"O Grito do Bicho"

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Investigadores do Novo México mostraram que o ponto de origem para a extinção e redução de tamanho de toda a megafauna foi o ser humano.

Em tempos, houve no nosso planeta um elefante chamado Palaeoloxodon cujo o queixo seria do tamanho de um elefante africano actual. Houve também um rinoceronte Paraceratherium que seria 10 vezes mais pesado do que rinocerontes vivos, preguiças da altura de elefantes, marsupiais que estariam de ombro com ombro com os humanos e ursos que fariam os actuais ursos pardos parecer filhotes destes. Depois da extinção dos dinossauros durante o Período Cretáceo, há 66 milhões de anos, os mamíferos tomaram conta da Terra e atingiram dimensões gigantescas.

Porém, desde há 125 mil anos, esta megafauna começou a desaparecer e todas estas espécies têm um ponto de origem para o seu desaparecimento ou redução de estatura. A espécie humana. Num estudo publicado pela revista Science, cientistas da Universidade do Novo México quiseram perceber de que maneira os descendentes hominídeos estão por detrás destas extinções.

Ao olhar para a maneira como os mamíferos mudaram de tamanho ao longo dos anos, Felisa Smith, líder da investigação, mostrou que, sempre que a espécie humana está presente, a probabilidade de um mamífero se extinguir aumenta de 100 para 1000 vezes, em comparação com as espécies que sobrevivem. Simplificando: quando estamos por perto, animais de grande porte morrem.

Este padrão registou-se um pouco por todo o mundo durante, pelo menos, os últimos 125 mil anos, desde o período Quaternário. "A extinção selectiva é uma marca da actividade do ser humano", refere Smith ao jornal Atlantic.

Geralmente, a distribuição dos animais de grande porte está relacionada com o espaço disponível para os animais no seu habitat natural. Mais espaço, animais maiores. Mas nem sempre é assim: a África é menor em tamanho que a Euroásia mas possui muito maior número de animais e a explicação é simples – humanos. E, de acordo com o estudo publicado, tudo começou há cerca de 1,8 milhões de anos atrás. " [O Homo erectus] foi a espécie que marcou a mudança de hominídeos que dependia directamente de plantas para começar a depender mais de carne e, subsequentemente, de animais", explicou Smith.

Quando ascendentes dos humanos como os Neandertais ou os Denisovanos se espalharam pela Europa e Ásia a média de peso dos mamíferos foi cortada pela metade. E não só: quando o Homo sapiens chegou à Oceânia, os mamíferos do continente tornaram-se, em média, 10 vezes mais pequenos. Quando finalmente chegaram às Américas, já com armas de longo alcance, reduziram ainda mais drasticamente o tamanho dos animais ali existentes – o peso médio dos animais passou de quase 100 quilogramas há 15 mil anos atrás, para 7 kg agora.

E este não é um comportamento normal da evolução de mamíferos. Através de um estudo comparando o tamanho dos animais nos últimos 65 milhões de anos Kathleen Lyons, investigadora no mesmo estudo, demonstrou que os maiores animais tornaram-se desproporcionalmente vulneráveis à extinção apenas nos últimos milhões de anos. "Os animais de grande porte têm um maior alcance geográfico, o que faz com que resistam à sua extinção. Durante muito tempo, ser grande era um benefício para os animais", acrescentou Smith.

Mesmo durante grandes mudanças de clima como as eras do gelo ou períodos de particular calor, os mamíferos de grande porte não eram especialmente vulneráveis. "Quando se tornava mais frio ou havia mais calor, não havia grandes variações para animais maiores ou menores. Foi quando surgiram humanos que o risco de extinção apareceu associado", referiu Smith ao mesmo jornal.

Basta olhar para o panorama recente para ver que hoje, não só os humanos são um perigo para o desaparecimento de espécies de grande dimensão, como também de mamíferos de médio e pequeno tamanho. A influência indirecta que temos ao mudar os seus habitats naturais e a interferir nas cadeias alimentares dos animais está a apressar a sua extinção.

Felisa Smith calculou que, se todas as espécies que estão neste momento ameaçadas deixaram de existir, o maior mamífero que permanecerá em terra será a vaca. Isto significa que, em termos de tamanho de animais, voltámos atrás 45 milhões de anos. "E tudo graças à espécie humana", conclui Smith.

FONTE: sabado.pt

No dia 25 de abril, é celebrado o Dia Internacional do Cão-Guia. A data representa uma oportunidade para refletirmos sobre a realidade desses animais no país. Segundo dados divulgados em 2015 pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, o Brasil possui aproximadamente 7 milhões de habitantes com algum tipo de deficiência visual. Desses, 1 milhão têm limitação intensa ou muito intensa e são impossibilitados de realizar atividades rotineiras.

Embora haja uma enorme necessidade, a Secretaria Especial de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça, estima que existam menos de duzentos cães-guia em território nacional. A causa desse número reduzido é a ausência dessa cultura, motivada por alguns fatores como o baixo investimento para o treinamento dos animais e, principalmente, pela falta de famílias voluntárias para recebê-los durante o período de socialização.

Muitos não sabem, mas a preparação desses cães não é simples, e vai muito além de um treinamento temporário: desde os três meses de vida até por volta de um ano e meio, o animal precisa conviver com uma família, que se torna responsável por apresentá-lo às mais variadas situações do dia a dia, como lazer, viagens, transporte público e a convivência com crianças.

As famílias socializadoras precisam seguir uma série de procedimentos; sobretudo, passar grande parte do dia com os cães. Isso é imprescindível para que a socialização seja feita corretamente e o deficiente visual receba um animal capacitado a guiá-lo em qualquer situação.

