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2/27/2019

Rata 'gordinha' é resgatada após ficar entalada em bueiro na Alemanha

Gente, eu fiquei encantada com este resgate..... Morro de pena de ratos, formigas e outros. Soltei vários filhotinhos da boca da Petty, uma gata que tinha aqui na vila e que pertencia a uma vizinha que a deixava solta..... Eles são tão bonitinhos, né? Agora, 8 bombeiros e tanto tempo, foi dose!!!!! kkkk...
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12/03/2018

Cachorro “viaja” em para-choques após ser atropelado

Jesus amado, um verdadeiro milagre ele estar vivo!!!!
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Caso ocorreu na Alemanha. Tero percorreu 25 quilômetros e teve que esperar 10 horas até ser regatado e devolvido para sua dona
Um cachorro percorreu quase 25 quilômetros no para-choques de um carro após ficar preso no veículo por conta de um acidente. O schauzer de 13 anos teve que esperar 10 horas até a dona carro perceber que o cão estava imobilizado.

6/02/2018

TEMPESTADE: Fuga de leões e tigres de zoológico alemão é alarme falso

Pobre do urso..... 
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Notícia de que animais selvagens teriam escapado de zoológico durante tempestade causa apreensão entre moradores da região do Eifel. Mas eles não deixaram local, e urso que fugiu do cercado é abatido.

A forte tempestade que atingiu o oeste da Alemanha na madrugada desta sexta-feira (1º/06) inundou um zoológico na região montanhosa do Eifel, no estado da Renânia-Palatinado, próximo das fronteiras com Luxemburgo e Bélgica, e causou apreensão entre moradores locais por causa da notícia de que animais selvagens teriam fugido do local.

A notícia inicial afirmava que alguns animais - dois leões, dois tigres, um jaguar e um urso - escaparam de seus cercados no zoológico de Lünebach, no oeste da Alemanha, nesta sexta-feira, e estavam sendo procurados nas imediações.

Mais tarde, porém, autoridades da região disseram que os felinos não chegaram a deixar seus cercados e muito menos o zoológico. Eles apenas não puderam ser visualizados devido à inundação, que impedia o acesso aos cercados. Com o uso de drones, os animais foram finalmente localizados dentro de seus cercados.

O urso, porém, de fato fugiu de seu cercado, e acabou sendo abatido ainda dentro do zoológico. Por causa da notícia da fuga, os residentes da região foram aconselhados a permanecer em suas casas, enquanto autoridades locais efetuavam buscas numa grande operação, que contou também com caçadores.

Fonte: Terra

3/30/2018

Carne alemã contribui para desmatamento na América do Sul

Ontem publiquei a respeito, mas, esta matéria está muito boa e achei por bem repetir sobre o tema..... Quando humanos vão se dar conta?
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Milhares de hectares de floresta sul-americana são desflorestados para cultivo de soja, que alimenta gado no país europeu, aponta relatório. Organização ambiental alerta para expansão da produção no Cerrado brasileiro. A produção de carne na Alemanha está diretamente ligada ao desmatamento na América do Sul, aponta um relatório da organização de proteção ambiental Mighty Earth. Segundo o estudo, milhares de hectares do Gran Chaco – região na fronteira entre Argentina, Bolívia e Paraguai e que inclui parte do Pantanal brasileiro – são desflorestados para o cultivo de soja, planta que serve de alimento para o gado na Alemanha e em outros países da Europa.

Além do desmatamento, a organização acusa o uso de "enormes quantidades de fertilizantes químicos e pesticidas tóxicos, como o produto fitossanitário glifosato".

Segundo a Mighty Earth, três quartos da soja produzida mundialmente são transformados em alimentos para animais. Em 2016, a Europa importou um total de 27,8 milhões de toneladas de soja da América Latina – grande parte, ou 3,7 milhões de toneladas de grãos e farinha de soja por ano, teve a Alemanha como destino.

"Assim que a soja chega à Alemanha, é comprada por produtores de ração para animais ou de carne e usada para criação de animais. De lá [dessas empresas], a soja chega a supermercados e restaurantes e é comprada pelos consumidores", alerta a organização.

De acordo com a Mighty Earth, redes de supermercado na Alemanha com frequência vendem salsichas, Schnitzel e hambúrgueres como sustentáveis e de origem local. "[Mas] enquanto o frango e a carne suína e bovina vendidos por eles [supermercados] normalmente são criados na Alemanha, os alimentos desses animais costumam ser comprados a milhares de quilômetros de distância e, assim, têm consequências muito mais amplas para o meio ambiente", diz a organização em um texto publicado em seu site.

Além do mercado alemão, a Holanda, a França e a Espanha estão entre os países que mais importam soja latino-americana, aponta a organização ambiental.

Desmatamento evitável
As pesquisas da Mighty Earth documentam como a soja plantada para a ração animal alemã faz avançar o desmatamento nos dois principais países produtores de soja na América do Sul, a Argentina e o Paraguai.

