"O Grito do Bicho"

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Que coisa triste....
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Dois anos depois, cientistas solucionam mistério da misteriosa morte dos antílope Saiga, quando 62% dos exemplares da espécie morreram de infecção.

A tragédia foi ainda mais chocante por ter sido testemunhada por cientistas que estudavam a espécie e por equipes de produção do programa Planeta II, da BBC, que viram milhares de mães que tinham acabado de dar a luz caírem no chão após o parto, condenado os próprios filhotes recém-nascidos.


FONTE: R7

Não tinha ouvido falar nesta solução. Alguém conhece? pode dividir a experiência?
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Cientistas finlandeses selecionaram 182 cães com histórico de medo associado a barulho e aguardaram a chegada do Réveillon.

Nesse dia, aplicaram na boca de uma parcela dos animais um gel à base de um composto chamado dexmedetomidina. O restante recebeu um produto placebo – sem substância ativa.

Entre os achados, publicados pela Associação Veterinária Britânica, notou-se que 64 dos 89 animais que fizeram o tratamento de verdade sofreram menos durante os fogos – apenas 34 dos 93 cachorros do outro grupo alcançaram o mesmo resultado.
“A vantagem de usar um gel é a facilidade de aplicar”, avalia o veterinário Cesar Dinola, da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Agora é torcer para o produto chegar logo ao Brasil.
Enquanto a nova solução não vem
O veterinário Mário Marcondes, do Hospital Sena Madureira, na capital paulista, dá dicas de como aliviar a ansiedade do animal diante de barulhos.

Ambiente preparado
Escolha o local menos tumultuado da casa e coloque lá os pertences preferidos do bicho. Retire tudo aquilo que, se quebrar, possa feri-lo.

Tapa-ouvido
Peça para o veterinário indicar um algodão especial para a proteção dos ouvidos. Assim, os ruídos podem ser aplacados, reduzindo o sofrimento.

Camomila nele!
Existem géis à base de plantas, como a camomila, que ajudam a acalmar os ânimos e trazer relaxamento. Mas vale consultar o veterinário.

Divã canino
Para humanos, não adianta tomar remédio psiquiátrico sem fazer terapia. No caso dos cães, também é uma boa visitar um especialista em comportamento animal.

FONTE: cenariomt

Agora, vê se pode.... bicho trazer mau agouro....
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Em muitos rincões do Brasil e do mundo, não só o gato preto é considerado portador de má sorte. Em pleno ano de 2018, muitas culturas ainda mantém o hábito de matar ou agredir animais pelo simples fato de acreditar que trazem azar.

Uma das vítimas dessa superstição é o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), que está na categoria “Vulnerável” (VU) na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção.

As maiores causas do declínio das populações de tamanduás-bandeira são a perda e fragmentação de hábitat, as queimadas e a caça. Entretanto, outros fatores que influenciam significativamente são os atropelamentos rodoviários e a perseguição humana, ainda bastante mal compreendidos. Intrigada com os diversos relatos de moradores de áreas rurais de que o tamanduá-bandeira seria fonte de má sorte, ouvidos ao longo de seus nove anos de pesquisas, a bióloga Mariana Catapani resolveu estudar o tema.

“Acreditamos que parte dos atropelamentos envolvendo a espécie possam ser intencionais, sendo motivados pela crença regional de que se o animal atravessar na frente do carro, o condutor terá má sorte...”.

“No Brasil, em algumas localidades existe uma visão negativa da espécie, estimulada pela existência de superstições em que o animal é considerado como símbolo de mau-agouro. Na Bolívia e Colômbia é ainda mais forte essa crença supersticiosa e na Costa Rica há quem especule que seu desaparecimento em certas regiões esteja relacionado a retaliações por motivos de crenças folclóricas, que consideram que o animal é sinônimo de má sorte e bruxaria”, esclareceu ela. “Acreditamos que parte dos atropelamentos envolvendo a espécie possam ser intencionais, sendo motivados pela crença regional de que se o animal atravessar na frente do carro, o condutor terá má sorte, o que levaria alguns condutores de veículos de maior porte a atropelarem esse animal de propósito”, acrescentou.