Ao final do período de adaptação, o cão é devolvido para o centro de treinamento, onde aprende os comandos básicos para assumir o seu papel junto ao deficiente visual. A partir daí, ele passa a usar a guia e peitoral com alça rígida, equipamentos que servem para comunicação com o humano. Dessa forma, o pet vai assimilar que está trabalhando quando usar o acessório e que, quando não estiver, pode brincar e ficar à vontade.

Quando o cão já está habituado aos novos equipamentos e comandos aprendidos, inicia-se uma nova etapa: a adaptação junto ao seu futuro dono, o deficiente visual, com quem vai conviver muitos e muitos anos – há casos de animais que atuaram como guias até os 12 anos.

FONTE: segs

Lamentavelmente, a coisa acontece porque nosso povo é irresponsável por ter cachorros e os deixarem ou abandona-los nas ruas. A lei não pune o criminoso e nem o responsável pelo pobre animal que sofre as consequências....
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Pelo menos 40 cachorros morreram envenenados em três cidades do Sul catarinense neste mês, segundo relatos dos moradores. Os casos aconteceram em Içara, Jaguaruna e Balneário Rincão. ONGs defensoras dos animais dizem que querem pedir ao Ministério Público de Santa Catarina que investigue as mortes. Três boletins de ocorrência já foram registrados.

O veneno estaria sendo colocado em pedaços de carne. O envenenamento é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605, de 13/02/98), com pena de três meses a um ano de detenção e multa. Um dos cachorros que morreu era chamado de Ovelhinha. Ele era um cão de rua que recebia água, comida e banho da dona de casa Salete Casagrande. “Quando eu cheguei aqui na frente, vi ele babando. Comecei a gritar, apareceram os vizinhos para socorrer, mas não teve o que fazer. Ficou cinco dias na clínica e não resistiu. O veneno foi bem forte”, disse Salete.


O empreendedor Jeison da Silva passou por situação semelhante. Só que nesse caso, o cachorro sobreviveu, depois de ter ficado um dia inteiro tomando soro e medicamento. “Foi uma situação desesperadora. No carro, levando comigo, estavam minha mãe e minha namorada, minha mãe chorando desesperada, porque a gente nunca tinha passado por uma situação dessas”, disse.

Em Içara, neste mês, pelo menos 10 cães teriam sido mortos por envenenamento em três bairros e no Centro da cidade. “A pessoa que dá veneno para um animal, se ela ficasse no local e observasse o sofrimento do animal, eu acho que ela não teria coragem de fazer novamente. É muita maldade das pessoas”, disse Carlos Alberto Fiorenza, diretor social da ONG Amigo Bicho. 

A orientação das ONGs protetoras de animais é denunciar quando tiver casos como esses. “Procurar a delegacia de Polícia Civil, registrar um BO [boletim de ocorrência], para que a autoridade policial também tenha conhecimento, para que não fique um número fictício”, disse Fiorenza.

Em Jaguaruna, em abril, pelo menos 15 cachorros morreram por envenenamento. Em Balneário Rincão, moradores disseram que seriam pelo menos 15 cães mortos da mesma maneira, nesse período. O advogado Manoel Alexandre encontrou na frente de casa um pedaço de papelão que teria sido usado para colocar carne envenenada que algum cachorro comeu. "Eu me sinto preocupado e até agredido. A gente faz o serviço que o poder público, a gente castra, dá ração, dá comida.. só não pode botar todos eles dentro de casa, porque senão fica até inviável. Aí vem uma pessoa dessa, nao sei por que, não sei de onde, bota veneno igual desse papelão", contou.

A aposentada Margarete Freitas conta que vários cães de rua que ela costumava cuidar morreram após ingerirem veneno neste mês. "Ainda estou achando cachorro até hoje. Não achei ainda o 'Negão', que eu cuidei dele, que tinha doença de pele.. e não achei ele ainda", disse.

Em Balneário Rincão já foram feitos três boletins de ocorrência nas polícias Civil e Militar. E uma ONG deve entrar com pedido no Ministério Público de Santa Catarina para que essas mortes sejam investigadas. "Pra gente achar o culpado e punir. Pra ver se realmente a lei se cumpre, porque do jeito que está, não dá para continuar. É uma impunidade, as pessoas são muito más, elas matam sem dó nem piedade", disse Emiliana Duarte, presidente da ONG OPA. A prefeitura de Balneário Rincão disse que aguarda parecer da polícia, já que os alimentos foram levados para perícia. A administração municipal de Içara disse que vai intensificar a fiscalização quanto aos casos de maus-tratos.

Gente, já vi trabalhos excelentes com animais. Tem gente que acha que isto é exploração animal. Pensando bem, é. Mas, penso que a promoção do animal na sociedade provando que ele é infinitamente superior à espécie humana, vale a pena. Afinal, sabemos que tem animais e animais dispostos a provar isto, né mesmo?
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Os cães receberam treinamento de seis meses para aprender a ajudar as pessoas. Primeiro, como cães doutores, visitando e alegrando pacientes em hospitais. Depois, revelaram potencial para se tornar professores.

Fonte: Bom dia Brasil

Legislação inseriu no Código Sanitário do Município obrigatoriedade de tratamento ser comunicado a órgão sanitário e de ser acompanhado por médico sanitário.

Uma lei complementar que alterou o Código Sanitário de Campo Grande regulamentou o tratamento da leishmaniose visceral em cães no município. A nova legislação entrou em vigor nesta terça-feira (17), após a publicação no Diário Oficial da sanção do prefeito Marcos Trad (PSD) ao projeto do vereador Francisco Gonçalves de Carvalho (PSB), que havia sido aprovado na Câmara da capital.

