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12/18/2018

Cadela é agredida até a morte na frente da família no Norte Fluminense - RJ

Gente do Rio, ninguém vai se manifestar na porta deste desgraçado não? ué, não foi assim com o Carrefour? a não ser que eu não saiba nada....
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Um cachorro foi morto na frente de toda a família em São Francisco de Itabapoana, no Norte Fluminense. As imagens foram gravadas pela própria esposa do homem suspeito de agredir o animal. As imagens estão circulando nas redes sociais.

“Olha só o que que o meu marido, que agora é ex, acabou de fazer com a cachorra. Matou a cachorra, ensanguentou tudo, olha. Matou a cachorra, 'essezinho' aqui. Esse sujeito aqui. [Aponta para o homem]. Olha o sangue na cabeça dele aqui. Isso é pra todo mundo ver. Olha o estado da minha avó que tem pressão alta. E a cachorra morta”, diz a mulher, indignada.

O crime teria acontecido porque a cadela Lili teria mordido
o pé do homem por se assustar com ele. A cachorra pertencia aos avós da ex-esposa, pois decidiu se separar dele. A família tentou conter a fúria do homem, mas não conseguiu segurá-lo e ele bateu com a cabeça do animal diversas vezes na parede, o jogou para cima e pisou no corpo dele.



O vídeo mostra a dona da cachorra chorando com o corpo do animal no colo.

O caso foi registrado na delegacia do centro de Campos dos Goytacazes, mas será investigado pela delegacia de São Francisco de Itabapoana. A família afirma que a cadela era a companhia da idosa, que sofre de pressão alta, e do marido dela, que sofre de Alzheimer. “Eu não imaginava que ele seria capaz disso. Eu imaginava que ele iria colocar a cachorra na rua, mas não matar na frente do meu filho de dois anos, na minha frente, na frente da minha mãe e dos meus avós. Eu estou acabada” destacou Larissa Porto, que gravou as imagens.

Matar animais é crime
Matar cachorro - ou qualquer outro animal - é crime. Não importa se o animal é doméstico, domesticado, silvestre, nativo ou exótico.

O que trata disso é o artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998. A lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar" qualquer tipo de animal. Se houver a morte do bichinho, a pena aumenta até um terço.

Outro caso
Esse mês, a morte de um outro cão ganhou repercussão. Vídeos mostram Manchinha, como o animal era conhecido, perseguido pelo segurança do supermercado Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo. O homem usa uma barra de ferro pontiaguda para espantar o animal.

O animal foi levado ao Departamento Animal de Osasco, onde chegou “desfalecido e agonizando”, segundo o boletim de ocorrência do caso. De acordo com a veterinária que o atendeu disse à investigação, Manchinha morreu em decorrência de hemorragia.

A polícia ainda apura o que teria levado o cachorro à morte: se um corte na pata traseira do cachorro causado pela barra usada pelo segurança; um enforcador usado pelo funcionário da prefeitura para laçar o pescoço do bicho, asfixiando-o, ou ainda se ele foi envenenado ou atropelado, segundo ativistas. Outra possibilidade é a somatória de algumas dessas hipóteses.

Em depoimento, o segurança da empresa terceirizada que presta serviços ao supermercado é investigado por suspeita de maus-tratos. Em depoimento, ele confirmou que bateu no animal, mas não quis feri-lo.

Fonte: G1

4 comentários:

  1. Apenas uma palavra: desgraçado

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  2. como um homem desse criaria um filho? desobedeceu bate a cabeça na parede? Tenho nojo de um cara assim

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  3. O problema das pessoas sem noção é que elas fazem tudo o que pensam mas não pensam tudo o que fazem, por isso causam desgraças e lágrimas, destruindo em segundos, sentimentos e emoções puras que levaram anos sendo fabricados. Sem palavras para descrever a dor desta vovó que não merecia chorar de tristeza, só de alegria.

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  4. Se eu não fosse uma simples cidadã, juro que montava um grupo de extermínio para dar fim a covardes como esse. Iam morrer da mesma forma.
    No entanto, somos nós a morrer lentamente de revolta, de ódio, perplexidade e sem nenhuma esperança na justiça.

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