Mariana vem desenvolvendo sua pesquisa de doutorado intitulada “Da superstição à perseguição: os motivadores dos conflitos humano-fauna motivados por crenças de mau-agouro” pela Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação de Carla Morsello. “Pouco se sabe sobre os efeitos das crenças supersticiosas no comportamento de perseguição às espécies e isso acontece com outros animais além do tamanduá-bandeira, como as corujas, répteis como as serpentes ou com as hienas na África”. Segundo ela, particularmente intrigante é o caso do aye-aye (Daubentonia madagascariensis), um primata endêmico da ilha de Madagascar, tradicionalmente associado ao prenúncio de doença e morte. A principal ameaça à espécie, categorizada como “Ameaçada” (EN) pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) é a retaliação dos humanos, que matam o animal e chegam a abandonar todo um vilarejo após sua aparição, motivados pela crença de que a espécie traz mau agouro ao lugar. “Assim, meu estudo visa investigar os fatores psicológicos e socioculturais associados à assimilação e persistência dessas crenças e como isso se desenvolve no comportamento de perseguir e matar um animal. A ideia é que a compreensão desses fatores possa nos auxiliar na sugestão de intervenções apropriadas mais eficazes para a conservação desta e de outras espécies envolvidas nesse tipo de conflito”, explicou ela.

Até o momento, Mariana conduziu 68 entrevistas com moradores rurais no Cerrado e Pantanal do Mato Grosso do Sul e 82 entrevistas com caminhoneiros no Estado, das 300 entrevistas que pretende realizar até o final do estudo. Ela obteve diversos relatos de pessoas que acreditam que o tamanduá-bandeira traz má sorte. “Trabalhadores rurais disseram que se encontrarem no trajeto percorrido para irem pescar um tamanduá-bandeira, em geral voltam para casa convencidos de que não pegarão nenhum peixe. Da mesma forma, que se algum tamanduá-bandeira cruzar em sua direção quanto estiver em seu caminho para algum lugar, o melhor é voltar para casa, pois algo ruim pode lhe acontecer. E infelizmente muitas pessoas acreditam que a única maneira de ‘tirar o azar de você’ nesse caso é matar o animal ou bater com uma vara no focinho dele”, revelou ela. “Essa perseguição humana à espécie não chega a ser considerada uma das principais ameaças a este animal no Brasil, mas como já é uma espécie ameaçada de extinção, com baixo crescimento populacional, essa perseguição acaba contribuindo para a retirada de ainda mais indivíduos da natureza”, concluiu.

Atropelados intencionalmente

“Em um estudo prévio realizado entre 2013 e 2014, o tamanduá-bandeira foi a terceira espécie mais atropelada, depois do cachorro-do-mato e do tatu-peba, com 135 carcaças encontradas”.
Essa pesquisa faz parte de um projeto maior do qual Mariana é integrante, intitulado Bandeiras & Rodovias, financiado principalmente pela Fundação Segré, e visa investigar o impacto das estradas nas populações de tamanduá-bandeira e os efeitos sobre o comportamento, a estrutura e saúde populacional, avaliando se e de que forma as estradas no Cerrado estão afetando a persistência das populações. Segundo o coordenador do projeto, Arnaud Desbiez, particularmente no Mato Grosso do Sul os tamanduás-bandeira estão entre as espécies com maior incidência de atropelamentos nas rodovias: “Em um estudo prévio realizado entre 2013 e 2014, o tamanduá-bandeira foi a terceira espécie mais atropelada, depois do cachorro-do-mato e do tatu-peba, com 135 carcaças encontradas. Nosso projeto vem sendo realizado principalmente para suprir a falta de estudos que objetivem entender detalhadamente como e onde os animais estão morrendo nessas rodovias”, explicou ele.

O Projeto Bandeiras & Rodovias conta com diversos profissionais dentre pesquisadores, médicos veterinários e biólogos. Vem sendo implementado através do Instituto de Conservação de Animais Silvestres – ICAS, tem duração de 4 anos (janeiro de 2017 a dezembro de 2020), é sediado em Campo Grande-MS e possui três fases. Na primeira fase, o objetivo é quantificar os atropelamentos e entender melhor os impactos que as rodovias causam nas populações de tamanduás; na segunda fase, entender melhor a saúde e a densidade populacional da espécie no entorno das rodovias; e na terceira fase, definir estratégias de mitigação de atropelamentos a serem utilizadas na implementação de novas rodovias ou em outros com o mesmo tipo de impacto. O projeto possui diversas fontes de financiamento, mas recebe doações de quaisquer pessoas ou entidades que desejem contribuir com os estudos.