Desde 2013 o tratamento contra a leishmaniose visceral em cães foi autorizado no país, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em um processo sobre o assunto. Em 2016, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), autorizou que fosse utilizado no Brasil como método terapêutico para os animais com a doença, um medicamento que já era comercializado com esse fim na Europa.

A lei que entrou em vigor nesta terça-feira, vem, conforme reiterou o autor do projeto durante a discussão da matéria na Câmara, legalizar o que já vinha sendo feito ao longo do tempo na cidade, em diversas clínicas veterinárias.

Com a mudança no Código Sanitário, os proprietários que tiverem seus cães com o diagnóstico da leishmaniose e optarem pelo tratamento, deverão comunicar a Coordenadoria de Combate a Zoonoses por meio de um protocolo.

O tratamento de animais será aceito pelo órgão sanitário se for realizado com a supervisão de um médico veterinário e com o uso de medicamentos autorizados pelos ministério da Saúde e/ou da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Leishmaniose
A leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil. Transmitida pela picada do mosquito palha (Phlebotominae), a enfermidade pode causar problemas dermatológicos (perda de pelos em focinho, orelhas e região dos olhos), crescimento anormal das unhas, emagrecimento progressivo, anorexia, e dependendo das complicações e da evolução do quadro, o animal pode morrer.

Prevenção
Segundo as autoridades de saúde do município, a melhor maneira de prevenção contra o mosquito transmissor da leishmaniose é eliminar os criadouros. A fêmea do mosquito palha colocam seus ovos em locais úmidos na terra (sob folhas e pedras) e em matéria orgânica em decomposição. Por isso, manter terrenos limpos é fundamental para evitar a proliferação do mosquito. Nos cães é recomendado o uso de coleiras repelentes para reforçar as medidas de prevenção.

Transmissão para humanos
A transmissão da leishmaniose visceral ocorre pela picada das fêmeas infectadas. Primeiro o inseto infectado (vetor) pica o cão (ou outros hospedeiros vertebrados, como gato, gambá, cavalo) e ingere a leishmania. Esta transforma-se dentro do intestino do vetor em promastigota, que é a forma infectante. Essa nova forma, através da picada do vetor irá infectar humanos e novos animais, destruindo o sistema imunológico. Mordidas, lambidas, arranhões e contato físico não passam leishmaniose de cães infectados para humanos. É necessário o inseto, para que possa haver a transmissão e transformação do parasita.

Tratamento em animais
Segundo o município, o tratamento da leishmaniose visceral canina não se configura como uma medida de saúde pública para controle da doença e, portanto, trata-se única e exclusivamente de uma escolha do proprietário do animal, de caráter individual. Está orientação está contida na Nota Técnica do MAPA.

FONTE: G1


Para quem acompanhou o feed de notícias pets pelo mundo, na semana passada, um garoto emocionou os empregados de um abrigo norte-americano para animais por ter adotado o cachorro mais velhinho – e mais necessitado de cuidados médicos – que havia no local.

O poodle de 14 anos foi deixado no Animal Rescue League of Iowa, nos Estados Unidos, no mês de novembro, e já em abril estava em um lar novo sob os cuidados de um garoto cujo único requisito para escolha de seu mascote era que ele adorasse carinho. O que a nova família constatou nos dias seguintes à adoção é algo sabido entre aqueles que albergam animais sem dono: os cães idosos têm muito, mas muito amor para dar!

E nem sempre estão no topo da lista da adoção em função de suas patologia e até por não oferecem um tempo de vida muito longo ao lado de seus novos tutores que, temendo morte prematura, acabam escolhendo mascotes mais jovens.

Os benefícios de se dotar um pet de mais idade – aqueles que tem olhos opacos e pelos brancos até no focinho – é de longe o reconhecimento que eles têm por quem os recebem. Por não terem mais tanta disposição a brincadeiras, pets mais velhos tendem a ficar horas deitados embaixo dos seu pés sem ficar pedindo para ir para a rua o tempo todo ou latindo para quem passa na calçada.

Além disso, se são fãs de crianças, esses mascotes podem ser acariciados sem grandes receios de terem um ataque inesperado contra os tutores mirins, isso porque seus reflexos são mais lentos e a idade trouxe um temperamento mais dócil, daí poderem ser um companheiro mais seguro quando o assunto são filhos menores.

Pessoas mais idosas também tendem a ter um bom relacionamento com cães na mesma situação cronológica porque ambos se permitem repouso e relaxamento sem culpa. Cabe lembrar que uma pessoa mais velha nem sempre está disposta a ligar o 220v para correr atrás do cachorro e jogar bolinha com um mascote jovem e cheio de energia para latir e brincar.

Por isso que dar a um idoso um animal de estimação sem seu consentimento pode ser meio caminho para a dor nas costas: a pessoa com mais idade precisa se sentir confortável e acompanhada pelo seu mascote e não se submeter ao ritmo frenético de um filhote de labrador, por exemplo.

Se o assunto é companhia, cães mais velhos têm muito a oferecer a seus novos companheiros. O ônus dessa amizade fica, sim, por conta de cuidados especiais que variam desde caminhadas sem grandes esforços até aplicação diária de medicação. Não é raro, em cães idosos, distúrbios da visão, diabetes, problemas cardíacos e de locomoção, mas isso não isenta cães jovens de serem portadores de patologias também, embora estatísticas mostrem, de longe, que os mais velhos têm mais chance de adoecer se comparado aos animais novos.

A exemplo do garoto Tristan, contudo, idade não é documento. O fato de seu novo mascote não enxergar direito e ter dificuldade de audição não foi impeditivo para Shey, o velho e desdentado poodle, demonstrar seu afeto o tempo todo. O mérito nessa adoção está na escolha do garoto, um menino que, contrariando aquilo que se espera para sua idade, teve a capacidade de compreender, respeitar e se adaptar ao ritmo de um mascote idoso, uma opção para lá de incomum na juventude de nossos dias.

