessidade", disse Jeong Yoon-young, que saiu de Seul para acompanhar a Olimpíada. "Mas acho que com o passar do tempo essa cultura vai mudar. Mesmo hoje em dia já não é um hábito tão popular."

FONTE: espn

1/02/2018

Produtor de carne de cachorro na Coreia do Sul, um trabalho mal visto

Tem gente que costuma fazer uma piadinha para aqueles que defendem o fim do consumo de carne de cachorro alegando qual a diferença dos outros animais.... Eu penso que se temos chance de acabar com a morte de qualquer animal devemos fazer de tudo e mais um pouco.  Se tivermos oportunidade de acabar com o consumo de carne de porco não devemos fazer porque tem os bois, as aves e outro tantos? não me parece uma argumentação inteligente vindo de gente do nosso lado. As campanhas contra o fim do consumo de cães e gatos tem sido fortes e acho que em breve estaremos adiante com outros animais. Por Deus, a luta é tão difícil pra se ficar criticando.....
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Labradores, beagles e outros cachorros latem quando seus salvadores os tiram das jaulas de uma fazenda na Coreia do Sul. Serão enviados às suas famílias de acolhida ocidentais para evitar que acabem em um prato. Ser produtor de carne canina está com as horas contadas no país.

Diante de uma demanda cada vez mais baixa, o produtor Kim Young-Hwan aceitou fechar seu estabelecimento em troca de receber uma indenização da Humane Society International (HSI), associação com sede nos Estados Unidos.

É o segundo produtor em três anos que aceita esta proposta. Os montantes exatos são confidenciais, mas as transações ascendem a centenas de milhares de dólares, incluindo os custos de adoção.

Mas os chamados a proibir o consumo de carne de cachorro, que chegam em boa parte do exterior, chocam com reações comedidas, inclusive com acusações de hipocrisia ocidental.

"Esta atividade está condenada. Quis parar antes de que fosse tarde demais", suspira Kim, de 56 anos.

Seu criadouro, situado em Namyangju, ao norte de Seul, tinha 170 cães.

"Os preços despencaram nestes últimos anos", explica à AFP. "Mal consigo chegar ao fim do mês. Além disso, os defensores dos animais me assediam o tempo todo. É duro", acrescenta.

Segundo as estimativas, os sul-coreanos consomem cerca de um milhão de cães a cada ano. É um prato delicado que se degusta no verão. A carne vermelha e gordurosa, sempre fervida por sua maciez, é considerada energética.

- 'Cordeiros e coelhos' -

Mas a tradição está sendo perdida. Os cachorros são cada vez mais apreciados, mas como animais de estimação, e comer sua carne já é um tabu entre os jovens sul-coreanos.

Os defensores dos animais intensificaram seus esforços para proibir seu consumo. Com campanhas que provocam debates acalorados, muitos sul-coreanos denunciam um duplo padrão cultural.

"Não como cachorro, mas estou farto daqueles que afirmam que só os animais que são suficientemente bonitos ou suficientemente amáveis aos olhos ocidentais merecem viver", critica um internauta.

Um quinto dos 50 milhões de sul-coreanos tem um animal de estimação, sobretudo gatos e cães, indica outro internauta. Mas para muitos, os cachorros "não são mais especiais que os cordeiros ou os coelhos".

Um debate que existe em outras sociedades asiáticas consumidoras de cachorros, como a China, onde o festival da carne canina de Yulin atrai uma multidão de pessoas, para desgosto dos críticos ocidentais.

Taiwan proibiu o consumo de carne de cachorro em abril. Alguns consideraram injusto querer salvar algumas espécies em virtude "de uma bonita lei em defesa dos animais".

A opinião está dividida na Coreia do Sul, como mostram as pesquisas.

Embora 70% dos sul-coreanos não comam carne de cachorro, apenas 40% exigem que seu consumo seja proibido. Segundo esta pesquisa recente, 65% estão a favor de que os cachorros sejam criados e sacrificados em condições melhores.

Não há nenhuma lei que regule a matança de cães na Coreia do Sul. Os produtores pedem ao governo que submeta o setor à mesma regulação que o gado, mas os defensores dos animais exigem simplesmente sua abolição.

FONTE: em

12/11/2017

Cães clonados trabalham como seguranças de prisão na Sibéria

Agora este negócio de clonar animais está virando uma febre. Ontem no Globo Rural teve uma matéria enorme sobre clonagem de vaca para obter mais leite. Meu Deus, o homem perdeu a noção.....
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Tom e Jack, dois Pastor-belga Malinois, foram clonados a partir de cães farejadores em laboratório na Coreia do Sul. Eles enfrentam frio de até -40ºC para patrulhar campo de trabalho com 720 detentos.