FONTE: oeco

Cumprir pena em regime semiaberto depois de matar esta quantidade de cachorro é de doer os dentes....
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Casos aconteceram em 2014 no município da serra gaúcha. Dos quatro acusados pelo Ministério Público, três foram condenados.

O atual vereador e presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus, na serra gaúcha, Rafael Oliveira Silveira (PP), está entre os condenados no caso da morte de cerca de 125 animais em novembro de 2014, no município. Ele teve pena fixada em 2 anos e 2 meses, em regime semiaberto.

Ao G1, o parlamentar disse que se manifestaria sobre o assunto nesta quinta-feira (18), mas não respondeu às ligações.

Os outros dois condenados são Oberdan Callai Chaves, que recebeu pena de 1 ano, 10 meses e 13 dias, também em regime semiaberto; e Luis Fabiano Cardoso, condenado a 5 meses e 22 dias. O quarto acusado, Vinícius Chissini Nunes, foi absolvido. Todos podem apelar em liberdade. O G1 não localizou as outras defesas.

Em novembro de 2014, mais de 120 cães e gatos foram encontrados mortos. Quatro funcionários da prefeitura foram indiciados pela Polícia Civil.

Segundo a denúncia do Ministério Público na época, na madrugada do dia 20 de novembro, o vereador Rafael Silveira (PP), que na ocasião ocupava o cargo de secretário de Desenvolvimento, teria ordenado que os servidores Oberlan, Luis Fabiano e Vinícius distribuíssem carne com veneno para rato (estricnina) em diversos locais da cidade, provocando a morte dos animais.

A juíza que julgou o caso, Uda Roberta Doederlein Schwartz, destacou na sentença que ficou comprovado nos autos do processo que a conduta do vereador foi entregar a Luis Fabiano o dinheiro para a compra da carne e organizar as mortes. "Tratando-se de autor intelectual do delito", disse.

Com relação a Oberdan, a juíza afirmou que ele foi responsável por dirigir o carro usado para distribuir a carne com veneno pela cidade. Não foi constatada a participação de Vinícius.

FONTE: G1

Estes tiveram a maior sorte do mundo....
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Felizmente, as pessoas as viram no tempo e pularam para salvá-las. Os cães ficaram petrificados de susto.

No mês passado, alguém pegou dois cachorros nas ruas de Tangerang, na Indonésia, e fechou a boca, provavelmente para que os cães não tentassem morder. Depois disso, os cachorros foram enchidos em sacos de malha - havia pequenos buracos para enfiar o nariz, mas teria sido difícil para eles respirar.

Um dos cachorros enfiou a língua para tentar esfriar-se, mas seu focinho estava amarrado e ele não conseguiu abrir completamente a boca.

Os sacos segurando os dois cães foram amarrados, e um homem os colocou sobre sua bicicleta. Ele ia vender os cachorros para um restaurante, onde eles seriam abatidos por sua carne, de acordo com um post no Facebook escrito por alguém que testemunhou o incidente.

"É chocante ver cães, uma espécie não-humana que tem sido uma ajudante voluntária para os seres humanos desde tempos imemoriais, tratados como um pedaço de madeira ou pedra na Indonésia", disse Peter Li, assessor de política da China para Humane Society International (HSI). O Dodo.

"Estes se parecem com cães enviados para abate e consumo".

Mas felizmente, as pessoas viram o que estava acontecendo - e eles resgataram os cães.

Os socorristas pagaram 500 mil IDR (cerca de US $ 36) para libertar os cães, de acordo com uma publicação no Facebook escrita por uma mulher envolvida no resgate. Assim que o homem entregou os cachorros, os socorristas os tiraram das malas e os desamarraram. Então eles levaram os cachorros para o acolhimento, onde permaneceram até que os socorristas achassem casas seguras e amorosas.

Enquanto esses dois cães tiveram sorte para escapar do que teria sido um fim traumático, outros não são tão sortudos. Na Indonésia, não há leis contra a crueldade para proteger os animais, e milhares de cães são mortos a cada ano por sua carne. Somente na ilha indonésia de Bali, estima-se que mais de 70 mil cães sejam mortos por sua carne a cada ano.