FONTE: revistadonna

Animal de estimação está há quatro dias internado em clínica. Segundo veterinário, Xuna agiu por instinto no sentido de defender o dono.

A cadela Xuna, de um ano, salvou o dono da picada de uma cobra jararaca, na zona rural de Araguaína. Murilo de Carvalho Gabriel fechava a porteira da fazenda quando ouviu os gritos do animal de estimação. A cadelinha, que é uma mistura de pitbull com vira-lata, foi picada perto do olho direito e está há quatro dias internada. Para o veterinário Arivam Arraes, a cadela agiu no instinto de defender o dono.

O caso aconteceu na noite da última segunda-feira (9). O administrador conta que acabava de chegar na fazenda, por volta das 20h.

"Tínhamos acabado de chegar de uma viagem. Abri a porteira para colocar o carro e ela veio correndo atrás de mim. Quando fui fechar, só ouvi os gritos. No momento, eu estava de costas e o local estava escuro, eu não tinha visto a cobra. A jararaca estava à minha volta", contou ao G1.

Murilo disse que a cadela saiu correndo e se escondeu perto de um pasto. Ele saiu atrás e a levou para a clínica. No primeiro momento, ele apenas achou que ela tinha sido picada, mas o médico veterinário disse que foi um gesto . "Quando cheguei no veterinário, ele me explicou que os cachorros sentem o cheiro da cobra. A Xuna fica o dia todo na minha porta, grudada em mim. Eu sinto que ela tem um carinho muito grande", disse.

O médico veterinário Arivam Arraes, que fez o atendimento, disse que a cadela pode ter visto a cobra e agiu por instinto para proteger o dono. Disse também que ela foi medicada e está se recuperando bem. "Ela chegou sentindo muita dor, bem debilitada porque a picada de uma cobra como essa dói muito. Nós aplicamos o soro antiofídico adequado, analgésicos, antiinflamatórios e e hidratamos o máximo para preservar a função renal. Agora, ela está comendo e o inchaço diminuiu", disse o veterinário.

O comportamento da cadela chamou a atenção do veterinário. "Normalmente, cachorros que vivem em fazenda latem, mas não chegam perto de cobra ou outros animais peçonhentos porque sabem que podem ser mordidos. O que chamou a atenção foi o instinto de proteger o dono. Se ele não estivesse por perto, talvez ela não enfrentaria a cobra".

FONTE: G1

Uma ribeirão-piresense utilizou um grupo das redes sociais para fazer uma grave denúncia sobre crime contra animais que está ocorrendo no bairro Jardim Iramaia.

Conforme relatado no depoimento, ela diz que o seu cachorro havia escapado de casa e passado algumas horas na rua, o que causou estranhamento por parte da família, pois sempre que o animal fugia, ele voltava pouco tempo depois. Para desespero da dona, o cão voltou após algum tempo com ferimentos gravíssimos na região das costas, causados possivelmente por um facão.

O DiárioRP entrou em contato com a jovem para buscar maiores informações sobre o caso.

“Esse não é o primeiro caso deste tipo aqui na vila, pois recentemente uma mulher encontrou o seu gatinho em situação precária, com ferimentos aparentemente realizados por uma madeira, aí agora foi o Snoop. Eu não conheço o ser brutal que fez isso com meu bichinho, mas se ele faz isso com um animal indefeso, imagina o que pode fazer com uma pessoa” disse.

A jovem disse que o cão passou por uma cirurgia de urgência e seu estado de saúde ainda é grave.

FONTE: diariorp

Os animais, assim como as mulheres, sofrem com uma doença parecida com a endometriose

Existem inúmeras campanhas de conscientização sobre a endometriose, doença que afeta mais de 15% das mulheres em idade reprodutiva. O problema é caracterizado pelo crescimento do tecido que reveste o útero, o chamado endométrio, que afeta outras regiões, tais como ovários, tubas uterinas, ligamentos uterinos, intestino e bexiga. Mas, quem disse que esse tipo de problema no sistema reprodutivo feminino é exclusivo dos seres humanos?

Em cadelas e gatas o nome da doença é "complexo hiperplasia endometrial cística associada à piometra endometriose". Ela pode ser aguda ou crônica e é caracterizada pelo processo hiperplásico (hipertrofia) e infeccioso dos tecidos do útero: endométrio, miométrio e perimétrio, mais ou menos como acontece com as mulheres. A diferença é que nos animais não há o desprendimento do tecido uterino, e sim, uma inflação que pode liberar pus pela vagina nos casos mais graves. Esta é uma das causas mais comuns de mortes em fêmeas de cães e os sintomas não são fáceis de serem reconhecidos pelos donos.

Segundo a veterinária Giovanna Callari Cesar, do Instituto Veterinário de Imagem, de São Paulo (SP), é importante a castração das fêmeas como método preventivo da doença. A especialista explica que a cirurgia remove o útero, as trompas e os ovários e, com isso, evita o desequilíbrio hormonal causado pela produção em excesso de progesterona – um hormônio sexual feminino. Ainda conforme a veterinária, como as gatas costumam ser mais castradas do que as cadelas, estas acabam sendo as mais acometidas pela doença uterina.

"Para as fêmeas que não são castradas, aconselhamos os donos a acompanharem o período que antecede o cio, e depois, por dois meses. Assim, é possível observar mudanças na cor e odor do sangramento, cistos, aumento de tamanho do órgão e o vazamento de secreção pela vagina. Esses são sinais que podem indicar a doença", alerta Giovanna Cesar.