Dois cães clonados estão sendo usados na segurança de um campo de trabalho forçado na Sibéria, na Rússia. Tom e Jack são da raça Pastor-belga Malinois e chegaram há cerca de um mês ao presídio de Yakutia, que abriga 720 detentos.

Os animais nasceram em 2015 na Coreia do Sul, no primeiro centro de clonagem de animais do mundo, os laboratórios Sooam Biotech, em Seul. Eles foram entregues às autoridades russas como um presente pelo cientista especialista em clonagem, Dr. Hwang Woo Suk, e foram clonados a partir dos “melhores cães farejadores” de seu país de origem, de acordo com o laboratório.


Segundo o jornal “Siberian Times”, o cientista sul coreano doou os cães, que valem US$ 100 mil cada, durante uma viagem ao país na qual buscava restos mortais de mamutes peludos preservados em solo congelado, parte de um projeto para tentar reviver a espécie pré-histórica.

Os treinadores admitem que Tom e Jack tiveram dificuldades no início do treinamento, especialmente devido ao frio da região, onde as temperaturas podem chegar a – 40ºC, e meias chegaram a ser providenciadas para os animais. Mas, depois de um período de adaptação, dizem que eles “superaram as expectativas” e hoje são capazes de farejar pessoas e objetos e seguir a trilha de supostos fugitivos.

FONTE: folhamt

ONG resgata 170 cães de fazenda de carne canina na Coréia do Sul

Estes resgates são incríveis.... Pensem em toda estratégia envolvida... Pior saber que 2,5 milhões de cães são criados por ano para consumo humano.
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Mais de 170 cães foram salvos de uma fazenda miserável  de produção de carne canina  na Coréia do Sul, onde eles teriam sido eletrocutados e transformados em uma sopa picante se não fossem resgatados.

Os salvadores de animais da Humane Society International resgataram os cães de uma fazenda em Namyangju no ultimo dia 28 de novembro. Funcionários e voluntários levaram os cães para abrigos nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido depois de passar por um processo de quarentena.


A fazenda de carne de cachorro em Namyangju é considerada uma das 17 mil na Coréia do Sul que produz mais de 2,5 milhões de cães por ano para consumo humano. A fazenda tinha uma mistura de raças no local, incluindo galgos. Os 13 cães dirigidos para o Reino Unido são um golden retriever, beagle e Jindo coreano. Os cães eram mantidos em condições sujas, passando suas vidas em gaiolas de arame sem cuidados veterinários.


HSI descobriu que muitos dos cães sofriam de infecções oculares, doenças da pele e patas feridas pelo uso da malha de arame nas gaiolas que passavam suas vidas. Se eles não fossem salvos pela HSI, os cães teriam sido eletrocutados em um mercado local ou matadouro e transformados em uma sopa picante, chamada bosintang.


Os cães foram resgatados como parte da campanha da HSI para acabar com o comércio de carne de cachorro. A organização fechou dez fazendas em toda a Coréia do Sul desde 2014. Os cães foram resgatados como parte da campanha da HSI para acabar com o comércio de carne de cachorro.


Os cães foram encontrados apenas dez semanas antes do lançamento das Olimpíadas de Inverno de 2018, que visam o apelo às gerações mais novas e criam um "novo horizonte cultural". HSI acredita que as gerações mais jovens dos coreanos estão rejeitando a carne de cachorro e vêem isso como um bom momento para eliminar o comércio. A oposição ao comércio de carne de cachorro está crescendo entre cidadãos e políticos coreanos, e até mesmo o recém-eleito presidente Moon Jae -  adotou um cão chamado Tory, que foi resgatado de uma fazenda de carne de cachorro. 


O Sr. Kim, que criou cachorros há 20 anos, planeja entrar no negócio de construção e cultivar vegetais em sua terra A HSI disse que já resgatou cerca de 1000 cães e que vem trabalhando em cooperação com fazendeiros de carne de cachorro ansiosos para sair do comércio. 


Outros criadores de cães auxiliados pela HSI se mudaram para meios de subsistência humanos, como cultivo de pimenta e entrega de água. Os resgates e fechamentos de fazenda fazem parte de uma estratégia mais ampla que visa incentivar o governo sul-coreano a acabar com a indústria cruel da carne de cachorro. Wicks, que foi transferido para se juntar ao esforço depois de assistir a vídeos de fechamentos de fazenda de cães anteriores, disse que acabar com o comércio de carne está perto de seu coração.


Fonte: Daily Mail

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