"É importante que os defensores dos animais na Indonésia falem por essas almas sem voz", disse Li. "É importante que uma legislação anti-crueldade esteja em vigor ou em implementação para evitar esse tratamento cruel para os cães. O governo indonésio tem a responsabilidade de parar tais comportamentos cruéis em relação aos cães ".

Para ajudar a resgatar cães do comércio de carne na Indonésia, você pode fazer uma doação para o Centro de Adoção e Reabilitação de Cães de Bali .

FONTE: thedodo

Acho muito legal!!!!! personalidades com muitos seguidores fazem um bem enorme dando este ememplo
A atriz Larissa Manoela vem se mostrando bastante engajada em causas sociais, como cuidado com os animais. E para estimular a adoção dos bichinhos, a jovem foi até o Instituto Luisa Mell, e adotou uma cachorrinha.

Luisa Mell agradeceu e comemorou a adoção no Instagram: “Olhem que presente! Larissa Manoela veio aqui e adotou nossa Vitória Regina, nossa linda vira-lata adulta!! Que exemplo para milhões e milhões de adolescentes”, escreveu Luisa.

Os seguidores da apresentadora comemoraram com ela a boa ação da atriz. “Essa menina tem um grande coração, parabéns“, disse uma internauta. “Meus parabéns, ótima ação”, comentou outra.


A atriz do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) Larissa Manoela curtiu a noite do último sábado (13) ao lado do namorado, Léo Cidade, em teatro.

A atriz mirim esteve no Citibank Hall, em São Paulo, para assistir ao espetáculo argentino Fuerza Bruta, que se propõe a promover uma experiência sensorial imersiva do público a partir de uma mistura de música, dança, efeitos visuais e acrobacias que ocorre em uma arena montada em 360°.

O jovem mora no Rio de Janeiro, mas está na capital paulista para ficar juntinho da nova namorada.

O romance dos dois já dura um mês. Nas redes sociais, eles vivem trocando palavras de amor, como informa O Fuxico.

Além deles, várias outras celebridades, como Bárbara Evans, Priscila Sol, Lucy Ramos, Thaís Pacholek, Mari Palma, Phelipe Siani, Aline Wirley, Chris Flores, Juju Salimeni e o marido, Felipe Franco, também curtiram a apresentação do grupo.

FONTE: otvfoco

Fiz questão de publicar esta matéria porque acho que as coisas estão avançando enquanto a catequese vegana vai se expandindo.... Pelo menos as galinhas tem um período de vida em condições naturais.... Sei que isto é muito pouco, mas, para o mundo global considero algo que possa aumentar a consciência de todos....
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A Tapuio Agropecuária, localizada em Taipu, cidade a 65 quilômetros de Natal, adotou uma nova modalidade de controle de qualidade nos ovos produzidos na fazenda instalada no Rio Grande do Norte. Agora, as cascas trazem a identificação da marca e do lote de fabricação, assegurando a rastreabilidade, mesmo que a embalagem tenha sido descartada. Atualmente, a Tapuio produz quase dois milhões de ovos por mês, vendidos para supermercados, empórios, restaurantes e hotéis em todos os estados do Nordeste.

“Essa nova tecnologia é uma forma de ampliar o controle de qualidade dos ovos produzidos, aumentando a segurança alimentar para os consumidores”, explica o diretor executivo da Tapuio Agropecuária, Francisco Veloso. A tinta utilizada para a impressão é comestível e autorizada pelos órgãos competentes.

A fazenda conta com mais de 100 mil aves e é pioneira na produção de ovos diferenciados. Destas, 70 mil já vivem soltas sobre o piso de areia, livres de gaiolas, e recebem alimentação vegetariana. Essas galinhas são responsáveis pela produção de 1,5 milhão de ovos Mr. Caipira por mês. As demais galinhas, responsáveis pela produção dos ovos Mr. Ovo Saúde e Mr. Ômega 3, também serão criadas fora de gaiolas até  2021.

“Teremos 100% de nossas aves criadas soltas até 2021. Nossa decisão visa garantir o bem-estar dos animais”, explica Veloso. Essa é uma tendência mundial, inclusive, grandes redes de fast food já anunciaram que, dentro de alguns anos, só vão adquirir ovos de galinhas criadas fora do confinamento de gaiolas.