Com o colo do útero cheio de líquido infectado, o órgão fica como um "balão", repleto de fluídos hormonais contaminados. É mais fácil de identificar quando os resíduos vazam pela vagina. De acordo com a especialista, os sintomas já podem ser um sinal da doença, mas o diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário, que, sempre que possível, solicitará exame de ultrassonografia para comprovar o problema.

Apesar de ter maior incidência em cadelas a partir dos 9 anos de idade, Giovanna revela que já teve uma paciente de apenas um ano com diagnóstico da doença.

A especialista lista alguns sintomas que, se aparecem após o cio, podem indicar que o pet está com a condição:

  • Falta de apetite
  • Perda de peso
  • Aumento de volume abdominal
  • Vômito
  • Diarreia
  • Sede e urina excessivas

O diagnóstico precoce falicita o tratamento, que é feito por meio de cirurgia, que evita o agravamento do quadro e o comprometimento da vida da cadela ou da gata. Os exames laboratoriais como hemograma, função renal e hepática, devem ser considerados como complementares e realizados na medida do possível.

FONTE: revistaencontro

Se o sertanejo é, antes de tudo, um forte, como escreveu Euclides da Cunha, o que dizer de onças-pintadas, suçuaranas, jaguatiricas e outros felinos que resistem na Caatinga? Cercados, sujeitos à caça e, principalmente, a concorrência do homem por suas presas, felinos vivem sob ameaça nesse ambiente, associado ao clima semiárido do nordeste brasileiro.

A Caatinga é formada por uma grande variedade de paisagem, que inclui sim os cactos e arbustos de galhos retorcidos normalmente relacionados à ela. Mas há outras Caatingas. Nas chapadas ou mesmo em boqueirões espremidos entre serras ou escavados por rios, surgem matas, com árvores de 20 metros de altura.

É assim na Serra da Capivara, um Parque Nacional com quase 130 mil hectares no Sudeste do Piauí, uma região onde ainda são encontradas onças-pintadas, o maior felino das Américas. São poucas, não chegam a 20 animais. Para comparar, enquanto na Caatinga a densidade de onças varia de 1,57 a 2.67 indivíduos a cada 100 quilômetro quadrado, no Pantanal por exemplo chega a 11,7 indivíduos por quilômetro quadrado. Além de poucos, ainda sofrem com a concorrência desleal dos caçadores, que por diversão apontam suas espingardas para animais que serviriam de alimento às onças.

O resultado da caça praticada no entorno e mesmo no parque é o desaparecimento das presas maiores. Emas e tamanduás-bandeira já foram extintos no parque. Sobraram talvez apenas dois grupos de queixada, segundo conta o biólogo Everton Miranda, autor principal de um estudo sobre a dieta das onças pintadas na Serra da Capivara.

Everton coletou e analisou fezes de onças-pintadas no parque. Os resultados demonstraram que a principal presa desses grandes felinos por ali é o tatu-peba (Euphractus sexcinctus), um animal que em média possui 5 quilos quando adulto. Comida, segundo o estudo, suficiente para satisfazer uma fêmea por apenas dois dias. Em outras regiões, onças comem bichos pequenos mas também tem a disposição animais bem maiores, como caititus, que chegam a 30 quilos.

“Com alimentação exclusivamente de presas de pequeno porte, uma fêmea tem dificuldades para criar os filhotes até eles crescerem e se tornarem independentes”, afirma Miranda, que atualmente é professor na Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat) e estuda harpias. “Para alimentar os filhotes, esses bichos precisam abater presas maiores, como o caititu, tamanduá-bandeira, queixada”, completa.

Mas antes que esses animais grandes sejam levados de volta à Caatinga, é preciso resolver um problema de vizinhança, onde estão populações humanas. Repovoar a Serra da Capivara com emas, tamanduás-bandeira, queixadas de nada adiantaria para as onças, se suas presas continuarem a ser derrubadas pela espingarda.

“Se você pensar na importância que essas onças têm para o resto da Caatinga”, destaca o biólogo. “Essa população está emitindo indivíduos que vão migrar e colonizar outras áreas e vai trocar indivíduos com outras populações”, completa.

Primos menores

A algumas centenas de quilômetros dali, com quase a totalidade da área já no estado vizinho do Ceará, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra das Almas,é abrigo para outras quatro espécies de felinos. Há muito tempo não existe registro de onças-pintadas por ali. Mas, assim como lá na Serra da Capivara, caçadores são a grande ameaça.

Por lá, pesquisadores brasileiros e europeus monitoram, com ajuda de armadilhas fotográficas, suçuaranas (Puma concolor), jaguatiricas (Leopardus pardalis), gatos-mouriscos (Puma yagouaroundi)  e gatos-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) e o gato-maracajá (Leopardus wiedii).

“A gente está na terceira fase do projeto No Clima da Caatinga, querendo estudar melhor a rota desses animais dentro da reserva e áreas adjacentes para, no final, propor medidas de conservação para esses ambientes”, conta o coordenador técnico do projeto, Samuel Portela.

Nos 6 mil hectares da Serra das Almas, a vegetação varia de arbustiva densa a uma Caatinga arbórea nas áreas mais altas. A região é bem preservada, mas isolada. Em seu entorno, sofre pressão de caçadores, de queimadas que frequentemente saem do controle e se transformam em incêndios florestais e desmatamento, para madeira ou lenha.

“Somos uma ilha preservada em um mar de degradação”, afirma Portela. “É uma luta constante, a gente faz vários trabalhos dentro do projeto existem várias campanhas de combate à caça, de conscientização e uso de tecnologias que não agridam o Meio Ambiente”, conta o biólogo.

Mesmo assim, ainda são encontrados veados, pacas, cotias...

