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2/27/2019

11 animais em extinção no Brasil que podem sumir nos próximos anos

Os humanos é que tinham que serem extintos....
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Existem vários animais em extinção no Brasil, e daqui a alguns anos, pode ser que não exista mais nenhum exemplar deles por ai. O post 11 animais em extinção no Brasil que podem sumir nos próximos anos apareceu primeiro em Segredos do Mundo.

1/12/2019

'Pesca fantasma' assombra com morte e mutilação quase 70 mil animais por dia no Brasil

Os mares vão morrer mais rápido que a terra.... Deus meu, que maluquice foi a sua ao criar o tal "serumano".... Se for verdade que criou a gente à sua semelhança, vou entender a sua doidice..... Credo!!!!!
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O descarte e a perda de equipamentos de pesca nos mares do mundo inteiro criam um fenômeno chamado de "pesca

11/19/2018

O Brasil é o maior exportador de carne halal, tanto de frango como de boi

Adorei que a Globo tenha feito esta matéria. Estou cansada de falar sobre estas pessoas da proteção, algumas até que se consideram "expert", que são tão desinformadas a ponto de achar que o abate halal e kosher só se faz nos países islâmicos e por muçulmanos estrangeiros. Cansei de falar que o Brasil é o maior exportador de carne halal (tanto frango quanto boi) e que as pessoas estavam preocupadas erroneamente

11/01/2018

Onças são mortas no Brasil e traficadas no Suriname para uso medicinal

Coragem de matar um animal lindo deste pelo tráfico..... Meu Deus, o que virá com este novo governo? como vamos controlar o tráfico se será liberado a caça esportiva? Malditos chineses!!!!!
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Imagens feitas por investigadores da Proteção Animal Mundial mostram onça morta e amarrada sendo vendida
Uma investigação liderada pela Proteção Animal Mundial aponta que onças-pintadas estão sendo vítimas do tráfico

2/25/2018

Brasil tem mais de 30 milhões de animais abandonados



Achei a matéria bem feitinha, mas, estes números não batem com o que deduzo.... É ruim Brasil levar a sério a estatística necessária para dar uma informação desta..... Posso estar errada, mas, tenho minhas duvidas...
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Fonte: G1 Santos

11/13/2017

Ele foi esfaqueado nos olhos

Pelo amor de Deus!!!!! é isto mesmo, pelo amor de Deus!!!!! não precisa ver o vídeo, mas, assinem a Petição para ajudar a proibir a exportação de animais vivos no Brasil . CLIQUEM AQUI
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Esse boi brasileiro já foi espancado, esfaqueado e cegado. Mas o pior ainda está por vir...
Esse boi cresceu nas ricas pastagens do Brasil, mas sua vida foi interrompida violentamente em um matadouro imundo do outro lado do mundo. Ao ser conduzido para o abate, ele foi esfaqueado nas orelhas e olhos, e os tendões de suas pernas foram cortados com uma lâmina entrando até o osso.

imagens fortes

Com todo seu peso em cima de suas pernas mutiladas, esse enorme e sensível animal desabou na sujeira. A partir daí, um gancho projetado para pendurar cadáveres foi introduzido em seu nariz sensível—e esse animal aterrorizado, de uma tonelada, foi arrastado pelo chão do matadouro.

Mesmo aleijado ele se esforçou para rastejar sobre joelhos quebrados e dobrados, naquela corrente que o arrastava para dentro do matadouro egípcio, onde seu tormento final começou. Esta é a brutal realidade da exportação de animais vivos.

Seus últimos momentos foram passados em uma sala coberta de sangue, cheia de facas que brilhavam. Os gritos de dor ecoavam em paredes de concreto e cães se alimentavam nas pilhas de vísceras jogadas na sujeira. Trinta agonizantes minutos depois, a morte finalmente o alcançou.

VOCÊ topa participar da luta global para libertar animais da crueldade da exportação de animais vivos?

Todos os anos, a indústria exportadora brasileira envia dezenas de milhares de animais para esse destino terrível. Apertados em navios, eles permanecem em cima de seus próprios dejetos por semanas. Se ficam doentes ou feridos—como em muitos casos—não há sequer um veterinário a bordo para ajudá-los.

E quando chegam aos países importadores, não existem leis para protege-los da extrema brutalidade. Porque quando se trata de exportação de animais vivos, a crueldade faz parte do negócio.


Tanto os seres humanos quanto os animais envolvidos nesse comércio são despojados de sua dignidade. Os funcionários mal treinados dos abatedouros são forçados a reprimir qualquer sensibilidade e animais têm que suportar as terríveis consequências. Todos são vítimas da busca incessante por lucros da indústria de exportação de animais vivos.

Em todo o mundo, pessoas que se importam estão exigindo que seus governos tomem medidas imediatas para proteger os animais dessa tortura indescritível. Como um importante ator no cruel comércio de exportação de animais vivos, o Brasil tem uma oportunidade incrível de poupar muitos animais do sofrimento.

Em nome desse boi, incentive o Ministro Maggi (Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Governadores Jatene, Alckmin e Sartori, e Dona Buss (Coordenadora Comissão Tecnica Permanente de Bem-estar Animal) a colocar um fim nesse sofrimento e horror, acabando com a exportação de animais vivos do Brasil.