Na Tapuio, a preservação do bem-estar das galinhas que produzem o ovo caipira se dá pelo fato das aves terem liberdade para ciscar, bater asas, empoleirar e tomar banho de areia. “As instalações oferecem amplo conforto e seguem controle sanitário rigoroso. As aves ficam soltas em piquetes para pastagem e postura em ninhos, com sombreamento e água. Há ainda um galpão aberto com aproximadamente 700 metros quadrados de área reservada para suplemento alimentar à base de milho, calcário e farelos de trigo e soja. Cada galpão tem seis piquetes e comporta um lote de 12 mil aves”, conta Veloso.

Os ovos Mr. Caipira tem elevado teor de vitamina A, qualidade reconhecida por conservar o inigualável sabor do campo e sua característica marcante é a coloração intensa da gema. O Mr. Ovo Saúde é enriquecido com selênio e vitamina E, antioxidantes que aliados a uma dieta saudável auxiliam no combate a doenças cardiovasculares e na prevenção do envelhecimento da pele.

O Mr. Ômega 3 é produzido por galinhas que recebem alimentação com linhaça e possui 16 vezes ômega 3 que um ovo tradicional. A dose extra de nutrientes é adicionada diretamente na ração consumida pelas galinhas e os componentes dos ovos são comprovados em análises realizadas pelo ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

(cortei o resto da matéria porque falava da exploração de gado leiteiro e tudo mais)

FONTE: tribunadonorte

Adoro ler estas coisinhas.....
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Quem nunca se perguntou o motivo de seu cãozinho de estimação estar correndo atrás da cauda?

Todo dono de um cão de estimação com certeza já deve ter visto o animal correndo atrás do cauda e se perguntou: “Por que ele faz isso?” Veja os motivos:

Chamar a atenção do dono
O cão quando quer chamar a atenção do dono começa a correr atrás da cauda porque tem a percepção de que quando faz esse movimento, desperta a atenção do dono, que é exatamente o que acontece, fazendo com que os donos fiquem parados olhando para ele e se perguntado por que isso acontece.

Tédio e falta de estímulo ambiental
Animais com fortes laços com a caça costumam a perseguir o seu próprio cauda para fazer a vontade de caçar passar.

Doenças, pulgas, irritações e outros
Outro motivo possível de seu animal correr atrás do cauda são problemas de #Saúde e desconfortos na região da cauda.

Os desconfortos podem ser causados por parasitas ou ferimentos. Já os problemas de saúde envolvidos com o gesto podem ser inflamações, bactérias, entre outros motivos.

Caso o seu animal comece a mutilar ou ferir a cauda de forma compulsiva, leve-o depressa ao veterinário.

Ansiedade
Caso seu cão sare do ferimento no cauda que o incomodava, mas mesmo assim continua a perseguir seu cauda, ele pode estar aliviando o estresse. Isso acontece porque o movimento o alivia quando estava com o ferimento ou irritação próximo à região anal, fazendo com que o animal se sinta aliviado correndo atrás da cauda, transformando isso em um hábito nada saudável.

Nesses casos, é muito difícil fazer o animal parar, sendo uma das melhores opções dar várias alternativas para o cão se aliviar em vez de correr atrás da própria cauda.

Raça e idade
Algumas raças de cão, como bull terrier e doberman, já possuem uma predisposição genética para perseguir a própria cauda, algo que pode se agravar com a idade do animal. Com o passar do tempo, até raças sem predisposição genética podem acabar adquirindo vontade de perseguir a própria cauda.

Problemas psicológicos
Problemas como demência ou decrepitude também podem ser responsáveis pela perseguição da cauda.

Possíveis problemas
Caso haja algum problema, o cão pode começar a se machucar, podendo agravar os problemas, criar outros e se mutilar na região que se sente incomodado.


Soluções

- Não dê atenção, nem negativa ou positiva, ao cão quando ele estiver correndo atrás da cauda. Caso ele queira chamar a atenção, verá que não é um método eficiente e parará de se perseguir.

- Caso ele comece a perseguir a cauda, leve-o para passear mais. Caso ele esteja correndo para gastar energia, indo passear não precisará ficar correndo em volta de si para se esgotar.