Infelizmente, nenhuma espécie, nem os preás, escapam de caçadores. E quanto maior o animal abatido, maior a satisfação dos caçadores. A consequência: redução de presas para os felinos, especialmente para as suçuaranas, os maiores dentro da RPPN.

“A reserva se tornou um refúgio para os animais”, diz Samuel Portela, explicando que a RPPN conta com guardas-parques para fazer a segurança. “Mas como os felinos precisam de áreas grandes para sobreviver, não ficam só dentro da RPPN e fora da reserva estão mais suscetíveis a serem abatidos e suas presas também. Sem presas, atacam animais de criações causando a revolta dos produtores rurais, que acabam abatendo os felinos”.

De acordo com o projeto No Clima da Caatinga, estima-se que existam menos de 2.500 onças-pardas na Caatinga. Mas essa população pode ser reduzida em pelo menos 10% nos próximos 21 anos, devido principalmente a fragmentação do habitat, provocada pela expansão da energia eólica, agropecuária, mineração e corte de madeira.

O projeto, financiado pela Petrobrás, repõem florestas, faz ações de educação ambiental e implanta tecnologias sustentáveis em 39 comunidades de Crateús (CE) e Buriti dos Montes (PI), no entorno da RPPN.

FONTE: oeco

Quatro aves eram criadas, sem autorização, em chácara de Sobradinho. Espécie venenosa de cobra estava em quintal de casa, em Planaltina.

Quatro araras-canindé – nas cores azul e amarela – e uma serpente venenosa do tipo jararacuçu foram resgatadas, nesta terça-feira (17), em áreas rurais do Distrito Federal. Em boas condições de saúde, os animais foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).

As aves, criadas sem autorização de órgãos ambientais, eram mantidas em uma chácara em Sobradinho. Segundo a Polícia Militar Ambiental, uma denúncia anônima levou os agentes até o local. Na casa, foi constatado que, apesar de estarem livres, os animais habitavam uma espécie de viveiro.

Um homem foi detido e levado à 13ª Delegacia de Polícia. Se comprovada a participação dele na criação dos animais silvestres, ele pode responder por crime contra a fauna. Nesses casos, a pena prevista varia de seis meses a um ano de detenção, além de multa.

Serpente venenosa
No fim da tarde, o batalhão ambiental da PM também resgatou um serpente do tipo jararacuçu. A cobra venenosa estava no quintal de uma casa, em Planaltina, mas não pertencia aos moradores.

O animal também conhecido como surucucu tem um veneno considerado potente e pode atingir até dois metros de comprimento. Como estava sem machucados aparentes, a cobra também foi levada para o Cetas.

FONTE: G1

Animais são eficientes no auxílio com diferentes rebanhos.

Levino Vidal é treinador de cães em Pirajuí (SP). Há quase 20 anos ele prepara filhotes da raça border collie para a lida no campo. No início do treinamento, os filhotes têm contato com as ovelhas três vezes por semana.

Por instinto, os cães já sabem o que têm que fazer no trabalho com os animais, mas é importante educa-los para que não ataquem o rebanho. O treinador guia o animal com uma corda, num espaço circular delimitado.

O cão aplica os comandos aprendidos, levando as ovelhas para a direção orientada pelo treinador e só depois vão a campo.

A raça border collie surgiu no Reino Unido. No Brasil, os primeiros cães chegaram há 22 anos. Em pouco mais de duas décadas, o país se transformou num dos principais criadores com linhagens específicas de trabalho no campo.

Euclides Sapacosta, que também cria border collie no Centro-Oeste Paulista, já visitou até a Irlanda para tentar melhorar o padrão genético da raça.

O border collie tem sensibilidade para lidar com as aves. Os marrecos, por exemplo, são conduzidos com cuidado. Com as ovelhas e com o gado, o cão também mostra eficiência.

Luís Fernando Gomes usa comandos em inglês e português para orientar o cachorro. Quando ele está longe, é usado um apito. Cada tipo de som tem um significado.

Um filhote de border collie pode começar custando de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil. Um cão pronto para trabalho vale em torno de R$ 6 mil e um de competição pode chegar a R$ 20 mil.

FONTE: G1

Achei muito legal!!!!! Será que o Brasil não quer economizar estes 3 bilhões gastos com lixo?
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A Noruega tem o que especialistas consideram o melhor sistema de reciclagem de garrafas plásticas do mundo. Ali, quase 600 milhões de garrafas foram recicladas em 2016 - uma taxa de reciclagem de 97%. No Brasil, para efeitos de comparação, a proporção é de 50%.

No país europeu, funciona assim: lojas instalam máquinas que recompensam clientes que devolvem garrafas plásticas. "Quando você compra uma garrafa de refrigerante... você paga uma coroa norueguesa a mais e, quando a colocamos na máquina, recuperamos o dinheiro", diz uma cliente.

O esquema reduz a necessidade de se produzir mais plástico. "Uma garrafa pode ser reciclada mais de uma vez. Na verdade, 12 vezes. Separamos as transparentes das coloridas. As transparentes são usadas para criar novas garrafas", diz Kjell Clav Maldum, diretor da Infinitum, de reciclagem de embalagens plásticas. "As coloridas são usadas para produzir outros materiais plásticos", completa ele. Mas quem paga por isso? As fabricantes de bebidas. É voluntário, mas quem adere ao sistema paga menos imposto.

Fonte:  Bom dia Brasil

Esta gente não tem noção!!!!! expor um animal amordaçado para uma platéia barulhenta em troca de uns petiscos. Que nojo!!! Exploração animal explícita!!!!! Ainda bem que a FIFA está garantindo que ele não vai aparecer na estréia da Copa de Futebol..... Confira matéria ao final. Eitcha, mundo danado!!!!!
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Imagens de um urso se apresentando diante de torcedores antes de um jogo da liga russa foi condenado como "chocante e desumano" por grupos de bem-estar animal
Um vídeo do YouTube mostrou que o urso de circo 'Tim' entregou a bola ao árbitro antes do jogo de terceiro nível entre Mashuk-KMV e Angusht em Pyatigorsk. O urso é então visto aplaudindo e pedindo palmas aos fãs enquanto se equilibrava em suas pernas traseiras.

