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7/21/2018

Cuidada por funcionários, cachorrinha mora na ALESP há dois anos

Fico encantada com estas histórias!!!!! Muito Axé para Nina e sua responsável!!!!!
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Criada por funcionários, cachorrinha mora na Assembleia Legislativa de SP há dois anos
Nina é a atual residente da Alesp. Nega, que viveu no local por 17 anos, está enterrada no jardim do estacionamento do prédio.


Há dois anos, Nina reside no subsolo do Palácio Nove de Julho, prédio da Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da cidade. Ganhou além de afagos diários, cama, coleira, e potes que estão sempre cheios de água e comida. Ela é a terceira cachorrinha a fazer morada no parlamento paulista e ser acolhida pelos funcionários da Casa.  A primeira a habitar o espaço está enterrada jardim do estacionamento. No local, há uma placa com a foto da cadela e uma frase de efeito: “Eles não falam, mas seus olhos nos dizem coisas que muitas vezes gostaríamos de ouvir de alguém”.

A autora da mensagem, Victorina Thereza Frugoli, de 77 anos, é também a responsável pela manutenção e livre circulação dos animais na Alesp - que andam de elevador, acompanham as rondas policiais e já até marcaram presença em sepultamentos.



Victorina trabalhava no cerimonial da Assembleia, em 1999, quando Nega entrou pelo estacionamento do prédio e decidiu que ali passaria a viver. “Ela morou 17 anos. Saia todos os dias, mas sempre voltava. Participava dos cerimoniais, chegou até a ficar embaixo do caixão da Inezita Barroso [cantora que morreu em 2015]. A Nega usava um coletinho que mandei bordar com o telefone dos bombeiros, pois eles trabalham direto aqui, estão sempre de plantão”, explica. 

A adoção foi coletiva, mas Victorina é quem assume a maior parte dos cuidados com a alimentação e saúde dos animais. A aposentada segue diariamente na Alesp, mas hoje atua na Associação dos Aposentados e Pensionistas da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ASPAL).


Ela leva para consultas no veterinário e financia a comida de Nina, que desde a fatídica castração, deixou de comer ração e só aceita refeição caseira: arroz com frango.  “Um funcionário da limpeza se ofereceu para fazer a comida dela todos os dias. Eu dou o dinheiro, ele compra, cozinha e traz”, explica. Antes de serem castradas, Nega e Nina deram cria. De acordo com Victorina, todos os filhotes - 18 no total; 10 de Nega, oito de Nina - foram adotados por funcionários da Assembleia.

A Casa também teve um terceiro morador. Mais arredio, Nego habitou o espaço na mesma época de Nega, mas foi embora dez anos depois, sem aviso prévio. “Morava aqui também, tinha uma casinha atrás da guarita dos PMs. Ficou dez anos. Ninguém nunca conseguiu colocar a mão nele. Um dia, sumiu. Procuramos muito, mas não o encontramos mais", lamenta.

Fonte: G1 - 02/06/18

4 comentários:

  1. E através de noticnot assim que descobrimos quem é do nosso planeta. Imagino que o ser humano veio de vários planetas diferentes.

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  2. Lindo, adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  3. Parabéns Victorina, pela solidariedade com os cães e pela energia positiva que conseguiu mantê-los na Alesp.

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