FONTE: blastingnews

Acho legal este setor abrir frentes de trabalho....
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Dona de centro de convivência canina, em Sorocaba, atendeu 80 cachorros na virada do ano. Jovens, de 26 e 28 anos, apostaram em especializações na área para atender ao setor.

Chegam as férias, você vai viajar e deixar a casa sozinha. Quem tem animal de estimação e não pode levá-lo, certamente se preocupa com a situação. Onde e com quem deixar o bichinho? Os parentes, amigos ou vizinhos podem não estar disponíveis ou até mesmo não ter o preparo necessário para lidar com os animaizinhos.

Foi a partir dessa necessidade dos tutores que surgiram hotéis, creches e babás de animais, chamadas de pet sitter. É no período de festas e feriados, entre dezembro e fevereiro, que o setor fica mais aquecido.

Uma das pessoas que atua neste mercado em Sorocaba (SP) é a tecnóloga em eventos Ane Caroline Costa Oliveira, de 28 anos. Ela cuida de gatos e cães de pequeno porte na própria casa dos bichinhos para garantir dinheiro extra no mês.

"Não tinha com quem deixar meus dois gatinhos, com isso dependia de familiares e amigos, que nem sempre tinham experiência com felinos para tomar conta deles na minha ausência. Na época, não encontrei ninguém em Sorocaba que fizesse esse serviço e vi a oportunidade", conta Ane.

No ano passado, resolveu apostar em um curso de "cat sitter" e, hoje, já faz em média 30 visitas por mês no período das férias. A publicitária Amanda Santos, de 26 anos, também investiu em uma especialização na área para oferecer o serviço na capital e em Sorocaba. Só em dezembro, foram 32 animais atendidos, segundo ela.

"Comecei cuidando de gatos de amigas quando viajavam, daí a rede de contatos começou a aumentar e me vi fazendo isso profissionalmente, então decidi apostar em cursos e especializações. Hoje, tenho capacidade de cuidar até de gatinhos em pós-operatório, que demandam cuidados maiores que, às vezes, os donos não têm disponibilidade", explica Amanda.

As profissionais explicam que, antes de fechar o trabalho, há uma conversa com o tutor para descobrir sobre os hábitos dos bichinhos e outros detalhes, tudo para interferir o mínimo possível na rotinha do animal. É feita uma ficha com várias informações sobre os pets e seus donos.

"Ao final de cada visita mando um relatório sobre as atividades realizadas no dia com fotos e vídeos para os tutores matarem um pouquinho da saudade do animalzinho", diz Ane.

As visitas - que podem custar de R$ 40 a R$ 75 - duram cerca de 1h e incluem todos os cuidados, como limpeza da caixinha de areia, comedouros e bebedouros, por exemplo.

"Também brinco com eles, respeitando o perfil de cada animal. Bastante amor e carinho amenizam bastante a ausência dos donos", completa Amanda.

Creche animal


Embora a procura pelos cuidadores seja maior no período de férias, há tutores que precisam de um local para deixar o animalzinho semanalmente. Foi para atender esses peludinhos que Aline Ribeiro, de 25 anos, deixou o emprego de cinco anos para abrir um centro de convivência canina, que oferece os serviços de hospedagem e creche, em Sorocaba.

Ela conta que o espaço recebe diariamente, em média, de 20 a 30 cães. No período de festas, férias e feriados, o número pode chegar a 40. A creche, que funciona das 9h às 18h, tem valores a partir de R$ 150 e varia de acordo com a quantidade de dias na semana. Já o serviço de hospedagem tem o valor de R$ 50 a diária.

"No Ano Novo, chegamos a 80 cães divididos em dois endereços. Eles passam por atividades recreativas, de estímulo social, sensorial e cognitivo, com liberdade de escolha para circular por todas as dependências da chácara", afirma Aline.