"Além de ser desumano e totalmente fora de alcance, usar um urso como servo cativo para entregar uma bola é absolutamente perigoso", disse Elisa Allen, diretora da ONG de bem-estar animal PETA. "O urso é o símbolo da Rússia, por isso esperamos que o povo do país mostre alguma compaixão e orgulho nacional e pare de abusar deles. A decência comum deve obrigar a liga a puxar essa façanha."

O incidente foi citado como um exemplo de exploração animal que ainda é predominante em todo o mundo. "Enquanto alguns supostamente acham esta cena deprimente 'divertida', não há nada de despreocupado com esse tipo de abuso", acrescentou Brian da Cal, diretor de country da Four Paws UK. "Os ursos são animais selvagens e, como tal, têm necessidades muito específicas e complexas. Estar acorrentado, amordaçado e forçado a realizar atos antinaturais na frente de grandes multidões de pessoas causa tremendo estresse e pode ter um impacto incalculável sobre esses animais, tanto psicológicos quanto físicos". 

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Depois de clube da Terceira Divisão russa divulgar que o animal estaria no estádio Luzhniki em 14 de junho, COL diz que informação é falsa

Este deputado precisa levar um alerta mais incisivo...... Vou tentar.....
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Em uma clara demonstração de retrocesso e de falta de responsabilidade, a Câmara Federal coloca em discussão um projeto que pode trazer graves consequências para a biodiversidade brasileira.

Trata-se de um projeto de lei que pretende legalizar a caça de animais silvestres e exóticos no país. Esse tipo de prática nefasta e que coloca em risco a sobrevivência de inúmeras espécies está proibida desde 1967. Para conter essa proposta avassaladora e altamente destrutiva, representantes de dezenas de entidades se reuniram recentemente em ato público na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, para dizer não ao PL 6268/2016, que tramita na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. Essas ações receberam, também, o apoio de órgãos do Governo, de parlamentares e do Ministério Público.

Na realidade o projeto que está em tramitação na Câmara Federal libera o abate de animais silvestres ameaçados de extinção e legaliza o comércio de animais silvestres e exóticos. Além disso, a proposta autoriza a erradicação de espécies exóticas consideradas nocivas à saúde pública, às atividades agropecuárias e correlatas e à integridade e diversidade biológica dos ecossistemas. Nessa mesma direção, ela a nova legislação também permite o estabelecimento de campos de caça em propriedades privadas e a criação e manutenção de animais silvestres em criadouros comerciais. Os animais recebidos em centros de triagem também poderão ser destinados a cativeiros e a campos de caça.

Outro aspecto negativo, é que os zoológicos poderão vender animais silvestres a criadouros. Por outro lado, os animais silvestres provenientes de resgates em áreas de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental poderão ser abatidos. A selvageria contra a biodiversidade segue adiante, considerando que nem mesmo as unidades e conservação serão poupadas, uma vez que o abate de animais também poderá ser feito nessas áreas.

O que se pretende é acelerar ainda mais a extinção 
de algumas espécies de animais

No entendimento de especialistas, o projeto reúne uma série de retrocessos e lacunas. Segundo eles, o que também está em jogo é a discussão em torno de situações que não tem nenhuma convergência com a cultura da sustentabilidade que vem sendo espalhada no mundo. Na realidade, a proposta está totalmente fora da rota. Ao invés aparelhar os órgãos encarregados da fiscalização dos crimes praticados contra o meio ambiente, o que se pretende é legalizar ações que podem acelerar ainda mais de extinção de algumas espécies.

Estudos recentes mostram que a causa de redução de populações de animais em 70% dos casos no mundo é a caça. É um mercado rentável, mas que cobra um preço muito alto. Autoridades ligadas ao Ministério Público consideram a proposta revoltante. Na avaliação de promotores e ambientalistas, é inadmissível pensar que um país como o Brasil, com uma Constituição avançada, possa permitir que alguns gananciosos ponham dinheiro no bolso à custa dos animais e da biodiversidade.

Na realidade, segundo as vozes dissonantes, o projeto de lei que libera a caça faz parte de um pacote de maldades contra o meio ambiente. Esse tipo de proposta, na realidade, está ligado a uma linha política contrária ao licenciamento ambiental e que prega o fim do licenciamento ambiental e defende o desmatamento. Além disso, essa nova legislação segue no sentido oposto à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que desde 1990 vem tomando decisões que afirmam o princípio da vedação à crueldade contra os animais.

Nesse sentido, é importante lembrar que a Suprema Corte proibiu as brigas de galo, a farra do boi, as vaquejadas, sempre com o argumento de que a Constituição veda o tratamento cruel para com os animais e deu aval à Constituição do Estado de São Paulo no ponto em que proíbe todos os tipos de caça. Como se não bastassem os atropelamentos nas rodovias brasileiras, os animais silvestres também entram diretamente na mira das armas de caça e se tornam presas fáceis para a satisfação pessoal de cada.

FONTE: progresso

Caramba, que bom para a pobrezinha, mas, que triste para os outros dois desafortunados..... Pena, não?
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Animal foi levado ao veterinário sem ferimentos. Defesa Civil de Ibiúna (SP) apura as causas desabamento que causou a interdição da área do muro e cozinha de uma casa.