Fonte: Animals International  - Agradecemos ao Fórum Animal e Mercy for Animals nossa parceria contra a exportação de gado vivo do Brasil.
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Nossa postagem anterior com um dossier sobre o assunto:
PARTICIPEM: Campanha contra Exportação de Gado Vivo no Brasil

11/03/2017

Líder em carnes para muçulmanos, Brasil quer ampliar 60% do mercado

Lembra aquela postagem que eu publiquei sobre muçulmanos estarem sendo aproveitados neste setor? Confere: Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país.... Vai ter matança de animais?
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Maior produtor e exportador mundial de carne bovina e segundo maior de frangos, o Brasil é também líder nas vendas de carne halal, especialmente cortada para muçulmanos. O país exporta para 22 países islâmicos, num total de 2 milhões de toneladas ao ano. Ainda assim, as entidades representativas consideram que o setor é subestimado no país, ao produzir apenas 33% da capacidade. O potencial estimado de crescimento das exportações é de 60% até 2020.

Na semana passada, o Brasil venceu na Organização Mundial do Comércio (OMC) um contencioso movido contra a Indonésia, que impunha medidas restritivas ao comércio internacional e dificultava a entrada do frango halal brasileiro. Com a vitória, as portas de um mercado de 250 milhões de habitantes e pelo menos U$S 70 milhões começam a se abrir.

“Nós vamos ver agora, já que havia tantas barreiras antes de chegar no ponto da negociação propriamente dita”, espera o subsecretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, Carlos Cozendey. “Temos venda de produtos halal para vários países muçulmanos, como Malásia, Arabia Saudita. Nem todos têm o mesmo tipo de certificação de produto halal mas o Brasil tem a capacidade de cumprir as exigências feitas.”

Ritual descrito no Alcorão
O corte halal segue um ritual rigidamente enquadrado por instituições islâmicas, desde a recepção do animal, até o transporte. O abatedor precisa ser muçulmano e pronunciar frases sagradas na hora do sacrifício, feito em condições rigorosas de segurança sanitária. A sequência, descrita no Alcorão, pode ser desconhecida pela maioria dos brasileiros, mas é aplicada em mais de 150 frigoríficos do país. A maior parte deles produz carne convencional e separa plantas específicas para o corte halal.

O Brasil entrou nesse ramo no fim dos anos 1970, para atender ao pequeno mercado interno. A partir de 2002, porém, os produtores brasileiros perceberam o imenso potencial mundial do setor.

“Os pequenos e médios produtores começaram a entender a importância do Oriente Médio. Estamos falando do consumo de 800 milhões de habitantes”, lembra Tamer Mansour, assessor para assuntos estratégicos da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. “Mas se abrirmos para todo o mercado islâmico, falamos de 1,6 bilhão de pessoas que procuram o corte halal. Por isso, o Brasil começou a mudar completamente a visão sobre esses mercados, que se tornaram prioritários.”

Quase 40 anos depois, as certificadoras de produção halal estão estabelecidas no Brasil e contam com o aval de entidades internacionais islâmicas. A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira espera que a realização de grandes eventos no Oriente Médio nos próximos anos, como a Expo 2020, em Dubai, e Copa do Mundo no Catar, em 2022, vai alavancar uma nova fase do comércio halal brasileiro.

Missão: ir além da carne
O objetivo é introduzir uma gama mais variada de produtos alimentícios com a certificação para o consumo dos muçulmanos, com agregação de valor. Os maiores mercados visados são o Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes, observa Ali Saifi, diretor-executivo da certificadora Cdial Halal.

“Acho que outro país não conseguiria abastecer o mercado como nós. Temos muçulmanos, temos certificadoras reconhecidas no mundo islâmico e todo o suporte das entidades islâmicas. Ou seja, basta querer – e não apenas carne e proteína animal, como todo o tipo de alimento, para o qual vai passar a ser exigida a certificação halal”, afirma. “Haverá um boom muito grande no setor e acho que o Brasil é o país que mais tem condições de oferecer tudo isso.”

Saifi nota que, além de haver espaço para crescimento na indústria de carnes, o povo brasileiro se mostra muito aberto a um negócio que, em outros países, encontra barreiras culturais, a exemplo da Europa.

“O povo brasileiro não é engessado, ao contrário de outros países que dizem que não vão aceitar fazer certas coisas, ou julgam o procedimento como certo ou errado. Muitas vezes, eles não compreendem a questão da religiosidade e a importância para os muçulmanos”, comenta. “O brasileiro é muito aberto e respeita todo mundo. Essa facilidade tem que ser aproveitada.”

Mansour pondera que, para ter sucesso nesse desafio, o Brasil ainda precisa ampliar as certificadoras e desenvolver um trabalho educativo junto aos produtores. Muitos ainda desconhecem o potencial do mercado islâmico.

“Para você executar o halal, tem de ter mão de obra especializada, muçulmana. Existe essa dificuldade de não encontrar tão facilmente a mão de obra para fornecer o corte”, pondera. “Mas, sem dúvida, o Brasil está se tornando um dos maiores líderes de halal no mundo.”

A câmara avalia que 90% dos frigoríficos brasileiros são habilitados para desenvolver a produção halal.

FONTE: br.rfi

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