Dicas para contratar
São diversas as vantagens de se contratar um pet sitter ou hotel para animais, segundo os contratantes. Quem tem interesse pelo serviço, no entanto, deve ficar atento a alguns fatores para garantir a segurança do animal de estimação e ficar tranquilo:

Pegue referências da pessoa que irá prestar o serviço. Quando for o caso, visite o local onde ele ficará com antecedência. Ouça o que outros tutores têm a dizer sobre a pet sitter ou hotel;

Certifique-se de que o serviço é profissional. Há cursos que capacitam a pessoa que vai prestar o serviço de cuidados de animais e emitem diploma ou carteirinha;

Pergunte ao prestador do serviço quais os cursos ele já fez na área de saúde animal, como primeiros socorros;

Mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia, assim como vermífugo e os remédios anti-pulga e carrapato;

Quando o serviço for prestado fora de sua casa, use a plaquinha de identificação no animal.

"Contrato uma cat sitter sempre quando viajo. Optei por esse serviço, pois causa menos estresse à minha gata pelo fato dela permanecer em casa. Faz com que ela se sinta mais confortável e não tenha a sensação de abandono. Antes de escolher, procurei saber se a pessoa era de confiança e se trataria minha gata da forma e cuidado com que trato", diz Mariana Oliveira, tutora da gata Eleonora.

FONTE: G1

Gente, estou morrendo de raiva!!!!! Mesmo falando que os macacos são vítimas como humanos, estes imbecis tem coragem de fazer esta desgraceira........ Eu ontem quase tive um piripaque quando vi uma protetora divulgando informação errada..... e olha que não é nenhuma analfabeta, pelo menos se diz..... Veja ao final pra terem uma ideia.... se protetora faz isto, imagina quem não é...... Pronto, falei!!!!! não consigo ficar calada diante destas coisas...... sorry, coleguinhas, mas, estou muito velha para me cobrarem paciência e compreensão com "boas intensões". Quem não sabe brincar não desce para o play, certo?
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Bananas envenenadas são encontradas em Valença, e prefeitura faz campanha contra ataques a macacos
Um morador de Valença, no Sul do Rio de Janeiro, encontrou bananas distribuídas em uma área de mata do bairro Aparecida, na manhã deste sábado (20). Em cima das frutas, havia uma substância que seria um veneno usado para matar ratos. O morador, que fez o registro e enviou para o whatsapp da TV Rio Sul, acredita que alguém teria feito isso para tentar matar macacos na região. Matar animais é crime ambiental.

A prefeitura informou à produção do RJTV que já está sabendo desse crime. Eles informaram que a Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com a Vigilância Ambiental, já iniciou uma campanha de conscientização da população para que não ataquem os macacos.

Os primatas não transmitem a febre amarela. A doença é transmitida por mosquitos. Segundo o Ministério da Saúde, o macaco é importante para as pesquisas e o combate à febre amarela porque ele serve como indicador da presença do vírus em determinada região. Se os animais são mortos por humanos, a investigação sobre a existência da doença fica prejudicada.

Chega a quatro o número de mortos por febre amarela no Sul do Rio
Até agora, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, já foram 14 casos confirmados de febre amarela silvestre em todo Rio. Desse total, quatro mortes foram registradas no Sul do estado: três em Valença e uma em Miguel Pereira. Muitas cidades da região reforçaram a imunização. Há postos de saúde funcionando com horário ampliado e até mesmo à noite.

Fonte: G1
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BANNER IDIOTA DIVULGADO IRRESPONSAVELMENTE POR UMA PROTETORA.... Chamei sua atenção no grupo que ela participa e até agora ela não viu.....


Eita!!!!! e agora?
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Mulher esteve com advogado na delegacia, na tarde desta quarta-feira...

Neiva Aparecida Pereira esteve na delegacia de Polícia Civil de Cascavel, na tarde de hoje. A mulher se tornou conhecida após ter tido seus cavalos recolhidos por uma ONG. Os animais eram usados para puxar carrinho usados no recolhimento de materiais recicláveis.

A mulher estava acompanhada do advogado Maikon Medeiros. Ela foi registrar um boletim de ocorrência para tentar recuperar os cavalos. A alegação é de que a ONG não teria poderes para entrar no imóvel e pegar os animais, sem uma decisão judicial a respeito da denúncia de maus tratos.

Além do BO, haverá uma demanda judicial, segundo o advogado.

Dona Neiva explicou que confia que conseguirá ter os cavalos de volta.

Nessa semana, a CGN procurou a responsável pela ONG citada por Neiva e se colocou à disposição para expor o posicionamento da entidade. Uma entrevista, com a versão da ONG, deve ser concedida para a CGN ainda essa semana.

FONTE: cgn

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