O Corpo de Bombeiros de São Roque (SP) resgatou com vida uma cachorrinha que ficou soterrada após um barranco desabar sobre o canil de uma casa no bairro Rio de Una, em Ibiúna (SP), na tarde desta terça-feira (17).

Outros dois cães também foram soterrados, mas não sobreviveram. A família estava na casa no momento do acidente, mas ninguém ficou ferido.

A Defesa Civil de Ibiúna também foi acionada para auxiliar no atendimento da ocorrência. As equipes precisaram usar máquinas para retirar os animais dos escombros.

De acordo com o agente técnico e engenheiro ambiental da Defesa Civil, Adriano Ito dos Santos, o animal resgatado com vida é uma fêmea e está grávida. "Ela foi levada ao veterinário e passa bem, não ficou com nenhum arranhão."

Devido ao desabamento de terra, a área do muro e a cozinha da casa foram interditadas pela Defesa Civil. Agentes ainda devem fazer uma avaliação do terreno para tentar descobrir a causa do desabamento.

FONTE: G1




Achei bacaninha a matéria.... Para quem não conhece, é muito instrutivo....
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O lulu da Pomerânia se envenenou? O fofo siamês se arrebentou em uma briga com gatos de rua? Saiba o que fazer para salvar seu bicho de estimação




Engasgamento
Mão na goela
Abra a boca do bicho e tente tirar o objeto com a mão. Se ele tentar morder ou não colaborar, mude a estratégia: dê um tapa nas costas, entre as omoplatas. Se o animal for pequeno, vire-o de cabeça para baixo e o sacuda pelas pernas.
Tenha calma
Animais com dor podem ficar irritadiços e agressivos com o próprio dono. Fale tranquilamente e evite movimentos muito bruscos. Envolva-o em uma toalha ou cobertor. Isso facilita o transporte e evita que ele o machuque com as patas.

Punho na barriga
Se nada funcionar, tente a manobra de Heimlich: tire a coleira e o segure pela cintura, de costas para você. Coloque os punhos logo abaixo das costelas dele e faça de três a cinco pressões firmes no local.

Kit de emergência
Você nunca sabe quando vai precisar, então tenha estes itens organizados e a mão:
1. Água oxigenada
2. Iodo
3. Carvão mineral em pó
4. Faixas
5. Seringas sem agulha
6. Luvas grossas
7. Toalha grande
8. Colar elisabetano
9. Caixa de transporte

Envenenamento
Nesses casos, é preciso ser rápido: 20 min é o tempo para o veneno entrar na corrente sanguínea.
Faça-o Vomitar
Nos primeiros 20 minutos, tente induzi-lo ao vômito dando doses de água oxigenada. Use a seringa sem agulha para isso. Tente coletar uma amostra do que o animal ingeriu para levar ao veterinário.
Remedie
Se você não tem certeza se o bicho se envenenou há menos de 20 minutos, misture o carvão mineral com água até formar uma pasta e dê a ele. O carvão absorve o veneno no estômago do animal.

Brigas de rua
Como apartar
Nunca tente separar os animais com as mãos ou com o corpo, senão vai sobrar para você. Se a briga for entre cães ou de cães contra gatos, jogue um balde d’água para, literalmente, esfriar as coisas. Se for entre gatos, bata palmas ou panelas, grite. O que importa é fazer muito barulho.
Como tratar
Em feridas superficiais, como arranhões que não atinjam olhos ou mucosas, limpe o local com iodo. Nessas horas, o bicho pode não colaborar. Cuidado. Para evitar que um cão morda você durante o tratamento, coloque um colar elisabetano nele. Para imobilizar um gato, segure-o atrás do pescoço com uma mão e, com a outra, imobilize as patas de trás.
Ajuda profissional
Direção segura
Caixa de transporte, dessas usadas para levar animais em viagens, são importantes para levar o bicho com mais segurança ao veterinário em casos de emergência. Deixe-a junto ao kit.


Ressuscite
Alguns animais podem ter paradas cardíacas por intoxicação ou envenenamento. Se não houver batimentos cardíacos, deite-o de lado. Com uma mão de cada lado, faça pressões ritmadas na caixa torácica. Atenção mesmo que o seu animal pareça melhorar com os procedimentos, procure ajuda veterinária o mais cedo possível.


FONTE: super.abril

Carinha mais linda!!!! parece orgulhoso de seu trabalho, não? Como sempre, animais dando show de sua capacidade bem superior à humana....
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Caso curioso foi novamente registrado na delegacia de Tatuí. Em março, Max ficou conhecido em apreensão de entorpecentes.

Um cão farejador chamou a atenção ao "posar e sorrir" para a foto de uma apreensão de centenas porções de maconha, cocaína e crack na manhã deste sábado (14), no bairro Fundação Manoel Guedes, em Tatuí (SP). Um rapaz de 24 anos foi preso.

O pastor belga Ares, de 4 anos, chama a atenção na frente dos entorpecentes. Este é o segundo caso inusitado na delegacia da cidade. Em Março, outro cão, chamado Max, também sorriu para a câmera na hora da foto.

De acordo com a Polícia Militar, na ocorrência deste sábado, uma equipe em patrulhamento suspeitou da atitude de dois rapazes em frente a uma casa no bairro. Na abordagem, foi encontrado com um deles um pino de cocaína.

Dentro do imóvel estava a mãe do suspeito que negou ter mais droga em sua casa, mas autorizou a busca no local. Com ajuda do cão, os policiais encontraram mais 289 pinos de cocaína, 175 porções de maconha e 104 pedras de crack, além de R$ 1.468 em dinheiro. Ainda segundo a polícia, o suspeito foi encaminhado à delegacia da cidade onde ele foi indiciado por tráfico de drogas. Ele está à disposição da Justiça.

FONTE: G1

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