"Os resultados batem com o nosso estudo anterior sobre o desmatamento em grande escala para a produção de soja no Cerrado brasileiro e na Bacia Amazônica na Bolívia. Somados, esses quatro países são responsáveis pela maior parcela da produção de soja latino-americana", constata a Mighty Earth.

O que é trágico no quadro pintado pelos ambientalistas americanos é que a destruição poderia ser "completamente" evitada. "Há mais de 650 milhões de hectares já desmatados só na América Latina, onde se pode cultivar soja ou criar gado sem ameaçar os ecossistemas nativos", explica o texto.

"Especialistas que conseguiram praticamente eliminar o desmatamento para a soja na região amazônica do Brasil estimam que a ampliação do sistema de vigilância da floresta a outras regiões produtoras de soja latino-americanas – incluindo o Gran Chaco – custaria apenas entre 750 mil e um milhão de dólares", afirma a Mighty Earth, citando a chamada "Moratória da soja", pacto ambiental firmado em 2006 por ongs ambientais e empresas produtoras de soja, como a Cargill e a Bunge.

"Infelizmente, essa iniciativa se restringe apenas à região amazônica brasileira, possibilitando a continuidade do amplo desmatamento na Argentina, no Paraguai, na Bolívia e no Cerrado brasileiro", acusa a organização.

Tina Lutz, consultora da Mighty Earth para florestas tropicais, afirma que, respostas dadas por empresas alemãs cujas cadeias produtivas ou de fornecimento incluem a soja evidenciaram que "não existe um sistema exato o suficiente para que as empresas reconheçam a origem da soja que utilizam ou para que constatem se os seus produtos contribuem para a destruição do meio ambiente".

A Mighty Earth e outras organizações pedem que os produtores de soja ampliem o sistema da Moratória da Soja a outras áreas de produção do grão na América Latina, incluindo o Gran Chaco, a região amazônica da Bolívia e o Cerrado no Brasil.

Além disso, a organização também pede que empresas alemãs compradoras de soja aumentem o controle que têm sobre a origem do grão, contribuindo assim para a preservação das florestas.

"Já que 97% da soja usada para a produção de ração na Europa são importados, é responsabilidade da Europa exigir que essa soja não contribua para o desmatamento das florestas e [a destruição] dos ecossistemas locais", diz a Mighty Earth.

FONTE: opovo

11/11/2017

Checkpoint Berlim: Aposentadoria canina

Ah, se isto fosse possível em todo mundo, né? adorei saber disto......
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A partir de 2018, cachorros policiais passam a receber aposentadoria em Berlim. Atualmente, animais estão a mercê da boa vontade de colegas humanos, que costumam adotá-los no fim da carreira.Os alemães gostam muito de cachorros. Muitos tratam seu melhor amigo quase como um filho, tamanha a dedicação. Porém, em Berlim, esse apreço parecia destinado apenas aos cães de estimação: o destino era ingrato com aqueles que prestavam serviços públicos.

Depois de oito anos servindo à polícia na difícil missão de localizar drogas, armas e explosivos, restava aos cães policiais em Berlim, no fim de sua carreira, contar com a solidariedade dos parceiros humanos para abrigá-los e alimentá-los, além de bancar eventuais visitas ao veterinário.

Diferente de outros estados alemães, como a Baviera ou a vizinha Brandemburgo, a capital não possuía um plano de aposentadoria para seus funcionários de quatro patas. Quando eles já não serviam mais para o trabalho - aproximadamente oito anos depois do início da carreira -, eles ficavam a mercê da boa vontade de seus parceiros humanos.

Geralmente, o policial que serviu ao lado do cãozinho costuma comprá-lo por um preço simbólico e arca sozinho com as despesas do animal até o fim da sua vida. Mas essa realidade incerta vai mudar a partir do ano que vem.

A assembleia estadual de Berlim aprovou a aposentadoria canina e vai destinar 85 mil euros para esse fundo. O dinheiro será revertido aos futuros donos dos cachorros policiais aposentados. O valor mensal repassado aos beneficiários ainda não foi definido. Mas, com essa verba, serão pagas parte das despesas do animal, como alimentação, veterinário e seguros. A aposentadoria deve beneficiar os cerca de 130 cachorros que atualmente servem à polícia da capital.

Berlim não é o primeiro estado alemão a adotar um fundo de pensão canino. Os cachorros policiais da Baviera, Brandemburgo, Hamburgo, Hessen, Baden-Württenberg, Renânia do Norte-Vestfália, Renânia-Palatinado, Baixa Saxônia, Turíngia e Sarre já recebem a aposentadoria. O valor varia.

Em Brandemburgo, por exemplo, os cães aposentados recebem 32 euros por mês, e o governo arca com todos os custos veterinários. A aposentadoria é maior em Hamburgo, onde eles ganham 110 euros por mês.

Clarissa Neher é jornalista freelancer na DW Brasil e mora desde 2008 na capital alemã. Na coluna Checkpoint Berlim, publicada às segundas-feiras, escreve sobre a cidade que já não é mais tão pobre, mas continua sexy.

FONTE: terra

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